Europa países concurso

Vim estudar na Itália: aulas ruins, precisa decorar a matéria do ano inteiro. O Anki está me salvando! Fiz esta vídeo-aula pra ajudar outras pessoas! (Para Enem, Faculdade, Concursos...)

2020.09.02 18:40 Professorsilva Vim estudar na Itália: aulas ruins, precisa decorar a matéria do ano inteiro. O Anki está me salvando! Fiz esta vídeo-aula pra ajudar outras pessoas! (Para Enem, Faculdade, Concursos...)

https://youtu.be/RsUSdnOit28
Vim estudar na Itália (com muito esforço porque sou um professor brasileiro, latino-americano sem dinheiro no banco... kkkk)... achando que seria um mar de rosas, Europa, tudo lindo e maravilhoso, tudo melhor... só que não! Choque cultural, grande decepção. O ensino na Itália é muito tradicional, até atrasado em certos aspectos, muito baseado na decoreba. Você precisa decorar UM LIVRO INTEIRO pra cada prova (tem só um provão por matéria). Estou falando em decorar mesmo todas as informações do conteúdo do ano inteiro. E pra piorar, a qualidade das aulas é ruim. Então quem pensa em estudar na Europa, se prepare psicologicamente, porque ouvi falar que outros países podem ser assim tbm, o aluno precisa ser independente, os professores não têm grandes preocupações pedagógicas.
Eu não conseguia passar nas provas, não tinha condições mentais. Até que descobri o Anki. É o que está me salvando! Eu coloco todos os pontos principais do livro inteiro dentro do Anki e consigo decorar. Não é mágica, mas é quase kkkk
Vocês podem fazer isso pra se preparar para o Enem, concursos, faculdade... engenharia, direito, medicina, línguas... o que vocês quiserem ou tiverem que aprender. Parece até exagero, mas podem ficar tranquilos que não é física quântica vibracional coaching... kkkk é real mesmo.
O Anki pode ser um divisor de águas nos estudos. Precisa de esforço, é claro, mas ajuda muito. Experimentem e vejam!
Em inglês: https://www.reddit.com/Anki/
Em português: https://www.reddit.com/AnkiFlashcards/
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2020.09.01 00:08 Professorsilva Vim estudar na Itália: aulas ruins, ultrapassadas, precisa decorar a matéria do ano inteiro. O Anki está me salvando! Por isso fiz esta vídeo-aula pra ajudar outras pessoas! (Para Enem, Faculdade, Concursos...)

https://www.youtube.com/watch?v=RsUSdnOit28
Talvez muitos aqui desabafem sobre problemas com os estudos... falta de estímulo... dificuldades, etc.
Eu mesmo desabafei muito, entrei numa vibe muito negativa. Vim estudar na Itália (com muito esforço porque sou um professor brasileiro, latino-americano sem dinheiro no banco, literalmente)... achando que seria um mar de rosas, Europa, tudo lindo e maravilhoso, tudo melhor... só que não! Choque cultural, grande decepção. O ensino na Itália é muito tradicional, até atrasado em certos aspectos, muito baseado na decoreba. Você precisa decorar UM LIVRO INTEIRO pra cada prova (tem só um provão por matéria). Estou falando em decorar mesmo todas as informações do conteúdo do ano inteiro. E pra piorar, a qualidade das aulas é ruim. Então quem pensa em estudar na Europa, se prepare psicologicamente, porque ouvi falar que outros países podem ser assim tbm, o aluno precisa ser independente, os professores não têm grandes preocupações pedagógicas.
Eu não conseguia passar nas provas, não tinha condições mentais. Até que descobri o Anki. É o que está me salvando! Eu coloco todos os pontos principais do livro inteiro dentro do Anki e consigo decorar. Não é mágica, mas é quase kkkk
Vocês podem fazer isso pra se preparar para o Enem, concursos, faculdade... engenharia, direito, medicina, línguas... o que vocês quiserem ou tiverem que aprender. Parece até exagero, mas podem ficar tranquilos que não é física quântica vibracional coaching... kkkk é real mesmo.
O Anki pode ser um divisor de águas nos estudos. Precisa de esforço, é claro, mas ajuda muito. Experimentem e vejam!
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2020.08.22 14:46 diplohora integraçao europeia @curso.cacd

integraçao europeia @curso.cacd

https://preview.redd.it/y2ybry3fvji51.png?width=1310&format=png&auto=webp&s=bf29fc6db0af28bba656ed6196ddbbb65fa7905c
A atual União Europeia🇪🇺 tem sua origem ligada à constituição da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA), criada pelo Tratado de Paris📜, que foi assinado por Alemanha🇩🇪, Bélgica🇧🇪, França🇫🇷, Itália🇮🇹, Luxemburgo🇱🇺 e Países Baixos🇳🇱, em 1951. Os Tratados de Roma, de 1957, instituíram a Comunidade Econômica Europeia (CEE) e a Comunidade Europeia da Energia Atômica (CEEA ou Euratom). ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ O Tratado de Bruxelas📃, conhecido como "Tratado de Fusão", foi firmado🖋 em 1965 e instituiu um Conselho único e uma Comissão única das Comunidades Europeias. A partir de então, embora as três comunidades (CECA, CEE e Euratom) tenham permanecido independentes do ponto de vista jurídico, suas instituições foram racionalizadas, com a fusão de seus órgãos executivos. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Em 1992, foi assinado o Tratado de Maastricht (denominado "Tratado da União Europeia"), que constituiu a União Europeia🇪🇺, assentando-a em três pilares: 1️⃣ as Comunidades Europeias, 2️⃣ a política externa e de segurança comum e 3️⃣ a cooperação nos domínios da justiça e dos assuntos internos. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ #CACD #CACD2020 #cacdista #cacdistas #politicainternacional #políticainternacional #diplomacia #politicaexterna #políticaexterna #IRBr #relacoesinternacionais #relaçõesinternacionais #relaçoesinternacionais #diplomata #IADES #Cespe #Cebraspe #concurso #study #studygram #estudar #atualidades #Itamaraty #UniãoEuropeia #UniaoEuropeia #Europa #integracao #integração #direitointernacional #direitointernacionalpublico
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2020.07.23 10:52 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte IV - SUGESTÕES DE LEITURAS pt5 PI

INGLÊS
Para todos os idiomas, recebi boas recomendações do site http://uz-translations.net/.
Não tenho bibliografia a sugerir, até mesmo porque não estudei Inglês por nenhum livro ou coisa parecida. Se precisar de sugestão de bibliografia, de Gramáticas etc., veja o Anexo II abaixo.
Já recebi recomendações das seguintes páginas na internet:
· http://dictionary.cambridge.org/
· http://englishtips.org/
· http://esl.about.com/od/advancedenglish/Learning_English_for_the_Advanced_Level_ESL_E FL_Advanced_English.htm
· http://owl.english.purdue.edu/owl/
· http://www.bartleby.com/
· http://www.dictionary.com
· http://www.englishclub.com/gramma
· http://www.natcorp.ox.ac.uk/
· http://www.synonym.com/
· http://www.wordpower.ws/grammagramch26.html
POLÍTICA INTERNACIONAL

>> TEORIAS DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

- Introdução às Relações Internacionais (Jackson e SØrensen): se você não é graduado em Relações Internacionais, ou se não está familiarizado com o assunto, pode ser importante a leitura desse livro, que dá uma noção bem geral de Teoria de Relações Internacionais (TRI). Acredito ser importante saber alguma coisa de teoria não apenas porque é o primeiro item da relação de conteúdos exigidos no Guia de Estudos de Política Internacional e porque, frequentemente, aparecem questões sobre isso na primeira fase (de forma bem básica, é verdade), mas também porque você adquire importantes ferramentas para complementar uma resposta na prova de Política Internacional da terceira fase (nem que seja para “enrolar” um pouco; questões de terceira fase sobre teoria não são comuns). No Manual do Candidato: Política Internacional (tanto no do Demétrio Magnoli quanto no da Cristina Pecequilo), há breve parte inicial que trata dessas teorias de maneira bem superficial. O Jackson/SØrensen é bem mais completo que os manuais, mas os conhecimentos necessários de teoria para o CACD não vão muito além do básico. Além disso, prefira ler o Jackson/SØrensen ou os manuais a ler os próprios autores de TRI. Além de perder muito tempo, o entendimento completo e correto das obras nem sempre é um trabalho fácil, e o livro e os manuais já trazem tudo resumido e bem “mastigado”. Se tiver um pouco mais de tempo, recomento o Jackson/SØrensen. Se não tiver, os manuais devem servir para alguma coisa. Outra possibilidade é
o livro 50 Grandes Estrategistas das Relações Internacionais (Martin Griffiths), também útil. O livro é dividido por corrente teórica (apresenta Realismo, Liberalismo, Teoria Crítica, Escola Inglesa, Pós-Modernismo, Feminismo, entre outros) e faz bons resumos sobre o pensamento de vários autores de TRI. Entre o Griffiths e o Jackson/SØrensen, eu ficaria com o último, mas o primeiro também pode ser útil, e cito-o aqui para o caso de alguém já o ter. Também recebi recomendações do Teorias de Relações Internacionais, de João Pontes Nogueira e Nizar Messari, mas não sei se é bom (est disponível para download no “REL UnB”). De qualquer modo, não se atenha a muitos detalhes. Tudo o que você precisa saber de TRI deve caber em um resumo de uma ou duas páginas. Atente, apenas, aos aspectos/conceitos mais gerais de cada corrente e aos principais autores.

>> DEMAIS TEMAS

- Política Internacional Contemporânea: Mundo em Transformação (org. Altemani e Lessa): é um livro bem pequeno e de caráter (excessivamente) introdutório. Bem tranquila a leitura, dá para ler de uma vez só. Para aqueles que estão começando os estudos, recomendo como leitura inicial. Para os já iniciados ao assunto, o livro é extremamente superficial. Para quem já começou os estudos há algum tempo, acho que apenas o capítulo 4 (sobre integração europeia17) pode ser de alguma utilidade.
- O Mundo Contemporâneo (Magnoli): já citado acima. Fornece algumas bases de História Mundial necessárias à compreensão de diversos aspectos da Política Internacional. Indispensável.
- Manual do Candidato: Política Internacional (Demétrio Magnoli): já citado em História Mundial.
- Manual do Candidato: Política Internacional (Cristina Pecequilo): deixados de lado os muitos erros de Português e as frases sem sentido ou sem fim, gostei bastante da leitura. É bem abrangente, fala de alguns tópicos importantes e não cobertos pelo restante da bibliografia que eu havia lido até então. Se possível, leia este manual antes de começar a ler as demais obras de política internacional, mas já sabendo que ele deixa muitos itens do edital de fora (especialmente os temas da agenda internacional do Brasil e algumas temáticas de relações bilaterais; quanto às demais partes, estão quase todas no livro – de maneira introdutória, é claro). Reitero que se trata de leitura de caráter meramente introdutório. Sugiro usar como base, para buscar aprofundamentos em determinados temas, segundo os tópicos previstos no Guia de Estudos (para isso, além de todas as obras disponíveis e indicadas aqui, os artigos publicados na RBPI, no Mundialistas, no Meridiano 47 e no Mundorama podem ser de grande utilidade). Se você já estiver familiarizado com a parte de TRI, comece a ler do capítulo 2 em diante (o capítulo 1 é só sobre TRI e sobre interpretações do pós-guerra fria).
Considero os próximos quatro livros (História da Política Exterior do Brasil, Inserção Internacional e Relações Internacionais do Brasil: Temas e Agendas vol. 1 e 2) os mais fundamentais para as provas de Política Internacional (e de História do Brasil também). Depois de algumas leituras iniciais (como as indicadas acima), sugiro ler esses quatro “livros sagrados”, tomando notas do que for mais importante. Como já disse anteriormente, não fiz muitos fichamentos por causa de restrições de tempo, mas fiz questão de fichar esses quatro, o que me foi muito útil nas revisões para a primeira e para a terceira fases do concurso.
17 Atenção para as modificações mais recentes, como as adesões de Romênia/Bulgária e o Tratado de Lisboa, não contemplados no capítulo.
- História da Política Exterior do Brasil (Amado Cervo e Clodoaldo Bueno): já citado em História do Brasil. Indispensável tanto em História do Brasil quanto em Política Internacional (para Política Internacional, o principal período a ser estudado é a partir de 1945; para História do Brasil, é o livro todo mesmo).
- Inserção Internacional (Amado Cervo): leia o livro todo. Às vezes, é um pouco repetitivo, mas os argumentos do Cervo são bem claros, e é um livro bem informativo. Leitura importante, rápida e tranquila. Os conteúdos do livro são, quase sempre, cobrados na terceira fase, de alguma maneira. Anote os pontos principais, podem ser úteis argumentos para as provas discursivas de Política Internacional e de História do Brasil.
- Relações Internacionais do Brasil: Temas e Agendas – volume 1 (org. Altemani e Lessa): os dois volumes são importantíssimos para as provas do CACD. Fiz fichamento dos dois e revisei minhas anotações várias vezes, antes das provas. É interessante complementar os dados fornecidos por esses livros com as informações disponíveis no “Resumo Executivo”, a ser tratado posteriormente. Se estiver sem muito tempo, pule os capítulos 2 e 3. Nos outros, há coisas boas e coisas ruins (alguns são mal escritos, com muita “enrolação”), mas acho que vale a pena a leitura de todos, mesmo que bem rápida em algumas partes (focar, é claro, nas relações entre o Brasil e as regiões tratadas nos capítulos e discriminadas no Guia de Estudos), à exceção dos capítulos 10 e 11, que considerei inúteis.
- Relações Internacionais do Brasil: Temas e Agendas – volume 2 (org. Altemani e Lessa): assim como o volume 1, é muito importante e indispensável para o CACD. Minha sugestão é ler todos os capítulos integralmente, à exceção dos discriminados a seguir:
- Cap. 3 - O início do capítulo tem muita “viagem” para nenhuma substância nova. Ler apenas do item 3.3.3 (pág. 114) em diante (antes disso, ele apenas define regimes e enrola em coisas que quem já conhece Teoria das Relações Internacionais já está cansado de ouvir; se você não conhece, leia o capítulo inteiro mesmo).
- Cap. 9 - fraquíssimo, não acrescenta praticamente nada. Procure no Google algo didático sobre a criação do Ministério da Defesa e sobre o Sivam que você ganha muito mais.
- Cap. 11 - texto fraco, a leitura não vale a pena.
- Cap. 12 a 14 – é, pura e simplesmente, Análise das Relações Internacionais do Brasil (é bem superficial também). Se você cursou a matéria ou se já está familiarizado com o assunto, eu recomendaria não ler e dar apenas uma olhada no material da disciplina para a terceira fase. Não é um tema muito recorrente no CACD (embora possa cair de maneira “disfarçada”, e ter conhecimento desses aspectos da matéria pode render-lhe bons argumentos na terceira fase, dependendo da questão). Se você não conhece a temática, talvez valha a pena a leitura, com grande ressalva para o “talvez”. Pode valer mais a pena pegar um resumo bom da matéria e dar uma olhada ligeira e sem muito compromisso. Para resumos dos textos da matéria tal como é dada na UnB, acesse o “REL UnB”. De todo modo, se tiver tempo, a leitura desses capítulos pode não ser em vão.
- Cap. 15 - desinteressante e escapa ao conteúdo do CACD; leitura desnecessária.
Em resumo, minha sugestão para o Temas vol. 2 é: ler apenas os capítulos 1, 2, 3 (do item 3.3.3 em diante), 4 a 8 e 10.
- O Conselho de Segurança após a Guerra do Golfo (Antonio de Aguiar Patriota) – muito boa obra sobre a atuação do Conselho de Segurança. Curto e de fácil leitura (a obra está disponível para download no “REL UnB”).
- Cooperação, Integração e Processo Negociador: a construção do MERCOSUL (Alcides Costa Vaz): li para uma matéria na universidade e achei tão chato que me prometi que nunca o leria novamente. Não recomendo. Se quiser saber mais sobre o MERCOSUL, há muita informação útil no site do bloco, que consultei bastante em meus estudos: http://www.mercosul.gov.b; http://www.mercosur.int/.
A seguir, alguns livros que me indicaram, mas não li.
- A Construção da Europa (Antonio Carlos Lessa)
- A Nova Ordem Global: relações internacionais do século XX (Paulo Fagundes Vizentini): não o li, mas há diversos materiais sobre o livro disponíveis na Internet, caso queira dar uma olhada: http://educaterra.terra.com.bvizentini/
- Estocolmo, Rio, Joanesburgo: o Brasil e as três Conferências Ambientais das Nações Unidas (André A. C. do Lago) – disponível para download no “REL UnB”. Importante sobre o histórico de participação do Brasil nessas conferências, mas não tive tempo de ler. A grande limitação da obra é que os aspectos mais importantes da posição brasileira recente foram definidos após Joanesburgo. De todo modo, pode ser útil como apanhado histórico (importante para a primeira fase).
- Repertório de Política Externa (MRE): está disponível na Biblioteca virtual da FUNAG (http://www.funag.gov.beditoresolveUid/eaa9aea4398a55cd58d939764685cd22). Trata das diretrizes da política externa brasileira em relação a diversos temas. É necessário, obviamente, conferir, no Guia de Estudos, o que é importante para o concurso e o que não é. O livro é uma compilação de discursos referentes a temas de política externa proferidos por líderes brasileiros. Por essa razão, a leitura pode parecer chata e desinteressante para alguns. Não o li exatamente por isso, mas o incluo nessas recomendações para o caso de alguém se interessar por ele. Acho que há fontes mais práticas e que vão direto ao ponto quanto às questões mais importantes nas relações com determinados países e nos posicionamentos acerca de determinados temas (como os livros “Temas e Agendas”, citados acima, o “Balanço de Política Externa” e o “Resumo Executivo”, citados abaixo, e alguns artigos publicados na RBPI, no Mundialistas, no Mundorama e no Meridiano 47).
- The Globalization of World Politics (org. John Baisley): não o li, mas, segundo recomendações, é boa fonte de estudos, com bom desenvolvimento do tópico de teoria das Relações Internacionais.
- União Europeia: História e Geopolítica (Demétrio Magnoli)
- Coleç~o “O Livro na Rua”, da FUNAG – pequenos livros sobre diversos assuntos de política internacional. A coleção está disponível para download no “REL UnB”.

>> ATUALIDADES

Fique por dentro de todas as reuniões de que o Brasil participou recentemente (principalmente, no último ano antes da prova). Tratados assinados e ratificados, envolvimento do país nas organizações internacionais, evolução recente das organizações e dos grupos de países dos quais o Brasil faz parte (atenção especial para as integrações na América do Sul – destaque para o MERCOSUL e para a UNASUL – e para determinados grupos, como IBAS, BRICS, BASIC, G-20 comercial, G-20 financeiro etc.), participação do país na solução de conflitos (em operações de paz, em missões de assistência humanitária etc.), promoção de cooperação técnica etc. Conhecer como andam as relações entre o Brasil e os principais países para a política externa do país é, também, fundamental (conforme o Guia de Estudos, atenção para Argentina, América do Sul, EUA, União Europeia, França, Inglaterra, Alemanha, África, China, Japão, Índia, Rússia, Oriente Médio18) – não precisa decorar tudo, obviamente, mas ter uma ideia de como andam as relações com essas regiões é importante (“o comércio Brasil-China é superavitrio ou deficitrio para o Brasil?”, “qual é o maior parceiro comercial do Brasil na África?”, “quais as principais parcerias realizadas entre Brasil e África?”, esse tipo de coisa). Além disso, atenção à participação do Brasil nos grandes temas da agenda internacional (conforme o Guia de Estudos, atenção a: multilateralismo, desenvolvimento, combate à fome, meio ambiente, direitos humanos, comércio internacional, sistema financeirob internacional, desarmamento e não proliferação, terrorismo, narcotráfico, reforma da ONU, cooperação Sul-Sul). Por fim, é, ainda, necessário saber um pouco do que aconteceu de mais importante no cenário internacional, no último ano (especialmente, o que envolver o Brasil).
18 Esses dados podem ser encontrados no “Resumo Executivo” da política externa brasileira de 2003-2010, que será descrito mais à frente. Além disso, a página do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC - http://www.mdic.gov.bsitio/) também tem muita informação importante.
Eu sei que isso é muito geral e há muita coisa aí, mas é preciso atentar, especialmente, aos principais encontros e reuniões ocorridos e aos assuntos mais importantes para os principais temas da agenda internacional (principalmente os que envolvam o Brasil, ou os que sejam de grande relevância, como os conflitos no Oriente Médio, por exemplo). Enfim, pode parecer muita coisa (e, realmente, é bastante coisa), mas não é tanto quanto se imagina à primeira vista. Não sei se há alguma utilidade prática em ler coisas como o Almanaque Abril, por exemplo, talvez seja mais útil acompanhar alguns artigos da Revista Brasileira de Política Internacional (RBPI) ou de revistas como o Mundorama e o Meridiano 47. O “Resumo Executivo”, descrito abaixo, pode cobrir bem toda a parte de 2003 a 2010, e sua tarefa fica restrita ao que aconteceu de 2010 para cá, o que já é bom começo. Fique atento ao último volume da RBPI publicado antes da terceira fase do concurso que você for fazer, pois há boas chances de que algo relativo a essa temática seja cobrado (isso também vale para a prova de Direito da terceira fase, caso haja algum artigo sobre temas de Direito Internacional). Último conselho quanto a isso é: não é porque o concurso está próximo (ou, mesmo, porque a primeira fase já aconteceu) que você pode se desligar dos acontecimentos mundiais. Na prova da terceira fase de 2010, por exemplo, havia uma questão sobre a CELAC, criada em uma cúpula internacional de fevereiro daquele ano, quando até mesmo a segunda fase do concurso já havia ocorrido. Em 2011, o conflito na Líbia, ainda em curso quando da realização da prova, foi objeto de questão ampla sobre as consequências do confronto.
Para acompanhar as notícias internacionais, há diversas fontes, mas nem todas são muito úteis para o concurso. Se você quiser ler Foreign Policy e The Economist, por exemplo, para treinar o Inglês, acho que pode ser útil. Cuidado, apenas, para não se desligar muito dos estudos, entretidos sobre os resultados das eleições no Gabão (que, com certeza, não serão cobrados no concurso). Não acompanhei as notícias com muita frequência ou com um ritual rotineiro. Eu lia, de vem em quando, algumas notícias aqui e ali, uma entrevista, um vídeo no YouTube19 etc., mas nada muito detido ou aprofundado, eu nem tinha tempo para isso. Os fact sheets do Laboratório de Análise de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (LARI) podem ser ótima fonte de estudos para atualidades internacionais. Para quem é de Brasília, há encontros periódicos de discussão desses temas. Para ter acesso aos fact sheets e para ser informado das reuniões do LARI, você pode cadastrar-se no grupo Yahoo “LARI – UnB” (http://br.groups.yahoo.com/group/lari_unb/). Os fact sheets antigos estão disponíveis no arquivo do grupo.
Na página do MRE, muitos recomendam a seleção diária de notícias, mas parece que a página está com problemas ultimamente. Acho que a melhor fonte de “notícias” e de atualidades sobre a política externa brasileira para quem está estudando para o CACD está também no site do MRE: as Notas à Imprensa (http://www.itamaraty.gov.bsala-de-imprensa/notas-a-imprensa/view) e os discursos, artigos e entrevistas de autoridades governamentais sobre política externa (http://www.itamaraty.gov.bsala-de-imprensa/discursos-artigos-entrevistas-e-outras- comunicacoes/view). Na página das Notas à Imprensa, é possível fazer busca por tema (e.g. BRIC), que retorna as últimas comunicações referentes ao tema buscado, o que é ótima fonte de informação sobre as principais temáticas concernentes à atuação da política externa brasileira recente. Várias notícias e artigos interessantes são enviados para alguns grupos de emails do Yahoo, como “CACD IRBr” (http://br.groups.yahoo.com/group/cacdirb) e “Dilogo Diplomtico” (http://br.groups.yahoo.com/group/dialogodiplomatico/”). Cadastre-se!
Agora, a dica de ouro para estudar a política externa brasileira nos últimos anos. O MRE publicou, recentemente, o “Balanço de Política Externa – 2003-2010”. Eu até diria que valeria a pena selecionar os temas mais importantes e estudá-los, se o arquivo total não tivesse quase 900 páginas. Melhor que isso: h um “Resumo Executivo” (43 pginas), que é um resumo de praticamente tudo o que é preciso saber sobre evolução recente da política externa brasileira. É muita informação útil, e aconselho tirar as principais informações do texto (sempre de olho no Guia de Estudos) e montar tabelas, mapas mentais, resumos, qualquer coisa que ajude a gravar (principalmente para a terceira fase). Leia quantas vezes puder. Especialmente para o item “16. A agenda internacional e o Brasil” do Guia de Estudos, sugiro a leitura do próprio “Balanço de Política Externa” (somada a alguns aprofundamentos em temas específicos; faça uso dos artigos disponibilizados em algumas páginas especializados, como “RBPI”, “Mundialistas”, “Mundorama” e “Meridiano 47”, entre outros), uma vez que o “Resumo Executivo” é um pouco pobre nesses assuntos (atenção especial para as partes “Temas da Agenda”, “Segurança Alimentar”, “Reforma da Governança Global”, “Negociações Comerciais”, “Cooperação Internacional” e “Assistência Humanitria”). O “Resumo Executivo” est disponível para download no “REL UnB” (juntamente com o “Balanço de Política Externa”, tanto na vers~o completa quanto nas versões individuais de suas diversas partes).
19 Alguns canais do YouTube, como o da América Latina-Jazeera, têm boas reportagens sobre política internacional.
Juntando os quatro “livros sagrados” citados acima, o “Balanço de Política Externa”/“Resumo Executivo” e uma atualizaç~o quanto aos acontecimentos recentes, é bem provvel que boa parte das questões de Política Internacional do CACD (na primeira e na terceira fases) seja respondida. Obviamente, sempre haverá algo que vai ficar de fora, e apenas leituras adicionais de notícias e de atualidades e buscas pontuais em diversas fontes poderão ajudar. Sempre que há temas muito importantes para a política externa brasileira, alguém de prestígio costuma escrever um artigo a respeito (inclusive o próprio Ministro das Relações Exteriores). Além disso, os discursos sobre alguns temas específicos proferidos pelo Ministro, pelo Presidente da República ou pelo representante brasileiro em algum fórum multilateral, por exemplo, podem ser facilmente encontrados na internet. No site do MRE, as Notas à Imprensa de visitas oficiais, por exemplo, são, de modo geral, abrangentes e informativas. Mais uma vez, é necessário conferir, no Guia de Estudos, o que pode ser cobrado (tanto para relações bilaterais quanto para participação em organizações internacionais). Não precisa estudar a Nota à Imprensa de eventual visita do Ministro ao Sri Lanka e coisas do tipo. Acho que vale a pena acompanhar os últimos acontecimentos por esses meios. De todo modo, a bibliografia aqui descrita visa, apenas, a dar uma visão ampla acerca dos grandes temas cobrados nas provas. É preciso ter consciência de que, por mais preparado que você esteja, é muito provável que sejam cobradas algumas coisas que você não sabe na íntegra. Sabendo, pelo menos, algo mais geral, é possível tentar inferir as respostas corretas e aprofundar a discussão em diversos aspectos, e isso é, a meu ver, o mais importante no concurso.
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2020.07.10 03:15 CidVerte O Brasil e o mundo

Trabalho com consultoria e já trabalhei em quase 30 países espalhados pelo mundo. Como vou sozinho e trabalho com a equipe local, acabo mergulhando na cultura de uma maneira bem diferente do que um turista faz. Durante as viagens as comparações com o Brasil são inevitáveis. Decidi compartilhar minhas experiências como retribuição de tudo que já aprendi e ri neste sub, também na esperança de ter uma conversa saudável durante esta loucura de 2020.
Separei por tópicos para facilitar a leitura.
Obs: quando digo "Ásia" entenda a Ásia em sua parte desenvolvida (Japão, Coréia do Sul, China, Singapura, etc) e não a Ásia como um todo.
[VIOLÊNCIA] Em nenhum país tive a sensação de violência urbana tão presente quanto no Brasil, muitas cidades têm sua "no go zone" mas no Brasil geralmente as cidades têm bolhas de segurança e no resto é bom ficar atento. Moçambique é extremamente pobre porém tem uma zona urbana mais segura que o Brasil. Países muçulmanos são extremamente seguros mas a extorsão rola solto, quer dizer, tem roubo estilo "flanelinha" mas não tem assalto com violência ostensiva. As cidades da costa oriental da China são extremamente seguras, mais do que Europa e EUA. Só quando você sai do Brasil e consegue relaxar nas ruas é que percebe o quanto a vida urbana no Brasil é estressante, você praticamente está o tempo todo calculando o perigo e avaliando qual a chance do cidadão perto de você ser um bandido.
[NEGÓCIOS] Pior país que já fiz negócios na vida foi a Venezuela, foi tão ruim que tivemos que fechar o contrato com uma empresa sediada no Panamá que possuía os meios de operar dentro da Venezuela (a Venezuela também foi o único caso que tive que fazer o trabalho remotamente porque já em 2015 não dava para ir pra lá). O segundo pior lugar foi a Argentina, você tem que aumentar muito o preço porque pra mover o dinheiro de lá para o Brasil é uma quantidade absurda de impostos, é muito demorado e toda a operação é feita em Pesos, ou seja, cada dia de atraso é a inflação que come. Entretanto quando o preço é muito alto o cliente não consegue pagar logo a margem de lucro é tão baixa que quase não compensa operar na Argentina. O Brasil tem uma fama terrível entre os países de primeiro mundo que acham um absurdo ter que contratar um brasileiro (famoso despachante) para conseguir andar com a documentação (alvarás, licenças, impostos, etc). Normalmente países com bom ambiente de negócios têm regras claras, estáveis e muita informação disponível de modo que um estrangeiro consiga lidar com a papelada. Muçulmanos são folgados e abusados, pedem coisas ridículas para fechar um contrato, por exemplo, um cliente árabe exigiu que ele e a equipe dele tivessem um treinamento de 3 dias em Paris, com as despesas pagas por nós!
[AMBIENTE DE TRABALHO] Melhor ambiente de trabalho que vi até hoje foi na Europa ocidental, o pessoal trabalha de maneira eficiente e sem a loucura de muitas horas de trabalho que vi nos EUA e na Ásia. Na França e na Noruega por exemplo a cultura workaholic não é bem vista e ficar depois do horário pode significar que você não trabalhou de forma eficiente para terminar no prazo. Em países desenvolvidos o material de trabalho é abundante e acessível e você não precisa ficar mendigando para conseguir um mouse, um segundo monitor, um PC decente ou até um simples grampeador. Na Europa a hierarquia é levada a sério (nos EUA depende muito da empresa), o chefe não é seu colega de trabalho. Na Ásia a hierarquia é levada ao extremo, cada um socializa com alguém do mesmo nível, chefe e subalternos não sentam à mesma mesa no restaurante da empresa e eu era o único a dar "bom dia" pro porteiro que sempre me respondia se curvando sem me olhar. Para os asiáticos cada um faz seu trabalho e acabou, não precisa de "bom dia". No Rio de Janeiro TODOS os dias meu trabalho começava com atraso porque a equipe não chegava, a hora do almoço era de 2h e o pessoal saía mais cedo, no final reclamaram que meu workplan foi muito corrido e não deu tempo de concluir tudo. Na Alemanha TODOS os dias o trabalho começou 9h em ponto com a equipe completa e um dia um engenheiro chegou atrasado, 9:05, ele era mexicano.
[RACISMO] O ser humano tende a ser racista e vai ser sempre assim. O Brasil é (ainda) um oásis neste ponto. Quem fala que o Brasil é racista não sabe o milagre que é termos japoneses, europeus, libaneses, negros, índios e chineses convivendo e se casando sem isso ser um problema, no máximo com piada de mal gosto e preconceito social se o sujeito for pobre. Na Coréia/China/Japão eles consideram indianos e outros asiáticos do sub continente como não civilizados, nem vou comentar o que eles pensam de negros porque isso já foi bastante divulgado. Falando em negros, por mais estranho que possa parecer para alguns, os únicos no mundo que se importam com os negros são os ocidentais. Europa Leste, Ásia, Oriente Médio e os muçulmanos do norte da África estão pouco se lixando para os negros. Os Negros dos EUA são até o momento o grupo mais racista que já tive contato, fiquei alguns dias hospedado em uma vizinhança de negros em Chicago, fui xingado pra caramba na rua um dia e tratado com extrema grosseria várias vezes, até na igreja.
[TURISMO] O melhor lugar que já fiz turismo foi no Sul da França: Pirineus de um lado, Alpes do outro, Côte d'Azur embaixo, campos de lavanda e vinhedos no meio. A França é um país muito focado em turismo, os preços são claros (colocados na porta do restaurante sem nenhuma cobrança extra ou pegadinha), as igrejas não cobram pra entrar e as informações para o turista são claras e abundantes mesmo em lugares afastados. O clima é temperado e qualquer estação do ano você tem algo excelente para fazer (montanha ou praia). Com inglês e espanhol você se vira muito bem e ao contrário dos parisienses o povo é bem receptivo no interior do país. Se não quer ir tão longe um excelente destino é o Chile, dentro da América do Sul é o mais perto que se pode chegar de um país desenvolvido. Dentro do país eu recomendo Ouro Preto, é um lugar excelente e único no mundo.
[SOCIEDADE] Em geral as pessoas são muito parecidas em qualquer lugar do mundo mas se expressam de maneira diferente. Outra coisa que observei é que quem faz o país é o povo, não teve um lugar que eu estive em que o povo não refletisse o país nos mínimos detalhes, quanto mais atrasado o país menos o povo segue regras de trânsito, maior é a malandragem (das ruas e da classe média em ambiente corporativo) e sempre estão tentando tirar vantagem de você já começando no aeroporto. E finalmente : taxista é sempre uma desgraça em qualquer lugar, isso é invariável.
[PANORAMA GERAL] O Brasil é um país médio, longe de ser desenvolvido e longe de ser uma desgraça. O pior do Brasil é, de longe, a violência. Muita gente de muito talento sai do país sem querer voltar por causa da violência. Pobreza e crise econômica a gente tira de letra mas medo de morrer por causa de um celular é uma coisa fudida, seu bem maior é a vida. Por causa da fuga de cérebros para o exterior e para o interior de concursos públicos sem finalidade produtiva eu tenho perspectivas negativas para o futuro do Brasil. Entretanto o Brasil não é um país fudido, as instituições são meio vacalhadas mas em geral funcionam, existe ciência de ponta sendo feita (com muita raça) e existe no país opções de saúde que, apesar de não contemplarem toda a população com a qualidade desejável, ainda consegue fazer o mínimo. Para vocês terem uma perspectiva do que é lugar ruim, em Moçambique eu dei consultoria em uma das maiores estatais do país, reparei que os funcionários (que eram classe média local) faziam fila depois do expediente para encher garrafas de água no filtro. Depois de algumas perguntas descobri que eles estavam sem acesso à água potável. Imaginei que se isso acontecia em Maputo, capital federal que concentra boa parte da riqueza, o que seria a vida nos cantos mais esquecidos do país. Fica para você pensar : não importa aonde você esteja no Brasil, tem alguém no mundo que sonha em viver como você.
Tl;dr: baseado nos países que conheci, fiquei comparando com o Brasil e fazendo análises sem pretensão de estar certo.
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2020.05.22 15:02 diplohora OCDE

OCDE

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A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (#OCDE) foi criada pela Convenção da OCDE, firmada por 20 países em 1960🖋 e em vigor a partir de 1961. Sua antecessora, a Organização Europeia de Cooperação Econômica (OECE), fora criada em 1948, com a função de administrar os fundos do #PlanoMarshall 💰 para a reconstrução da #Europa após a #IIGuerraMundial.
A OCDE tem, atualmente, 36 países membros, e a Colômbia🇨🇴 encontra-se em processo de acessão para tornar-se o 37º. São candidatos à acessão: Argentina🇦🇷, Brasil🇧🇷, Bulgária🇧🇬, Croácia🇭🇷, Peru🇵🇪 e Romênia🇷🇴. Em 2007, a OCDE reconheceu cinco países como parceiros-chave da organização: África do Sul🇿🇦, Brasil🇧🇷, China🇨🇳, Índia🇮🇳 e Indonésia🇮🇩. Os objetivos principais da OCDE incluem, por exemplo, a ampliação do #comérciointernacional💱, a manutenção da estabilidade financeira💸, o crescimento econômico duradouro📈 e a provisão de #cooperaçãointernacional 🤝 para o desenvolvimento de outros países. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ #CACD #CACD2019 #cacdista #cacdistas #politicainternacional #políticainternacional #PI #diplomacia #politicaexterna #políticaexterna #IRBr #relacoesinternacionais #relaçõesinternacionais #relaçoesinternacionais #diplomata #IADES #Cespe #Cebraspe #concurso #study #studygram #estudar #atualidades #Itamaraty
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2020.05.22 14:55 diplohora EUA/USAXURSS e a guerra fria

EUA/USAXURSS e a guerra fria

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A segunda metade da década de 1940 marcou o início da #GuerraFria entre os #EstadosUnidos 🇺🇸 e a #UniãoSoviética ☭. O reconhecimento da existência de interesses antagônicos e irreconciliáveis entre os #EUA e a #URSS balizou a adoção de políticas norte-americanas voltadas a conter o expansionismo soviético🛑, simbolizadas na “doutrina Truman”, formulada em 1947. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Com a criação do Plano Marshall💰 (inicialmente proposto em 1947 e aprovado no Congresso norte-americano em 1948) e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (#OTAN, 1949), o governo norte-americano visou, respectivamente, a apoiar a reconstrução econômica europeia📈 e a estabelecer uma aliança defensiva permanente🛡, para fazer frente a possíveis investidas soviéticas nos países da Europa ocidental. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ #CACD #CACD2019 #cacdista #cacdistas #politicainternacional #políticainternacional #PI #diplomacia #politicaexterna #políticaexterna #IRBr #relacoesinternacionais #relaçõesinternacionais #relaçoesinternacionais #diplomata #Cespe #Cebraspe #concurso #study #studygram #estudar #atualidades #Itamaraty #HistóriaMundial
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2020.03.26 17:54 tatubolinha2000 Mantenha-se informado 26/03

📰 JRMUNEWS 🗞 Ano 2 – Nº 403 🗺 Notícias do Brasil e do Mundo 🗓 Quinta-Feira, 26 de março de 2020 ⏳ 86º dia do ano no calendário gregoriano 🌘 Lua Crescente 2% visível
💭 Frase do dia: "Não permita que nada tire a sua capacidade de sonhar." - Gazeta FM
Hoje é dia... 🔹 do Amigo Virtual 🔹 do Cacau 🔹 da Conscientização Sobre Epilepsia 🔹 do Mercosul 🎂 Aniversário do Club ATHLETICO PARANAENSE de Curitiba
😇 Santos do dia: 🔹 Santa Lúcia Filippini 🔹 São Bráulio
🎂 Municípios aniversariantes: Fonte: IBGE • Antônio Martins-RN • Barueri-SP • Campo Redondo-RN • Capela do Alto-SP • Carapicuíba-SP • Galinhos-RN • Ipuã-SP • Itaberaba-BA • Jaçanã-RN • Lagoa de Velhos-RN • Lindolfo Collor-RS • Mariana Pimentel-RS • Martinópole-CE • Paraná-RN • Poá-SP • Porto Alegre-RS • Reserva-PR • Riolândia-SP • Ruy Barbosa-RN • Santa Luzia-MA • Santa Rita de Cássia-BA • Santo Antônio do Jardim-SP • Terra Roxa-SP • Uruoca-CE • Vera Cruz-RN • Xangri-lá-RS
🇧🇷 BRASIL 🇧🇷 ✍ Mourão defende isolamento e diz que Bolsonaro não se expressou bem ✍ Decreto de Bolsonaro determina que lotéricas abram ✍ Presidente é alvo de panelaços, xingamentos e pedidos de renúncia ✍ Regina Duarte diz que Bolsonaro 'está certíssimo' sobre quarentena ✍ Ministro Mandetta diz que fica e vê 'grande colaboração' na fala de Bolsonaro ✍ Vice-presidente participa da primeira reunião do Conselho da Amazônia ✍ MP que criaria abono natalino para o Bolsa Família perde a validade ✒ Senado está disposto a liberar verbas para combate ao covid-19 ✒ Maia cobra do governo 'política séria' para proteger idosos pobres ✒ Câmara e Senado aprovam medidas para enfrentamento ao coronavírus ✒ Maia diz que investidores querem flexibilização de isolamento ⚖ Ministro do STF mantém MPs editadas para combater efeitos da pandemia ⚖ Ministro do STF, Alexandre Moraes suspende dívida de três estados com a União, BA, MA e PR ⚖ TJSP suspende decisão que proibia cultos religiosos no estado 📌 Governadores pedem aplicação de lei que prevê renda básica para todos os brasileiros 📌 Dois navios pedem ajuda ao Brasil para desembarcar passageiros 📌 Governador de Goiás, Ronaldo Caiado rompe com Bolsonaro 📌 Cientistas e médicos condenam discurso de Bolsonaro 📌 Crianças fazem cartinhas para agradecer profissionais da saúde 📍 Voluntários distribuem 40 toneladas de alimentos no Rio de Janeiro 📍 São Paulo pagará R$ 55 mensais a famílias de alunos carentes 📍 Sesc SP coloca estruturas físicas à disposição do estado 📍 Campanha arrecada R$ 23,5 milhões para compra de respiradores para hospitais paulistas 📍 Coletores de lixo recebem bilhetes de agradecimento em SP 🍀 Loteria: Sem vencedor, Mega-Sena sorteia R$ 2,5 milhões no próximo concurso: As seis dezenas sorteadas foram 05-09-24-27-33-46
🌎 INTERNACIONAL 🌍 🇫🇷 França retira tropas do Iraque por causa do novo coronavírus 🇬🇧 Reino Unido diz que meio milhão de pessoas pedem assistência 🇬🇧 Tribunal de Londres nega pedido de fiança de Julian Assange 🇺🇳 ONU lança apelo global de US$ 2 bilhões para ajudar países vulneráveis 🇺🇸 Senado dos EUA vota pacote de US$ 2 tri para combater coronavírus 🇺🇳 OMS diz que países devem usar tempo de confinamento para combater coronavírus 🇪🇬 Egito desinfeta área de pirâmides esvaziadas de turistas 🇻🇦 Jornal do Vaticano interrompe publicação diante de pandemia 🇷🇺 Putin adia votação de mudanças para se preservar no poder
🖤 MORTES 🖤 ✝ Stuart Gordon, diretor de 'A hora dos mortos-vivos, aos 72 anos ✝ Bill Rieflin, baterista do R.E.M, aos 59 anos ✝ Floyd Cardoz, chef do 'Top Chef', por complicações do coronavírus, aos 59 anos
🧫 CORONAVÍRUS (Covid-19) 😷 😷 Mortes por coronavírus sobem para 59 no Brasil; são 2.554 casos confirmados 😷 Há 1 mês, Itália resistia a ampliar restrições; hoje tem 7500 mil mortes 😷 Espanha tem 738 mortes em 1 dia, chega a 3.434 e ultrapassa a China 😷 França registra 1.331 mortos por coronavírus, aumento de 231 em 24 horas 😷 EUA registra mais de mil mortos e quase 70 mil casos 😷 Ao menos 25 dos 27 governadores manterão restrições mesmo após Bolsonaro pedir fim de isolamento 😷 SP vai construir hospital em 20 dias para casos de Covid-19 😷 Governo recebe doação de 25 mil máscaras de prevenção 😷 Bradesco, Itaú e Santander vão comprar 5 milhões de testes 😷 Secretário cita 'lacunas', mas propõe protocolo para uso de remédio contra a malária 😷 Hospital contratará 599 enfermeiros para o Pacaembu 😷 Criança sem sintomas ainda podem contaminar os mais velhos
💰 ECONOMIA 💲 💰 Ibovespa salta 17,9% em dois dias, maior ganho desde outubro de 2008; dólar cai a R$ 5,03 💰 Dow Jones sobe “apenas” 2,4%, após perder quase mil pontos na reta final com risco de atraso em pacote 💰 Empresas afetadas pelo coronavírus já podem pedir suspensão do pagamento ao BNDES 💰 Tesouro recompra R$ 35,5 bi de títulos públicos em março 💰 Dívida Pública Federal sobe 1,22% em fevereiro e vai para R$ 4,28 tri 💰 Refinarias da Petrobras reduzem produção com colapso do petróleo 💰 Petrobras espera que queda de preço da gasolina chegue aos postos 💲 Fundos têm captação líquida de R$ 11,9 bilhões em março até o dia 20, diz Anbima 💲 Rede disponibiliza maquininha adicional gratuitamente para varejistas 💲 JPMorgan reduz projeções para bolsas da América Latina; Ibovespa deve encerrar ano aos 80.500 pontos 💲 Fundos imobiliários de shoppings suspendem pagamentos de dividendos 💲 Banco Mundial e FMI pedem alívio de dívida para países mais pobres 💲 Contas externas têm saldo negativo de US$ 3,9 bi em fevereiro 📊 Indicadores: 🏦 Ibovespa 74955 pontos 📈 💵 Dólar Canadá R$ 3,543📈 💵 Dólar Comercial R$ 5,026📉 💵 Dólar Turismo R$ 4,83📉 💶 Euro R$ 5,432📉 💷 Libra R$ 5,924📉 💸 Bitcoin R$ 33.543,49📉 💸 Bitcoin Cash R$ 1.127,46📉 💸 XRP R$ 0,82📉 🔶 Ouro (g) R$ 261,41📉 ⚪ Prata (g) R$ 2,3279📉 💰 Poupança 0,245% a.m. 💰 Selic 3,75% a.a. 💰 CDI 3,65% a.a. 💰 IPCA a.m. fev/20 0,25% 💰 IPCA a.a. 2020 0,4605% 💰 IPCA acum. 12m 4,0049% ⛽ Petróleo Brent (barril) US$ 27.510📉 ⛏ Minério de Ferro 62% US$ 89,57 💨 Algodão (lp) R$ 291,22📈 🐂 Boi (@) R$ 199,50📈 ☕ Café (sc) R$ 589,87📈 🌽 Milho (sc) R$ 59,49📉 🥚 Ovos (30 dz) R$ 102,16↔️ 🥜 Soja (sc) R$ 99,69📈
🔬 CIÊNCIA, TECNOLOGIA & SAÚDE 💓 💓 Ministério da Saúde diz que vacina faltou onde público não prioritário foi atendido 💓 Cafeína aumenta capacidade de resolver problemas, mas não criatividade 🔬 Fósseis raros de 3 espécies de pterossauros são encontrados no Marrocos 🖱 iFood anuncia desconto de comissões e antecipação de repasse dos pagamentos para restaurantes da plataforma
🏆 ESPORTES 🏆 ☑ Capitão do Valencia lamenta que jogo da Champions possa ter disseminado coronavírus entre a torcida ☑ Técnico da seleção brasileira de esgrima morre com suspeita de coronavírus aos 79 anos ☑ Corinthians ganha homenagem com nome de avenida perto da Arena ☑ Com futebol paralisado, Flamengo coloca funcionários em férias coletivas ☑ Seleção da Espanha oferece instalações e funcionários para a saúde
🎭 ARTE & FAMA 🌟 🎙 Metallica reagenda turnê pelo Brasil para dezembro 🎙 Ed Sheeran não deixará de pagar funcionários durante surto de coronavírus 🎙 Jackson Browne, estrela do rock de 71 anos, está com covid-19 🎙 Fundação de Michael Jackson doa mais de R$ 1,5 mi contra a covid-19 🎙 Harry Styles e Camila Cabello adiam turnê europeia por causa do coronavírus 📺 Tamanho Família tem gravações suspensas 📺 Produtora de novelas da Record demite todos os seus funcionários 📺 Coordenadora do Cidade Alerta, na Record, é confirmada com coronavírus 🎞 Diretor de Bacurau disponibiliza seu primeiro filme gratuitamente
🔎 #FAKENEWS: Não é verdade que Toffoli, Maia e Alcolumbre criaram a quarentena em um pacto para derrubar Bolsonaro. Fonte: Boatos..org
🛳 TURISMO ✈️ 🎒 Conheça Itabuna-BA: A Capital do Cacau, no sul do estado da Bahia está a cerca de 430 km da capital, é a quinta cidade mais populosa do estado. A cidade de Itabuna, em conjunto com o município vizinho de Ilhéus, forma uma aglomeração urbana classificada pelo IBGE como uma capital regional B, exercendo influência em mais de 40 municípios que juntos apresentam pouco mais de um milhão de habitantes. A região servia como principal ponto de passagem de tropeiros que se dirigiam a Vitória da Conquista. Na região cortada pelo rio Cachoeira, surgiu o Arraial de Tabocas, em meio à mata que então era desbravada. O nome Tabocas, segundo a tradição, deve-se a um imenso jequitibá, de cuja derrubada fora feita uma disputa, sendo aquele o "pau da taboca", ou seja, da roça que se abria. Itabuna se destaca pela vasta cultura, com grupos de teatro, grupo de capoeira, dança e bandas musicais com trabalho autoral expressivo de diferentes gêneros. Itabuna é um centro regional de comércio, indústria e de serviços. Sua importância econômica cresceu no Brasil durante a época áurea do cultivo de cacau, que, por ser compatível com o solo da região, levou-a ao 2º lugar em produção no país, exportando para os Estados Unidos e Europa. A cidade é um importante entreposto comercial do estado situado às margens da BR-101 e BR-415 e hoje se destaca com indústrias de grande porte, consolidando como polo médico, prestador de serviços e de educação. O município conta com Shoppings, um dos maiores do interior da Bahia. Fonte: Guia do Turismo Brasil
📚 FIQUE SABENDO... ...Por que o prêmio recebeu o nome de Oscar? ⁉️ Até 1931, o troféu, era chamado apenas de estatueta. Nesse ano, conta a lenda, a bibliotecária da Academia, Margaret Herrick, ao observar a estatueta em cima da mesa de um dos diretores da Academia, comentou: "Nossa, parece meu tio Oscar". Ela se referia a Oscar Pierce, um fazendeiro do Texas. O crítico de cinema Sidney Skolsky ouviu a brincadeira e a publicou. O nome pegou. O Troféu imprensa, cópia fiel do Oscar, foi criado em 1958 para premiar os melhores da TV Brasileira. Fonte: O Guia dos Curiosos
📖 BÍBLIA: Confia ao Senhor as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos. Provérbios 16:3 🙏
Que seu dia seja como a vontade de DEUS: bom, perfeito e agradável!! 🥖
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2020.02.26 21:37 CommissionerTadpole Dicas em como conseguir trabalho no exterior? (Ou pelo menos como sair de uma família tóxica)

Bom dia, peço perdão em adiante pelo post extremamente longo. Esse thread é meio que uma mistura de uma pergunta com um desabafo.
Eu sou uma menina trans de 20 anos, convivendo em um ambiente não muito saudável à saúde mental; para resumir, meu pai apresenta condições bipolares e narcisistas, e morar com ele é comparável com dormir com uma bomba-relógio embaixo da cama, pois ele costuma explodir de raiva por motivos pequenos, e algumas vezes nem por minha culpa, simplesmente querendo descarregar o estresse do trabalho em cima de mim, e isso sem falar de vários casos de abuso psicológico que vêm acontecendo desde 2004. Também não ajuda que os meus pais são da moda antiga, onde a palavra deles é a Lei desde que eu esteja morando em baixo do teto deles, e falam que lívre arbítrio e independência não são um direito humano, mas sim um privilégio que eu não mereço ter.
A questão é que eles pegam isso e transformam em um catch-22; eu não tenho direito de conduzir minha própria vida pois eu ainda moro na casa deles, mas eu não posso sair da casa deles e ter meu próprio emprego pois eu não o direito de conduzir minha própria vida, já que eu ainda estou morando na casa deles... consegue ver o que isso implica? Eu já tenho qualificações para ter um trabalho que não seja de salário mínimo, pois eu fiz ensino médio em uma escola técnica federal (especificamente, um curso de informática, pois desde quando entrei já era meu sonho desenvolver meus próprios jogos), e logo sou formada como técnica de informática. Também sou fluente em inglês. Mas meu pai age como se eu não tivesse formação alguma, e sempre me ameaça a me pôr para trabalhar em um emprego de salário mínimo e péssimas condições (como pedreira, britadeira e outras do tipo) quando eu não cumpro as expectativas dele.
Basicamente, estou sendo forçada a fazer uma faculdade, queira eu ou não. Embora eu veja a faculdade como sendo algo importante, eu não consigo me ver indo bem em assuntos acadêmicos já que eu estou completamente gasta devido às pressões psicológicas que meu pai vêm pondo em mim (e o fato que minha mãe e o resto da minha família simplesmente ignoram o que acontece e dizem que eu só estou exagerando tudo), e também não ajuda o fato que fui praticamente roubada de uma oportunidade de ter ido a Portugal no fim do ano passado para meus pais conseguirem me por na faculdade, que só me fez sentir ainda mais presa e isolada. (Sem falar que meu pai simplesmente fica com muita raiva de mim quando eu menciono como fiquei triste sobre não poder ter ido para lá.)
Eu fiquei de saco cheio e cheguei ao meu auge essa semana, quando meu pai literalmente me ameaçou quando eu disse que não estava satisfeita com a faculdade e estava pensando em sair. Estive considerando pôr meu diploma de informática em uso e ver se eu conseguia algum emprego para me desgrudar da minha família (apesar de não ter gostado muito do curso, mas imagino que deve ter sido pelas mesmas condições que não estou gostando da minha faculdade: a depressão que sofro por causa da minha situação). Mas há vários problemas que me impedem de fazer isso diretamente.
Para início de conversa, eu francamente tenho que confessar que eu não faço idéia de como eu iria procurar e conseguir um emprego, ou até onde eu deveria começar à procurar, já que, em sua missão de me deixar perpetuamente dependente deles, meus pais nunca me ensinaram como fazer isso. Não é exagero; desde o ensino médio, quando tive que fazer estágio, meu pai me proibiu de fazer estágio em uma companhia - seja remunerado ou não - e me obrigou a fazer estágio dentro da minha própria escola, mesmo com os professores e conselheiros da escola avisando ele que não recomendavam fazer isso já que atrapalharia minhas oportunidades de conseguir um emprego no futuro devido a eu não ter um portifólio decente. (De fato, eu lembro que, no meu aniversário de 15 anos, quando comentei sobre a possibilidade de eu ter meu próprio trabalho e minha própria casa, meu pai riu da minha cara e disse que nunca iria deixar eu me mudar para fora da casa dele.)
Literalmente a única coisa que eu sei é que é possível agendar a carteira de trabalho online e que não custa dinheiro fazer isso (sendo que meus pais me disseram o oposto), mas também não sei direito como funciona o processo. Também ouvi falar sobre o LinkedIn, mas não conheço muito a respeito.
O outro problema é que, francamente, eu gostaria muito de conseguir uma oportunidade de emprego no exterior. (Preferencialmente em Portugal ou na Irlanda, já que gosto desses dois países.) Sei que isso torna as coisas muito mais difíceis e que eu deveria me concentrar mais em me safar da minha situação atual, mas há varios motivos por trás desse desejo meu... e dentre todos eles, dois deles se destacam:
• Salário. Não há segredo que a economia daqui está em um péssimo estado, e francamente, com eu só tendo um diploma de ensino médio e não tendo saúde mental para conseguir terminar a faculdade ou estudar para passar em um concurso público enquanto ainda estiver nessa situação, eu tenho medo se só conseguir um trabalho com salário mínimo que torne impossível eu ter dinheiro o suficiente para comprar ou alugar minha própria casa, ou que me acabe me forçando a viver perpetuamente na margem da pobreza. Claro, seria melhor que viver sofrendo de abuso doméstico, mas nessa situação, seria essencialmente trocando um mal pelo outro. Na Europa, não só o Euro está em uma situação muito melhor que o Real (que significa que até salário mínimo lá vai render mais do que o salário mínimo daqui), mas Portugal e Irlanda estão precisando muito de gente na área de informática, então seria muito mais fácil eu ter um emprego que pague bem lá comparado com aqui. (Sem falar que eu quero muito ter um Nintendo Switch e um 3DS/2DS, e ambos custam uma fortuna aqui no Brasil sendo que são muito mais baratos lá na Europa)
• Segurança. Tem o argumento óbvio de que lá tem muito menos crimes que aqui no Brasil, mas o que mais me atrai é a respeito de crimes de ódio. Como eu mencionei lá em cima, eu sou trans. Não fiz a transição ainda pois meus pais são conservadores e jamais iriam aceitar isso, mas caso eu me mudasse para fora da casa deles mas ainda continuasse morando no Brasil, eu ainda não iria poder fazer a transição pois não iria me sentir segura aqui, dentre todos os inúmeros crimes de ódio contra pessoas trans que vêm acontecendo aqui. (Sem falar que eu não arriscaria a possibilidade de acabar sendo demitida caso meu hipotético chefe seja uma pessoa preconceituosa.) Além de finalmente poder escapar dos abusos psicológicos e emocionais que meus pais vêm fazendo acima de mim, um dos maiores desejos que eu tenho à respeito de cair fora daqui é poder finalmente assumir o corpo e o nome que eu quero ter, algo que eu simplesmente não consigo me ver sendo capaz de conseguir se eu continuar aqui.
Além desses dois motivos principais, há vários outros motivos que me fazem querer me mudar para o exterior, como por exemplo, dificultar os meus pais de irem atrás de mim para ficar me importunando, e também o fato de lá ter um clima muito mais frio que o nosso (eu ODEIO o calor e sou uma masoquista em relação ao frio).
Mas enfim, o problema é que eu não sei se conseguir um trabalho nesses dois países seria fácil, ou até possível na minha situação atual. Eu não tenho passaporte, e nem um visto. (Eu ouvi falar que Portugal criou um visto específicamente para atrair brasileiros formados na área de informática, mas eu não sei como funciona o processo para obter esse visto, ou se inclui pessoas formadas no ensino médio-técnico ou apenas no nível superior.) Não sei se o processo para conseguir um emprego no exterior pode ser feito online mesmo não estando nesses países, ou se eu precisaria ir para lá primeiro. Não há muita informação à respeito disso.
Normalmente, o caminho lógico seria tentar conseguir um trabalho aqui primeiro para me livrar da minha família, e então juntar dinheiro para conseguir comprar um passaporte e pagar uma passagem de avião sem ter que depender de doações online. Mas, novamente, eu não sei se possuo uma qualificação boa o suficiente para conseguir um trabalho na área que pague o suficiente para eu conseguir sobreviver (seja aqui no Brasil, ou lá na Europa), e não muda o fato de que não sei como funciona o processo de aplicar para conseguir um emprego. (Novamente, tanto aqui quanto lá.)
Por acaso vocês poderiam me dar algumas dicas e esclarecimentos sobre o que eu devo fazer, tanto para conseguir um trabalho aqui quanto para conseguir me mudar para o exterior? (inclusive se dá para eu, por exemplo, conseguir emprego em uma empresa multinacional e depois pedir transferência para uma filial em outro país)
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2019.09.06 07:28 sacurama PayeerCoin ICO

PayeerCoin ICO

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Trading (Próximamente)
Q-1: ¿Cómo comercio?
Respuesta: Para comenzar a operar en Payeercoin Exchange, primero necesita fondos en su cuenta.
P-2: ¿Cómo cancelo mi pedido?
Respuesta: 'Compra instantánea' y 'Pedidos de venta' no pueden cancelarse una vez que haya hecho clic en los botones 'Comprar XXX' o 'Vender XXX'. 'Abierto
Los pedidos pueden cancelarse si no ha recibido ninguna operación en ellos. Si ha recibido intercambios parciales, puede cancelar
el restante...
Q-3: ¿Alguien puede comerciar con Payeercoin?
Respuesta: ¡Absolutamente! Payeercoin da la bienvenida a todos desde cualquier parte del mundo. Todos los usuarios deben tener un correo electrónico válido válido
dirección.
P-4: ¿Qué es una orden de compra o venta?
Respuesta: Los usuarios realizan pedidos de compra y venta para intercambiar entre dos monedas en nuestro 'Intercambio', que es un mercado de pares de intercambio.
Así es como se realizan todas las transacciones entre monedas en Payeercoin.
Q-5: ¿Cómo compro Criptomoneda?
Respuesta: Payeercoin Exchange le permite comprar muchas criptomonedas a través de nuestros varios mercados base activos (BTC, USDT,
PYC, LTC y ETH). Para comenzar, necesitará tener alguna criptomoneda en su cuenta para poder operar. Si usted tiene
criptomoneda en otro lugar, ...
P-6: ¿Por qué no se ha completado mi operación?
Respuesta: Si hay una orden de criptomoneda 'Open Trade' en su cuenta, su Trade no se completará hasta que otra
el usuario elige operar al precio de la moneda que ha establecido. TENGA EN CUENTA: Payeercoin no compra ni vende su criptomoneda
monedas, simplemente proporcionamos ...
PREGUNTAS MÁS FRECUENTES (FAQ)
Q_1: ¿Qué es PYC?
Respuesta: PYC ha creado una criptomoneda llamada "PYC", un tipo de activo digital que se utiliza para almacenar valor. El registrado
Los miembros del proyecto son conocidos grupos empresariales, entidades comerciales y comercio electrónico de todo el mundo. los
La comunidad Payeercoin (PYC), compuesta por muchos miembros, dará prioridad a la construcción de un "comerciante global
sistema de crédito ". Se espera que en los próximos tres o cuatro años, el comercio mundial generará un billón de dólares de
crecimiento anual incremental y promover la transferencia del comercio internacional tradicional restante al comercio digitalizado y
crear oportunidades comerciales anuales adicionales de billones de dólares. Todos nuestros miembros trabajarán juntos para construir un
ecosistema de comercio internacional equitativo y mutuamente beneficioso, y para compartir los enormes dividendos.
• tecnología blockchain
• Descentralizado
• Red de igual a igual
• anónimo
La tecnología Blockchain aporta nuevas soluciones a este dilema al transformar el intercambio tradicional de información de Internet.
en el valor compartido proporcionado por la confianza descentralizada. Por primera vez, tecnología distribuida de blockchain
proporciona registros de transacciones inmutables sin necesidad de garantías de intermediarios externos. Por primera vez,
El comercio internacional que involucra a múltiples participantes puede confiar en la misma fuente de datos y la lógica de negocios construida en el
fuente de datos.
Bitcoin, la primera generación de tecnología blockchain, proporciona la primera solución de pago transfronterizo de digital financiero
moneda sin intermediarios para servir al mundo. La tecnología blockchain de segunda generación Ethereum presentó el concepto de contrato inteligente donde el código
desempeña el papel de ley, lo que garantiza que los participantes no puedan anular y subvertir el contrato anterior y
lógica de negocios. El arbitraje legalmente regulado después del arbitraje de escena actualmente utilizado podría convertirse en un código previamente acordado.
La lógica empresarial como el financiamiento de la cadena de suministro, la carta de crédito, etc., puede ser parcial o incluso totalmente compatible con contratos inteligentes
que nadie puede romper
Además, los tokens basados ​​en tecnologías distribuidas pueden micro-medir el comportamiento comercial y la contribución de cada uno
interesado, transformando así a todos los participantes en una comunidad autónoma proporcionando incentivos o imponiendo
castigos Cada titular de Token preservará el valor del Token a través de sus propios esfuerzos mientras protege su propio
intereses. Al combinar los intereses de cada participante con los intereses de toda la comunidad, Token mejora el comportamiento
de todos los participantes Los creadores de normas comunitarias pueden inspirar y cambiar el comportamiento del comercio internacional existente
participantes formulando reglas para alterar todas las relaciones de producción.
P_2: ¿Cómo puedo participar en la venta de tokens PYC?
Respuesta: Regístrese en nuestro sitio web payeercoin.com y configure una cuenta de tablero. Una vez que inicie sesión, encontrará más
instrucciones sobre las etapas y el proceso de venta de tokens. Puede comprar tokens PYC solo a través de payeercoin.com. Nunca
a través de cualquier otro sitio web.
Q_3: ¿Por qué necesito registrarme?
Respuesta: Al registrarse, obtiene acceso a varias opciones y oportunidades en la plataforma. Puedes rastrear tu favorito
campañas, comentar, compartir, calificar y apoyarlos. Nunca te perderás la mejor oferta y descuento con nuestro
boletines!
Q_4: ¿Es segura la información de mi cuenta?
Respuesta: Sí, toda su información es 100% segura en nuestro sitio web, también el procesamiento de pagos está altamente encriptado
brindando mayor protección a nuestra base de datos de información. Si tiene alguna inquietud con respecto a nuestro sistema de protección,
visite nuestra Política de privacidad para obtener más información sobre la seguridad de la información en https://www.payeercoin.com/privacy.php
Q_5: ¿En qué monedas aceptamos para comprar PYC?
Respuesta: Para comprar monedas PYC, aceptamos las siguientes monedas:
Bitcoin (BTC)
Ethereum (ETH)
Perfect Money USD (PM)
Q_6: ¿Cómo obtener PYC?
Respuesta: Bono de registro, oferta inicial, minería, verificación de KYC, comisiones de referencia y muchas más oportunidades también.
Q_7: ¿Hay un período de bloqueo de PYC?
Respuesta: No hay período de bloqueo para la colocación pública.
Q_8: ¿Es solo el sitio de monedas PYC?
Respuesta: No, no es solo un sitio de monedas, sino también un sitio de comercio de criptomonedas (como binance.com o livecoin.net).
Nota: Para operar, establecemos nuestra propia tasa, que es mucho más alta que la tasa de cambio: 1 PYC = $ 4.00- $ 5.00.
Q_9: ¿Cuál es el suministro total de tokens PYC?
Respuesta: El suministro total es de solo 50,000,000 tokens de PYC para uso apropiado solamente. Esta moneda cambiará el sistema de comercio en
El mercado de las criptomonedas.
Q_10: ¿Cómo puedo mantener mis tokens seguros?
Respuesta: Nunca comparta sus contraseñas en línea. Utiliza un administrador de contraseñas.
Q_11: ¿Cuáles son las instalaciones de PYC?
Respuesta: El equipo de payeercoin.com tiene veinticinco años de experiencia en el comercio transfronterizo, y todos los miembros del equipo son
de más de 50 países, y hay cientos de socios en el mundo, incluidos.
1) Centros comerciales: ha cubierto el 20% de los 5000 centros comerciales en todo el mundo, cubriendo más de 10 millones de pequeños
y empresas medianas.
2) Centros de exposiciones: más de 20 centros de exposiciones fuera de línea O2O ubicados en América, Europa, Oriente Medio y
El sudeste de Asia.
3) Plataformas de comercio electrónico B2C y B2B: Incluyendo prendas de vestir, productos electrónicos, domésticos y agrícolas.
4) Pago: proveedores de servicios de pago y socios de servicios de banca digital de Nueva Zelanda, Japón, India y
Singapur.
5) Servicios de financiación del comercio: proveedores de servicios de financiación del comercio del Reino Unido, Australia, Nueva Zelanda, Japón, India,
Singapur y otros países.
6) Servicios de seguros: compañías o agentes de seguros que ofrecen todo tipo de seguros, incluidos bienes certificados, bienes
seguro de daños y demoras, logística, seguro de carga, seguro de crédito a la exportación.
Q_12: ¿Hay alguna billetera PYC?
Respuesta: Sí, después de completar ICO, con su teléfono inteligente, solo necesita descargar las aplicaciones móviles de PYC, y luego puede comenzar
transfiriendo dinero y haciendo cualquier pago con sus clientes, sus socios, sus proveedores ... Mediante el uso de aplicaciones PYC.
No es necesario llenar toneladas de formularios molestos que son opresivamente complejos y requieren mucho tiempo y pueden resultar en
un retraso en hacer negocios.
BILLETERO PYC:
Aquí hay algunos tipos de billetera que ofrecemos a nuestros usuarios:
• Billetera de escritorio: Windows, Linux, Mac
• Monedero web: Payeercoin.com
• Monedero móvil: aplicación de Android, aplicación de iOS
La aplicación de billetera móvil está diseñada con el más alto nivel de seguridad y es realmente una aplicación fácil de usar en la que confiaría
Y cumplir con su satisfacción.
Q_13: ¿Hay alguna negociación PYC y cuándo comenzará la negociación?
Respuesta: Sí, puede comerciar y obtener ganancias en el intercambio PYC. Justo después de la ICO, abriremos el intercambio PYC, así que usted
puede comerciar y comprar PYC. También puede comerciar a través de nuestros pisos asociados, los pisos asociados se introducirán después de la ICO.
El comercio comenzará desde PYC a otras monedas alternativas / criptomonedas (como BTC, ETH, XRP, LTC, USDT, etc.) y otras
altcoins / cryptocurrency a PYC. En primer lugar, comenzamos alrededor de 300-350 altcoins para el comercio.
Q_14: ¿Qué son ICO y pre-ICO?
Respuesta: ICO u Initial Coin Offering es un mecanismo para recaudar fondos, bajo los términos de los cuales se venden tokens digitales por
Varias criptomonedas líquidas. Por lo general, se distribuyen tres tipos diferentes de tokens: moneda virtual, utilidad y
equidad. Las monedas virtuales generalmente son monedas con su propia cadena de bloques, que se utilizan como una opción de pago con varias características.
Los tokens de utilidad se usan solo en sus respectivos proyectos, proporcionan bonificaciones o se usan para pagar los servicios. Fichas de equidad, o
valores, ofrecer dividendos u otros medios de ganancias, una participación en una empresa o un derecho de voto. Apoyo de patrocinadores
campañas ahora para obtener algún beneficio más adelante. Pre-ICO: una etapa anterior a la ICO (etapa principal), recaudación de fondos para
proyecto. Pre-ICO se lleva a cabo para probar y verificar la demanda del proyecto, obtener apoyo de la comunidad y expandirse
El presupuesto para la comercialización ante el principal ICO. No todos los proyectos llevan a cabo una pre-ICO. .
Q_15: ¿Qué es KYC y para qué sirve?
Respuesta: KYC ("conoce a tu cliente / cliente / contraparte") y AML ("anti-lavado de dinero") son dos elementos clave de
Procesos modernos de cumplimiento legal. Estas revelaciones tienen varios propósitos: impuestos por los reguladores, ayudan a evitar
financiación cuestionable de regímenes de dictadura, soborno y operaciones de tráfico de drogas, y cualquier fundador sería
feliz de dejar a un lado este tipo de inversores; aplicados por proyectos, ayudan a apuntar a la base de clientes adecuada, aumentar
financiación solo de aquellos tipos de inversores con los que el proyecto es elegible para trabajar, no se enfrentan a reembolsos posteriores a la ICO, tienen
prontas estadísticas geográficas e incluso demográficas; Para los inversores, KYC se convierte en una parte rutinaria de las criptomonedas
operaciones, si estamos hablando de intercambios donde los límites de depósito y retiro se establecen en función de la precisión de
sus datos personales, o la planificación de la declaración de impuestos y el uso posterior de las ganancias comerciales; en una nota separada, vale la pena saber
que los iniciadores de proyectos no se esconden detrás de personalidades falsas y, por lo tanto, existe un menor riesgo de que desaparezcan en el
azul (aunque esto no funciona de manera mágica en los modelos de negocio de los proyectos y las implementaciones de mapas de ruta). PYC tiene como objetivo
Implementar un sistema integral compatible con las necesidades y requisitos de cada parte involucrada en el proyecto
iniciación, recaudación de fondos, distribución de tokens, asignación de recompensas y bonificaciones. En otras palabras, una vez que pasa el
KYC de la plataforma, puede operar con su personalidad / ID digital sin ser interrogado nuevamente.
Q_16: ¿PYC ejecuta algún concurso?
Respuesta: Ofrecemos concursos para nuestros orgullosos usuarios. Obtendrán 100 USD para el concurso de referidos, la compra del concurso PYC, el comercio
concurso individualmente. Actualmente, el concurso de referencias y el concurso de compra de PYC se están ejecutando.
Q_17: ¿Tiene un programa de afiliación?
Respuesta: Sí, tenemos varios tipos de programas de afiliación. El programa básico está diseñado para atraer clientes en línea. Ahi esta
También una oferta especial para socios que desean abrir una oficina de representación o un centro de llamadas y adquirir clientes tanto en línea
y fuera de línea. Si alguien quiere convertirse en representante, contáctenos sin dudarlo.
Haga clic aquí https://www.payeercoin.com/contact.php para contactarnos, pagamos hasta el 15% de las comisiones. La cantidad de
Estos pagos dependen de sus líneas descendentes.
Q_18: He recibido una bonificación. ¿Puedo usarlo para comerciar?
Respuesta: Sí, la mayoría de las bonificaciones en nuestra empresa son referencias y bonificaciones comerciales, lo que significa que pueden convertirse en parte
de un requisito de margen si no se han especificado términos alternativos.
Q_19: ¿Qué es el reembolso de PYC?
Respuesta: Según el contrato inteligente de PYC, el 3% de todos los fondos aceptados por el agente de cifrado de sus clientes son
distribuido proporcionalmente entre los titulares de tokens mensualmente. Este programa se lanzará el 01-08-
  1. En detalles próximamente ........
Q_20: ¿Por qué crees que PYC aumentará de precio?
Respuesta: PYC cuenta con el respaldo de un verdadero negocio de corredores de cifrado; Los clientes pueden pagar los servicios de la compañía con estos tokens; PYC
tiene un potencial de inversión como parte del programa de devolución de efectivo.

Para obtener más información, haga clic en el siguiente enlace:

Author: sacurama
My Bitcointalk Profile: https://bitcointalk.org/index.php?action=profile;u=2210207
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2019.04.12 01:43 KokishinNeko Eureddision - 2019

Como anunciado anteriormente, a organização do Eureddision convidou o /portugal para participar no concurso anual. Tivemos ainda uma edição especial 1985-1999 no mês passado.
Caso pretendam participar, seguem as regras como habitualmente:

Regras

Participantes

Foi abandonada a opção Resto da Europa (experimental na edição especial), precisamente para evitar conflitos. No entanto, permanecem como júri na votação final, também aberta a países que não participam.

Prazos

Detalhes aqui. Cumprir os prazos é responsabilidade dos subs, tanto da moderação como dos utilizadores, podem chatear-nos via modmail se nos atrasarmos.

Obrigado

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2019.02.12 19:52 consultorseobiz O que é uma tradução juramentada?

O que é uma tradução juramentada?

O que é uma tradução juramentada?


O que é uma tradução juramentada
Uma tradução juramentada é basicamente uma tradução feita por um tradutor juramentado. Um tradutor juramentado é um tradutor que prestou juramento no tribunal ou em outro estabelecimento do governo. Os tradutores no Brasil precisam de certificados e aprovação em concursos específicos! Isso acontece também na Europa e na Ásia. Por exemplo, na Espanha, os tradutores são certificados e empossados ​​pelo Ministério das Relações Exteriores. Na Alemanha, os tradutores jurídicos geralmente prestam juramento nos tribunais regionais. Na Rússia, os tradutores estão quase intrinsecamente ligados a notários, aos quais juram e assinam sua identidade. Se você estiver viajando para um desses países onde são necessárias traduções juramentadas de seus documentos, considere a Fast Translation como eles reuniram equipes de tradutores juramentados de todo o mundo!
Esperamos que tenham gostado do nosso super post sobre tradução juramentada!
Deixe abaixo seu comentário, dúvida ou sugestão, ok?
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2018.12.10 21:59 getupidiomas Bruselas regala bonos gratis para descubrir Europa en tren a 12.000 jóvenes.

Bruselas regala bonos gratis para descubrir Europa en tren a 12.000 jóvenes.
Se abre la segunda ronda, en la primera se concedieron 15.000 bonos, del programa DiscoverUE. Esta es una iniciativa de la Comisión Europea (CE) que regala billetes de tren con el objetivo de descubrir Europa.
Para esta temporada, unos 12.000 jóvenes europeos tendrán la oportunidad de viajar gratis por Europa.

https://preview.redd.it/pehiwa4bli321.jpg?width=640&format=pjpg&auto=webp&s=948538f0cabe5ed37ba18ce59973c1e6b3893d89
¿Objetivo? Ofrecer a los más jóvenes la posibilidad de tener una primera toma de contacto con Europa, la oportunidad de conocer una Unión Europea muy diversa pero con muchas similitudes y un objetivo común.
¿Requisitos? Tener 18 años (jóvenes nacidos en los países de la UE entre el 1 de enero y el 31 de diciembre del 2000).
¿Plazo? Hasta el 11 de diciembre para cumplimentar solicitudes.
¿Periodo de viaje? Entre el 15 de abril y el 31 de octubre del próximo año 2019.
¿Obligaciones? Convertirse en embajadores, compartir las experiencias a través de sus redes sociales utilizando el hashtag #DiscoverEU y que den visibilidad a sus anécdotas a través de fotos y vídeos. Además, para incentivar la difusión, la iniciativa ha puesto en marcha un concurso que da la oportunidad de ganar un vale de 100 euros para tiendas de viajes: solo deben postear sus mejores momentos indicando su ubicación.
De Dinamarca a Hungría pasando por Croacia o Italia, fueron aproximadamente 1.300 los jóvenes españoles que pudieron disfrutar de esta experiencia en la anterior convocatoria.
DiscoverEU permite planificar un viaje que dure entre un día y un mes, con un itinerario que puede ser flexible o fijo. En su mayoría, los afortunados deciden agotar el tiempo y prefieren improvisar, lo que les permite visitar un mayor número de países y disfrutar también de la experiencia del recorrido en los vagones del Interrail, que permite elegir entre más de 40.000 destinos en 30 países.
No obstante, para muchos es la primera experiencia viajando solos y prefieren hacerlo en grupo. En este sentido, DiscoverEU les ofrece la posibilidad de viajar junto a un máximo de cuatro amigos.

La Comisión Europea ha propuesto asignar 700 millones EUR para DiscoverEU en el marco del futuro programa Erasmus en el próximo presupuesto a largo plazo de la UE (2021-2027). Si el Parlamento Europeo y el Consejo están de acuerdo con esta propuesta, otro millón y medio de jóvenes de dieciocho años podrán viajar entre 2021 y 2027.

https://www.getupidiomas.com/blog-cursos-idiomas/viajes-de-idiomas/becas-para-estudiabruselas-regala-bonos-gratis-para-descubrir-europa-en-tren-a-12-000-jovenes/
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2018.12.05 23:36 alforo_ El lugar más peligroso para una mujer es su hogar

Los datos indican que más de la mitad de las mujeres victimas de violencia de género son asesinadas por su pareja o parientes cercanos
Es una realidad en todo el mundo: el mayor peligro que pueden enfrentar las mujeres está en sus propios hogares, de acuerdo con un nuevo informe sobre homicidios en el mundo realizado por la Oficina de las Naciones Unidas contra la Droga y el Delito.
En 2017, más de la mitad de las mujeres víctimas de homicidio fueron asesinadas por su pareja o parientes cercanos, según el informe. Además, los investigadores concluyeron que los esfuerzos realizados en algunos países para frenar estos asesinatos mediante nuevas estrategias jurídicas y programas sociales no han logrado avances tangibles.
El reporte, publicado el 25 de noviembre para coincidir con el Día Internacional de la Eliminación de la Violencia contra la Mujer, analizó cómo se relaciona la violencia contra las mujeres y las niñas con su estatus y su papel en la sociedad.
Asesinar a una mujer es “un acto letal a lo largo de un continuo de discriminación y abuso basados en el género”, escribió Yury Fedotov, director general de la agencia, en el prólogo del informe. Estas son cuatro conclusiones destacables del reporte.
La mayoría de las víctimas de asesinato son hombres. Sin embargo, es mucho más probable que las mujeres mueran a manos de los allegados más cercanos.
Al analizar los datos, el informe determinó que aproximadamente uno de cada cinco homicidios es perpetrado por una pareja o un familiar cercano, y las mujeres y las niñas conforman la mayoría de esas muertes.
De las casi 87.000 mujeres reportadas como víctimas de homicidio doloso en todo el mundo durante 2017, alrededor del 34 por ciento fueron asesinadas por su pareja y el 24 por ciento por un familiar.
El índice más elevado de mujeres que murieron a manos de su pareja o parientes se encontró en países africanos (una tasa de 3,1 víctimas por cada 100.000 mujeres), seguidos de naciones del continente americano (con una tasa de 1,6 víctimas por cada 100.000 personas de la población femenina). El índice más bajo fue el de Europa (0,7 víctimas).
Los datos en la actualidad incluyen ciertas salvedades.
Los investigadores indicaron que no es posible registrar con precisión los asesinatos relacionados con el género que ocurrieron durante conflictos armados, por lo que las cifras verdaderas en ciertas regiones podrían ser mucho más elevadas de lo que señala el informe. Asimismo, los datos no incluyen los homicidios irresueltos que posiblemente se hayan dado por el género de la víctima, y los analistas dijeron que muy a menudo la violencia contra la mujer no se reporta.
El informe tampoco dejó claro de qué manera ni si tomó en cuenta la violencia en contra de las mujeres transgénero en las estadísticas. Un vocero de la oficina de las Naciones Unidas no respondió a la petición de comentarios al respecto.
Jodie Roure, profesora en el John Jay College en Nueva York y quien ha realizado investigaciones exhaustivas sobre la violencia contra la mujer, recalcó que las prácticas de recopilación de datos varían de un país a otro.
“Estos datos tienen ciertas limitaciones”, explicó Roure. “¿Son un reflejo del panorama completo? No, pero lo importante es hablar al respecto, porque hace poco tiempo no lo estábamos haciendo”.
La culpa la tiene el sexismo; las mujeres también pueden ser perpetradoras.
A la raíz de la violencia doméstica contra las mujeres y niñas están las normas sociales que imponen que el hombre tiene autoridad del hombre para controlar a la mujer. Investigaciones al respecto que cita el estudio de la ONU revelan que los hombres y los niños que se atienen a las perspectivas estereotípicas sobre los roles de género —por ejemplo, que los hombres necesitan tener sexo más que las mujeres o que los hombres deben dominar a las mujeres— son más propensos a ser violentos con su pareja.
El reporte encontró que los hombres que matan a su pareja de sexo femenino por lo general mencionan haber tenido problemas con el alcohol, celos y miedo al abandono. En cambio, las mujeres que habían matado a su pareja de sexo masculino con frecuencia mencionaron que habían soportado largos periodos de violencia física a manos de esa pareja.
A pesar de tratarse de casos excepcionales, las mujeres también pueden ser responsables de la violencia de género. Por ejemplo, puede que algunas parientes cometan homicidios por honor, en los que las familiares asesinan a una niña o mujer por supuestamente haber deshonrado a su familia.
Existen muchas otras motivaciones detrás de los asesinatos por razón de género, a decir del informe. Entre ellas están la orientación sexual o la identidad de género de la víctima; las amenazas que enfrentan quienes hacen trabajo sexual; en el sur asiático puede ser por disputas sobre las dotes matrimoniales, o incluso acusaciones de brujería en África, Asia y las islas del Pacífico.
Algunos países ya tienen leyes en contra del feminicidio, pero no se ha llegado a un consenso sobre lo que significa ese término.
La palabra feminicidio se acuñó por primera vez en la década de 1970 en referencia a los asesinatos de mujeres y niñas. En años recientes, ha habido insistencia, en particular en Latinoamérica, en que se utilice el concepto con el fin de crear nuevas categorías legales y políticas públicas.
El año pasado, el presidente de México, Enrique Peña Nieto, hizo un llamado en su país para erradicar “una cultura machista profundamente arraigada”, que “a fin de cuentas en verdad genera violencia en contra de las mujeres”. Después del asesinato de una mujer que fue parcialmente filmado, los brasileños usaron las redes sociales para exhortar a la gente a intervenir y detener la violencia doméstica. En Perú, las participantes de un reciente concurso de belleza montaron una protesta; enumeraron las estadísticas sobre los feminicidios en vez de dictarles sus medidas a los jueces.
En septiembre, la Unión Europea y las Naciones Unidas lanzaron un programa conjunto dedicado a combatir el feminicidio en América Latina. Sin embargo, el informe de la Oficina de las Naciones Unidas contra la Droga y el Delito descubrió que no existe una definición estandarizada del término, lo cual ha derivado en una gran diferencia en las prácticas jurídicas y de recopilación de datos.
Los nuevos programas y leyes han logrado sensibilizar al público con respecto al tema, aunque la cantidad de estos asesinatos no ha disminuido en comparación a 2012, cuando Naciones Unidas realizó un estudio similar. No obstante, el informe concluye que se deben tomar más medidas a fin de ofrecer más servicios para las mujeres, así como cambiar las convenciones culturales.
“Una ley por sí sola no es suficiente”, comentó Roure. “Debe haber una estrategia integral y holística”. http://www.rebelion.org/noticia.php?id=249843
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2018.08.15 07:56 EspacioBit Flash Informativo: Manipulación del mercado y exceso de FUD en Bitcoin – Episodio 51


Territorio Bitcoin ha lanzado un nuevo episodio de su Poscast semanal conducido por Fernando Molina desde España, de donde se repasará la actualidad del mercado Bitcoin, las expectativas para la próxima semana con la aprobación de los ETF del CBOE, los meetups que están en el calendario y los datos del concurso para ganar unas camisetas exclusivas.
Cada semana Territorio Bitcoin publica un nuevo Podcast con información de primera mano, que todo trader debe conocer a fin de tomar las decisiones acertadas durante sus próximas operaciones dentro del mercado de las criptomonedas.
En este Podcast número 51, Fernando nos habla principalmente del estado del mercado de las criptomonedas y la manipulación importante que bajo la que se encuentran sometidos los criptoactivos. También Fernando comenta que la manipulación del mercado al ser globalizada, proviene de diferentes países y actores, que al ser un pequeño mercado es fácilmente manipulable. Según CoinMarketCap, el mercado de los criptoactivos es de $200 mil millones de dólares y aunque parece una cifra alta, hay más de 100 fondos de inversión que superarían ampliamente ese capital y que hasta ahora invierten en el mercado Forex, Oro Petróleo y diferentes fuentes de financiación, hasta ahora porque para Fernando todo este movimiento y fluctuaciones que lleva sufriendo cada semana el mercado, son movimientos de estas grandes ballenas colocándose en su posición. Pero también Fernando llama la atención a que como llevan diciendo muchísimos expertos en Wall Street y diferentes medios de comunicación de tipo económico en Europa y Asia, sobre la expectativa de que viene una fuerte crisis monetaria y que va afectar al Dólar principalmente y aunque sin duda esta crisis en su camino destructivo se va a llevar a varias economías emergentes que apostaron en su día por endeudarse en dólares precisamente como el caso de Turquía. Pero lo importante a tomar en cuenta, es que históricamente con cada crisis monetaria global, el Bitcoin ha dado un salto como inversión Refugio o de soporte frente a las pérdidas en los mercados tradicionales. Si bien es cierto que el Bitcoin ha bajado desde los $20000 dólares de su máximo en diciembre, actualmente su valor se encuentra entre los $5500 y los $6500 dólares durante varias semanas o meses. No No obstante Fernado señala que se ha visto que hay un fuerte valor de resistencia sobre los casi $6000 dólares que es donde se han ido posicionando las ballenas y dónde los meses de marzo y de abril pasados varios fondos soberanos y fondos de inversión muy potentes hicieron compras fuera del mercado en cantidades de cientos de miles de Bitcoin. Esta operación que se situó entre los $5000 y $5500 dólares, hace prever que cualquier precio que baje de esa posición es automáticamente comprado nuevamente, algo que evidentemente estos fondos no van a querer ni permitir que se baje el valor de Bitcoin por debajo de su precio de compra. De hecho, éstos fondos tienen capacidad más que de sobra para mantener el precio a su antojo, por lo que ahora mismo no debe preocupar para nada que el Bitcoin esté en esta horquilla de los $6000 dólares. Obviamente, Fernando afirmó de nuevo que se está manipulando el mercado, pero mantiene que el ETF del CBOE de Bitcoin que se aprobará el próximo 30 de septiembre llevará al mercado a reventar literalmente porque se verá acompañada de grandes noticias relacionadas con proyectos de empresas multinacionales que crearán un FOMO “Fear Of Missing Out”​ brutal para fin de año


Esta semana Fernando, tampoco olvida a Facebook como uno de esos creadores de FOMO con la compra encubierta de Coinbase y además de la gestión de licencias bancarias para operar. Pero hay que estar atentos a Google o Apple o proyectos la sombra como los que maneja Elon Musk y Tesla, su sueño de Hyperloop al que se sumó Richard Branson dueño de Virgin. De hecho, Richard Branson además es uno de los grandes inversores del Bitcoin desde el comienzo, cuando Virgin empezó a aceptar Bitcoin en sus tiendas desde 2013. De esta forma, Fernando infiere que tanto Virgin Airlines como Virgin Galactic que por ejemplo permiten desde 2013 pagar vuelos intercontinentales o visitas al espacio con Bitcoin, puede que motivado a esta asociación indirecta o directa con el Elon Musk y la adhesión del proyecto que ahora se llama Virgin Hyperloop One, pueda traer en un futuro muy cercano algo que ver con Blockchain.

En otras ideas Fernando también se ocupa de resaltar en el Podcast que Bitcoin es la única inversión que está resultando estable con respecto el resto de las Altcoin que han sufrido una masacre brutal con caídas de más de 60 al 80% de su valor no sólo máximo sino valor medio. Eso si, también informa expresamente “_que que invertir en Bitcoin es de alto riesgo_“. En ese sentido Fernando aclara que de nuevo están corriendo en los medios versiones que señalan que las criptomonedas deben ser tributadas y en consecuencia el expresa su clara posición al respecto, pues a su parecer quienes tienen a su cargo la creación de normas tributarias no comprenden la mecánica de las criptomonedas y no tienen asesoría técnica especializada. Luego Fernando en ese mismo orden de ideas, criticó un par de notas publicadas en medios dedicados a la economía que claramente tampoco poseen asesoramiento técnico ni conocen el funcionamiento del mercado de criptoactivos, por lo que en este Podcast podrás escuchar la respuesta de Fernando a sendos artículos relacionados con el Bitcoin publicados por medios de algo nivel económico que cometen errores al elaborar las noticias y que pareciera que buscan generar FUD “Fear, Uncertainty and Doubt” en los mercados.

En cuanto a Meetups y Conferencias, Fernando Molina ya comentaba la semana pasada, que esta semana se celebraba en la ciudad de Las Vegas, EE.UU., en el Mandalay Bay el evento Blockchain ChainXChange, que para hoy miércoles 15 después de 3 días de grandes ponencias se cierra con la intervención de Steve Wozniak el fundador de Apple junto a Steve Jobs. Pero como éste evento ya no se puede asistir, Fernando trae varios eventos de primer nivel para agregar a la agenda. Empezando, el próximo 05 y 06 de octubre en la ciudad de Andorra se celebrará el primer Congreso Internacional sobre Tecnología Blockchain CIBTC el Principado de Andorra con una capacidad reducida cuatrocientas (400) personas y con grandes proyectos de toda Europa e incluso alguno americano y asiático, así que en pocas semanas ya tendremos los acuerdos definitivos y podremos ir avanzando más información de uno de los eventos más grandes realizados en el norte de la Península ibérica sobre tecnología Blockchain.
Luego, en el mes de noviembre, atención porque se llevará a cabo el mayor evento de Europa y tal vez del mundo relacionado con la tecnología se trata del Web Summit de Lisboa los días 5 al 11 de noviembre con más de 70.000 entradas vendidas ya y más de 1200 ponencias de más de 170 países, con unos números de auténtico vértigo que avalan uno de los eventos más interesante del año, que se celebrará en el Altice Arena de Lisboa y en donde simultáneamente se van a celebrar 25 conferencias de distintos tipos de tecnología por lo que respecta a Blockchain de Bitcoin la más importante sería la Money Conf dónde van a exponer grandes voces de la industria desde Max Levchin sin uno de los fundadores de PayPal a Robert (Bob) Greifeld ex-CEO del Nasdaq, el famoso inversor Timothy Cook Draper mejor conocido como Tim Draper, Francisco González Rodríguez Presidente de BBVA como banco español más representado en una conferencia sobre futuro del dinero. Todos ellos juntos a otros nombres como Jon Matonis director y fundador de la fundación Bitcoin o Joseph Lubin fundador de ConsenSys y co-fundador junto a Vitalik Buterin de Ethereum. El Web Summit es uno de los grandes eventos a nivel global, sin duda con un cartel impresionante en cuanto a ponencias de interés y una capacidad de atracción de visitantes de alto nivel mundial realmente espectacular con más de 70.000 entradas vendidas a un precio de unos 675 € cada una y con antelación, una auténtica locura.

Y en cuanto al sorteo de las camisetas, Fernando indica que ya hay casi 100 personas apuntadas al sorteo de las camisetas del capítulo 50 del podcast Territorio Bitcoin por lo que tomaron al decisión de sortear 20 camisetas, agregando otro en diseño especial para las damas que tengan la suerte de que les toque en el sorteo en color Rosa. Hoy miércoles si da tiempo, se mostrarán los diseños en la cuenta de Twitter, así que todavía están a tiempo de participar antes del próximo lunes por la mañana fecha en que se realizará el sorteo.
Territorio Bitcoin, tiene un (Podcast semanal) con Noticias de Bitcoin, Blockchain, Fintech, Altcoins, Minería de Criptodivisas, Inversiones y mucho más contenido sobre este apasionante mundo. Además, en los Podcast de Territorio Bitcoin, podrán encontrar acertados comentarios con las cotizaciones más importantes en los exchanges, los meetup en agenda, conferencias y otras presentaciones relevantes de los próximos días.
Te invitamos a escuchar los Podcast en español!!
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Te invitamos a seguirnos por las redes y a suscribirte a nuestro canal de YouTube: http://bit.ly/2q7WK7w, Twitter: http://bit.ly/2qJyID0, Facebook: http://bit.ly/2r7kmx9, Pinterest: http://bit.ly/2q7yQt4, Google+: http://bit.ly/2rrVrEt, Instagram: http://bit.ly/2rHWsol.
La entrada Flash Informativo: Manipulación del mercado y exceso de FUD en Bitcoin – Episodio 51 se publicó primero en EspacioBit.
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2018.07.22 06:58 Severianes ¿Cómo se hace la ciencia?

Publiqué esto como hilo en Twitter, y dado que tuvo buena repercusión, decidí traerlo acá, para difundirlo un poco mas. Alli vamos:
La carrera científica, las publicaciones, las becas, la evaluación, y todo eso. Y CONICET, claro.

El trabajo científico

Primero que nada ¿cómo trabaja un científico?
La literatura y el cine han creado una imagen romántica del genio, que dedica su inteligencia durante años a un problema, en general uno de aplicación práctica inmediata, y lo termina resolviendo por sí solo, revolucionando el mundo...
Y no es así, ni nunca lo fue.
Muy pocos científicos en la historia trabajaron aislados, solos, sin interactuar frecuentemente con sus colegas. Pensando ejemplos sólo se me ocurre Mendel, descubridor de las leyes de la genética, quien era monje de clausura. Incluso Darwin, que viajó solo por años, publicó su teoría después de discutirla con muchos colegas.
Pocos científicos hacen una contribución tan original que no estuviera flotando en el aire en los años previos. Incluso Einstein, a quien se romantiza como un visionario trascendental, usó transformaciones de coordenadas que habían sido descubiertas por Lorentz.
Casi ningún científico dedica su carrera a resolver un problema práctico de utilidad inmediata. Esos problemas o bien ya están resueltos, o bien son casi imposibles. A nadie le gusta vivir frustrado. La leyenda de Tesla, por ejemplo, lo deforma confundiéndolo con un ingeniero.
En la realidad, los científicos trabajamos en colaboración, en problemas altamente específicos y muy técnicos, cuya respuesta se sospecha en la comunidad desde hace años. Las aplicaciones prácticas vienen después, a veces siglos, otras sólo unos pocos años.

El sistema científico internacional

Hoy existe un sistema científico a nivel mundial, con una serie de reglas para validar una investigación. El sistema consta de
El sistema es dinámico y ha ido evolucionando en el último siglo, pero en la actualidad funciona más o menos como sigue:
  1. Las instituciones contratan a los mejores investigadores y los financian.
  2. Estos hacen sus investigaciones y las envían a los journals en forma de paper.
  3. Los journals hacen evaluar los manuscritos por otros investigadores, y deciden si publicarlos o no.
  4. Goto 1
Es importante entender que:

La carrera científica

¿Como es la carrera científica?
El potencial científico debe primero recibirse, claro, en alguna carrera relacionada con lo que desea investigar. Pero el titulo no hace al científico: muchos científicos se reciben en un área y luego investigan en otra.
Después debe hacer un doctorado. Eso ya es hacer ciencia: involucra investigar y publicar. Es un trabajo, y las instituciones lo pagan en forma de becas doctorales. A continuación, debe trabajar varios años como posdoc, también investigando y publicando. Esto se paga con becas posdoctorales.
Finalmente, debe conseguir una posición permanente, un puesto estable de investigador en alguna institución. De ahí en adelante, trabajará toda su vida publicando en journals sus resultados.
En cada una de estas etapas, la calificación de un postulante para el puesto es evaluada por otros científicos, en función de la calidad de sus publicaciones en journals.
Es importante destacar que son los journals quienes evalúan la calidad y pertinencia de las investigaciones. La institución empleadora sólo paga el sueldo e impone la exigencia de que el investigador publique regularmente en journals prestigiosos.
Más allá del sueldo, para financiar cualquier otra cosa (un microscopio, una computadora, un equipo cualquiera de laboratorio, un insumo, etc) el científico necesita someter su proyecto de investigación a concurso en instituciones financiadoras. La evaluación de estos concursos la hacen otros cientificos
Entonces, la evaluación de becas, puestos permanentes y proyectos de investigación la hacen en general pares. Estos son científicos anónimos de otra institución, o a veces incluso de otro país, no relacionados con el postulante.
Yo, por ejemplo, evalúo proyectos de física teórica para la Universidad Nacional de Mar del Plata (UNMdP), la Universidad de Buenos Aires (UBA), el National Science Centre de Polonia, la Comisión Nacional de Investigación Científica y Tecnológica (Conicyt) de Chile, el Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) de Brasil, etc. Mis proyectos los evalúan personas que no conozco, a veces en otros países.
En parte debido al entorno capitalista, y en parte a la vocación y entrega general del gremio, el sistema científico es muy competitivo. Probablemente sea uno de los mercados laborales más competitivos del mundo. Se compite por publicar antes, por becas, por posiciones y por proyectos. Y se compite durante toda la vida.
El nivel de explotación al que se somete a los científicos jóvenes, posdocs sin cargo permante, es escandaloso. Personas de hasta 35-40 años altamente formadas, que no tienen un trabajo estable, que cambian de ciudad y hasta de país cada dos años, y que trabajan 7x24 para garantizarse un puesto laboral por otro par de años.
Incidentalmente, esta es la razón por la cual la carrera científica es excluyente hacia las mujeres: en el período más competitivo de su vida, una científica tiene que decidir si planea tener hijos o no. Si elige tenerlos, el tiempo y esfuerzo que deberá desviar de su trabajo hacia sus hijos, casi con seguridad resultara en la no obtención de una posición permanente.

Rol del Estado

¿Cómo es el sistema en el mundo?
En todo el mundo, las instituciones de investigación básica son estatales. El que diga otra cosa, o no tiene idea y confunde investigación científica con desarrollo tecnológico, o directamente miente.
Las instituciones empleadoras son universidades u organismos estatales centralizados, autónomos.
Las universidades privadas americanas o británicas, por ejemplo, son fundaciones o sociedades sin fines de lucro que se financian con dinero del Estado o con donaciones privadas deducibles de impuestos (lo que es básicamente lo mismo). El sistema francés, en cambio, tiene un empleador central estatal, el CNRS. Algo similar sucede en Italia, donde hay varias agencias estatales que emplean a los científicos, junto con las universidades.
Las instituciones financiadoras son estatales, en general con administración científica, y política, y participación de la sociedad
Por ejemplo, en estados unidos están la National Science Foundation (NSF), el National Institutes of Health (NIH) y el National Endowment for the Humanities (NEH), en Europa la Comisión Europea.
Los journals son privados, con o sin fines de lucro.
Esto los convierte en el eslabón mas débil del sistema, dando lugar a la aparicion de journals falsos que cobran por publicar y no controlan la calidad, o de editoriales prestigiosas que se vuelven explotadoras en sus precios. Por ejemplo, en épocas recientes hubo una rebelión contra la editorial científica más importante de Europa, Elsevier. Las universidades comenzaron a fundar journals para dejar de pagarle sus subscripciones usurarias.

El sistema científico argentino

En Argentina la institución empleadora es el Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET), modelado en el CNRS francés. Es un ente estatal centralizado y autónomo. Y en menor medida, las universidades nacionales.
CONICET y universidades actúan también como instituciones financiadoras, aunque para eso existe específicamente la Agencia Nacional de Promoción Cientifica y Tecnológica (ANPCyT).
CONICET es un organismo de excelencia, autónomo, sin funcionarios políticos con la sola la excepción de su presidente, que es designado directamente por el presidente de la nación. Lo maneja un directorio votado por los investigadores, donde el presidente tiene voz pero no tiene voto.
Se organiza en cuatro grandes áreas:
Hay un área pequeña de tecnología, pero no se dedica a resolver problemas específicos de interés productivo inmediato, ya que para eso hay otros organismos (INTI, INTA, CNEA, CoNAE, etc).
Cada área se lleva cerca de un 25% del presupuesto
Tanto para becas, posiciones permanentes y ascensos, cuanto para proyectos, la asignación pasa por varias instancias de evaluación. Es muy difícil la asignación discresional de puestos, requiere de la complicidad o desatención de muchas personas.
Para una posición cualquiera se requiere:
  1. Firma de un director de tareas.
  2. Firma de un lugar de trabajo por el director de un instituto reconocido por Conicet.
  3. Aprobación de uno o dos evaluadores anónimos (es carga pública para los investigadores, todos evaluamos).
  4. Aprobación de la comisión ad-hoc para becas e ingresos en el área específica.
  5. Aprobación de la comisión de área, de gran área, y de la junta de calificaciones (donde todas las áreas pelean entre sí por la distribución de becas y presupuesto).
  6. Apobación del directorio (el cual, recordemos, no tiene funcionarios politicos).
En este contexto, afirmar que un gobierno asignó discresionalmente posiciones en Conicet es simplemente delirante. No seamos ingenuos: si los políticos pudieran asignar cargos a sus amigos en CONICET, no lo atacarían tanto...
¿Funciona el sistema argentino? Por supuesto que sí. Los científicos argentinos tienen en general una excelente reputación a nivel internacional, y somos una de las potencias científicas de la región. Baste mencionar que según datos de 2015, el ranking internacional SCImago nos pone en el segundo lugar el Latinoamérica, y en el primero entre los organismos gubernamentales de ciencia.

Conclusión

Por todo lo anterior, es sumamente doloroso para un científico que se lo trate de parásito del estado. Es una de las carreras menos cómodas y más competitivas a la que se puede aspirsr. Mucho más que buena parte del mercado laboral privado. Requiere competir y ser evaluado por todo, y todo el tiempo.
Siendo el sistema internacional, CONICET no decide qué temas deben investigar sus cientificos, el entorno internacional lo hace. Por esta misma razón, los científicos sin trabajo no se vuelcan al mercado privado. Se van del país
Y el punto es que cuando te metés en una profesión con estos niveles de competencia, exigencia y estrés, lo hacés por pasión. No vas a dejar de hacerlo sólo porque aquí no te quieran. Con el dolor que eso involucre, te vas dónde si te quieran... y no volvés más.
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2018.07.22 04:42 Severianes ¿Cómo se hace la ciencia?

Publiqué esto como hilo en Twitter, y dado que tuvo buena repercusión, decidí traerlo acá, para difundirlo un poco mas. Alli vamos:
La carrera científica, las publicaciones, las becas, la evaluación, y todo eso. Y CONICET, claro.

El trabajo científico

Primero que nada ¿cómo trabaja un científico?
La literatura y el cine han creado una imagen romántica del genio, que dedica su inteligencia durante años a un problema, en general uno de aplicación práctica inmediata, y lo termina resolviendo por sí solo, revolucionando el mundo...
Y no es así, ni nunca lo fue.
Muy pocos científicos en la historia trabajaron aislados, solos, sin interactuar frecuentemente con sus colegas. Pensando ejemplos sólo se me ocurre Mendel, descubridor de las leyes de la genética, quien era monje de clausura. Incluso Darwin, que viajó solo por años, publicó su teoría después de discutirla con muchos colegas.
Pocos científicos hacen una contribución tan original que no estuviera flotando en el aire en los años previos. Incluso Einstein, a quien se romantiza como un visionario trascendental, usó transformaciones de coordenadas que habían sido descubiertas por Lorentz.
Casi ningún científico dedica su carrera a resolver un problema práctico de utilidad inmediata. Esos problemas o bien ya están resueltos, o bien son casi imposibles. A nadie le gusta vivir frustrado. La leyenda de Tesla, por ejemplo, lo deforma confundiéndolo con un ingeniero.
En la realidad, los científicos trabajamos en colaboración, en problemas altamente específicos y muy técnicos, cuya respuesta se sospecha en la comunidad desde hace años. Las aplicaciones prácticas vienen después, a veces siglos, otras sólo unos pocos años.

El sistema científico internacional

Hoy existe un sistema científico a nivel mundial, con una serie de reglas para validar una investigación. El sistema consta de
El sistema es dinámico y ha ido evolucionando en el último siglo, pero en la actualidad funciona más o menos como sigue:
  1. Las instituciones contratan a los mejores investigadores y los financian.
  2. Estos hacen sus investigaciones y las envían a los journals en forma de paper.
  3. Los journals hacen evaluar los manuscritos por otros investigadores, y deciden si publicarlos o no.
  4. Goto 1
Es importante entender que:

La carrera científica

¿Como es la carrera científica?
El potencial científico debe primero recibirse, claro, en alguna carrera relacionada con lo que desea investigar. Pero el titulo no hace al científico: muchos científicos se reciben en un área y luego investigan en otra.
Después debe hacer un doctorado. Eso ya es hacer ciencia: involucra investigar y publicar. Es un trabajo, y las instituciones lo pagan en forma de becas doctorales. A continuación, debe trabajar varios años como posdoc, también investigando y publicando. Esto se paga con becas posdoctorales.
Finalmente, debe conseguir una posición permanente, un puesto estable de investigador en alguna institución. De ahí en adelante, trabajará toda su vida publicando en journals sus resultados.
En cada una de estas etapas, la calificación de un postulante para el puesto es evaluada por otros científicos, en función de la calidad de sus publicaciones en journals.
Es importante destacar que son los journals quienes evalúan la calidad y pertinencia de las investigaciones. La institución empleadora sólo paga el sueldo e impone la exigencia de que el investigador publique regularmente en journals prestigiosos.
Más allá del sueldo, para financiar cualquier otra cosa (un microscopio, una computadora, un equipo cualquiera de laboratorio, un insumo, etc) el científico necesita someter su proyecto de investigación a concurso en instituciones financiadoras. La evaluación de estos concursos la hacen otros cientificos
Entonces, la evaluación de becas, puestos permanentes y proyectos de investigación la hacen en general pares. Estos son científicos anónimos de otra institución, o a veces incluso de otro país, no relacionados con el postulante.
Yo, por ejemplo, evalúo proyectos de física teórica para la Universidad Nacional de Mar del Plata (UNMdP), la Universidad de Buenos Aires (UBA), el National Science Centre de Polonia, la Comisión Nacional de Investigación Científica y Tecnológica (Conicyt) de Chile, el Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) de Brasil, etc. Mis proyectos los evalúan personas que no conozco, a veces en otros países.
En parte debido al entorno capitalista, y en parte a la vocación y entrega general del gremio, el sistema científico es muy competitivo. Probablemente sea uno de los mercados laborales más competitivos del mundo. Se compite por publicar antes, por becas, por posiciones y por proyectos. Y se compite durante toda la vida.
El nivel de explotación al que se somete a los científicos jóvenes, posdocs sin cargo permante, es escandaloso. Personas de hasta 35-40 años altamente formadas, que no tienen un trabajo estable, que cambian de ciudad y hasta de país cada dos años, y que trabajan 7x24 para garantizarse un puesto laboral por otro par de años.
Incidentalmente, esta es la razón por la cual la carrera científica es excluyente hacia las mujeres: en el período más competitivo de su vida, una científica tiene que decidir si planea tener hijos o no. Si elige tenerlos, el tiempo y esfuerzo que deberá desviar de su trabajo hacia sus hijos, casi con seguridad resultara en la no obtención de una posición permanente.

Rol del Estado

¿Cómo es el sistema en el mundo?
En todo el mundo, las instituciones de investigación básica son estatales. El que diga otra cosa, o no tiene idea y confunde investigación científica con desarrollo tecnológico, o directamente miente.
Las instituciones empleadoras son universidades u organismos estatales centralizados, autónomos.
Las universidades privadas americanas o británicas, por ejemplo, son fundaciones o sociedades sin fines de lucro que se financian con dinero del Estado o con donaciones privadas deducibles de impuestos (lo que es básicamente lo mismo). El sistema francés, en cambio, tiene un empleador central estatal, el CNRS. Algo similar sucede en Italia, donde hay varias agencias estatales que emplean a los científicos, junto con las universidades.
Las instituciones financiadoras son estatales, en general con administración científica, y política, y participación de la sociedad
Por ejemplo, en estados unidos están la National Science Foundation (NSF), el National Institutes of Health (NIH) y el National Endowment for the Humanities (NEH), en Europa la Comisión Europea.
Los journals son privados, con o sin fines de lucro.
Esto los convierte en el eslabón mas débil del sistema, dando lugar a la aparicion de journals falsos que cobran por publicar y no controlan la calidad, o de editoriales prestigiosas que se vuelven explotadoras en sus precios. Por ejemplo, en épocas recientes hubo una rebelión contra la editorial científica más importante de Europa, Elsevier. Las universidades comenzaron a fundar journals para dejar de pagarle sus subscripciones usurarias.

El sistema científico argentino

En Argentina la institución empleadora es el Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET), modelado en el CNRS francés. Es un ente estatal centralizado y autónomo. Y en menor medida, las universidades nacionales.
CONICET y universidades actúan también como instituciones financiadoras, aunque para eso existe específicamente la Agencia Nacional de Promoción Cientifica y Tecnológica (ANPCyT).
CONICET es un organismo de excelencia, autónomo, sin funcionarios políticos con la sola la excepción de su presidente, que es designado directamente por el presidente de la nación. Lo maneja un directorio votado por los investigadores, donde el presidente tiene voz pero no tiene voto.
Se organiza en cuatro grandes áreas:
Hay un área pequeña de tecnología, pero no se dedica a resolver problemas específicos de interés productivo inmediato, ya que para eso hay otros organismos (INTI, INTA, CNEA, CoNAE, etc).
Cada área se lleva cerca de un 25% del presupuesto
Tanto para becas, posiciones permanentes y ascensos, cuanto para proyectos, la asignación pasa por varias instancias de evaluación. Es muy difícil la asignación discresional de puestos, requiere de la complicidad o desatención de muchas personas.
Para una posición cualquiera se requiere:
  1. Firma de un director de tareas.
  2. Firma de un lugar de trabajo por el director de un instituto reconocido por Conicet.
  3. Aprobación de uno o dos evaluadores anónimos (es carga pública para los investigadores, todos evaluamos).
  4. Aprobación de la comisión ad-hoc para becas e ingresos en el área específica.
  5. Aprobación de la comisión de área, de gran área, y de la junta de calificaciones (donde todas las áreas pelean entre sí por la distribución de becas y presupuesto).
  6. Apobación del directorio (el cual, recordemos, no tiene funcionarios politicos).
En este contexto, afirmar que un gobierno asignó discresionalmente posiciones en Conicet es simplemente delirante. No seamos ingenuos: si los políticos pudieran asignar cargos a sus amigos en CONICET, no lo atacarían tanto...
¿Funciona el sistema argentino? Por supuesto que sí. Los científicos argentinos tienen en general una excelente reputación a nivel internacional, y somos una de las potencias científicas de la región. Baste mencionar que según datos de 2015, el ranking internacional SCImago nos pone en el segundo lugar el Latinoamérica, y en el primero entre los organismos gubernamentales de ciencia.

Conclusión

Por todo lo anterior, es sumamente doloroso para un científico que se lo trate de parásito del estado. Es una de las carreras menos cómodas y más competitivas a la que se puede aspirsr. Mucho más que buena parte del mercado laboral privado. Requiere competir y ser evaluado por todo, y todo el tiempo.
Siendo el sistema internacional, CONICET no decide qué temas deben investigar sus cientificos, el entorno internacional lo hace. Por esta misma razón, los científicos sin trabajo no se vuelcan al mercado privado. Se van del país
Y el punto es que cuando te metés en una profesión con estos niveles de competencia, exigencia y estrés, lo hacés por pasión. No vas a dejar de hacerlo sólo porque aquí no te quieran. Con el dolor que eso involucre, te vas dónde si te quieran... y no volvés más.
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2018.03.28 03:11 downvoter300 Tá valendo mais a pena morar em outros países subdesenvolvidos que no Brasil.

Não quero fazer uma comparação desleal com países tipo EUA ou lugares na Europa, mas vamos olhar para os lugares que seriam concorrentes diretos do Brasil, no mesmo nível.
Rússia : Palco de descobertas incessantes no campo da matemática, computação e ciência, população ainda ancorada nos valores tradicionais e não contaminada pelo feminismo, porte de armas liberado pra geral
Índia : Está se tornando um centro da tecnologia de informação mundial, população local fala inglês bem mais que no Brasil, cultura tradicional em grande parte preservada.
China e Hong Kong : Governo bizarro e população com bizarrices próprias mas se você relevar os espetinhos de gafanhoto o que te espera é energia elétrica barata pra minerar, amplas oportunidades de negócios e de subir vertiginosamente na vida.
Essas são as razões pelas quais eu penso que o Brasil não tem futuro:
Cultura não é algo irrelevante, é algo que importa e faz a diferença.
O brasileiro médio quer ser concursado. Ele quer um emprego para a vida toda. Isso não é ruim, inclusive é algo que deu muito certo no Japão, que tem uma cultura de corporativismo também. Acontece que quando isso se conjulga a uma mentalidade de parasitismo, de querer trabalhar para um empregador que paga muito e cobra pouco resultado, e quando isso se adiciona à existência desse empregador ( o Estado ) aí meu amigo, a coisa já desanda e não tem mais salvação.
Mesmo que o Brasil resolvesse hoje, "Bora parar com essa concursaria louca e inútil" , teria que esperar pelo menos uns 20 anos até a economia normalizar conforme os servidores no topo da cadeia fossem se aposentando.
O Brasil é basicamente um país que está importando tudo de degenerado dos Estados Unidos ( alimentação baseada em lixo, feminismo, sexualidade precoce, ativismo gay nas escolas, etc. ).
Isso é muito mais prejudicial ao Brasil, porque nos EUA existe uma educação e um acesso a informação bem mais forte. Aqui a educação é fraca, e a maior parte das pessoas não fala inglês, então a blindagem contra essas ideias absurdas é bem menor.
Em outros países, a degeneração se concentra somente nas capitais, e os valores familiares ainda são bastante fortes no interior. Mas no Brasil parece que a coisa se degenerou no país inteiro, talvez por influência da televisão ( Citizen Kayne ), que é outro problema forte aqui.
Uma coisa puxa a outra. Como a maior parte do dinheiro está no Estado, a maior parte da economia se desloca em torno dos concursados ou comissionados ou seja lá o que for. Isso significa que grande parte dos cargos de classe média está condicionado a você passar num concurso exclusivo para brasileiros, como é a regra para concursos públicos.
Ou seja, a maior parte do capital disponível no mercado para empregos está trancado dentro do país, você só tem acesso se for brasileiro. Não tem como um cara de fora chegar do nada e falar "Vim aqui quebrar tudo montar uma empresa e virar o mundo de cabeça pra baixo". Não existe essa possibilidade aqui, porque o capital tá concentrado na mão do Estado.
E por que isso é um problema? Nenhum país consegue formar toda a mão de obra que precisa para se desenvolver economicamente. Os EUA só estão evoluindo ainda porque estão suprindo lacunas no setor de tecnologia com pessoas de fora. Então, se você se tranca para que pessoas qualificadas venham tentar a vida no seu país, se você concentra todos esses empregos no Estado e faz uma reserva de mercado só para brasileiros, você está ativamente impedindo que isso aconteça.
Não estou muito ligado no que está acontecendo mas até agora eu só vi o Bolsonaro falando que vai enxugar o Estado, abrir o capital e cortar cargo público com verdadeira convicção do que estava falando.
Na minha opinião, se ele ou um cara parecido não ganhar agora, pode fazer as malas e sair fora do país, que a coisa não vai pra frente tão cedo.
submitted by downvoter300 to brasilivre [link] [comments]


2018.02.05 09:23 rasaho UN PUEBLO que elije a los corruptos NO ES VICTIMA ES CÓMPLICE.

El diario alemán Die Welt acaba de afirmar que el nivel de corrupción en algunos países del sur de Europa, entre ellos España, es comparable a una dictadura del Tercer Mundo. Esa corrupción, además de una enfermedad grave de la democracia, es una conducta política que ya ha infectado a muchas instituciones y a millones de ciudadanos. El daño que los políticos han causado a España infectándola con "su" corrupción es irreparable y debería representar su ruina y desaparición como partidos políticos representativos de una democracia.
Es cierto que la corrupción se extiende por las instituciones y por la misma sociedad, pero el origen del mal y la principal fuente de contaminación han sido y son los partidos políticos, cuyo comportamiento inicuo convierte el sistema político español en un vertedero que todavía oculta sus peores despojos y podredumbres.
El que podría convertirse en el mayor escándalo de la mal llamada "democracia" española empieza ya a desvelarse:
"España paga prácticamente el doble que Alemania por construir sus carreteras, según se desprende del informe '¿Se gastan correctamente los fondos de la política de cohesión de la UE destinados a las carreteras?' que ha hecho público el Tribunal de Cuentas Europeo, que precisa que "no existen pruebas" de que estas diferencias se deban a los costes de mano de obra".
¿Alguien se ha preguntado por qué un país como España, no precisamente de los mas ricos de Europa, tiene la mejor red ferroviaria de Alta Velocidad y una envidiable red de autopistas y autovías, además de decenas de nuevos aeropuertos e infraestructuras de todo tipo, algunas de ellas superfluas y escandalosamente infrautilizadas?
La respuesta pronto será descubierta y causará mas vergüenza: Algunos partidos políticos gobernantes han utilizado las obras públicas para financiarse. Los españoles acumularán mas vergüenza y el mundo sentirá mas asco ante los políticos españoles cuando quede al descubierto que parte de los euros gastados en carreteras, ferrocarriles y grandes obras se fue para la "cuota de corrupción".
No existe otra explicación posible, ni siquiera teniendo en cuenta que el territorio español es mas accidentado que el alemán y que los costes de financiación son mas elevados para España. La diferencia es demasiado grande.
Empresas adjudicatarias de los proyectos de ingeniería y de las obras han pagado "comisiones" a los partidos políticos, que las han recompensado adjudicándoles importantes concursos públicos, como ha quedado demostrado en el caso Barcenas. Esos sobrecostes, al final, eran cargados a la obra, que siempre incrementaban sus precios de partida notablemente.
La práctica no ha sido una exclusiva del PP sino que afecta al PSOE, partidos nacionalistas y a todos los que de alguna manera han gobernado la nación o las comunidades autonómicas, que han convertido en una conducta habitual el cobro de compensaciones por obras, concursos, adjudicaciones, concesiones y otras ayudas. La práctica viola las leyes de contratación y el principio de igualdad, garantizado por la Constitución, pero ha servido para que el país se cubra de vergüenza, la corrupción contamine a la nación y los políticos españoles naden en la abundancia, cobren sobresueldos y muchos de ellos se enriquezcan de manera inexplicable. Saudos.-
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2018.01.21 18:12 SubotaiKhan Resumen de toda la derecha

Parte I: La diferencia entre izquierda y derecha
Parte II: La izquierda
Parte III: Conceptos políticos generales y formas de gobierno.
As always: El autor de este post no sostiene necesariamente las cosas que postea, su intencion es meramente informativa. Si usted desea discutir el post, lealo todo. No hay TL;DR al final.
Un poco de historia del capitalismo:
Había una vez un gran y formidable imperio romano que se extendía por toda Europa y mas allá. Un día vino Jesús, un montón de barbaros, inestabilidad económica y política, y el imperio se fue a la mierda. Quedaron poblaciones aisladas esparcidas por toda Europa. El sistema de comercio que tenían y fomentaban los romanos desapareció, parte del mismo fue bloqueado por muchas tribus e imperios musulmanes y bárbaros que no les copaba verte andar con tu carreta de mercancías 0 km 4x4 lleno de oro. También los muchachos se estaban acercando más y más a los asentamientos de Europa, viniendo desde la península ibérica tenías a los moros que se comieron a los reinos españoles, el imperio romano oriental fue comido por los turcos, y varias tribus de las estepas venían desde Asia central.
HOW DO YOU PROTECT YOUR SHIT, FROM CRIMINALS? HIRE A SEÑOR FEUDAL.
Bueno, tenías un señor feudal que tenía sus grandes extensiones de tierra, donde vos y toda tu familia trabajaba, y le dabas parte de tus cosechas a tu señor feudal a cambio de que este te protegiera, en definitiva, eras un siervo (la diferencia entre un siervo y un esclavo, es que el esclavo es un bien comprado en un mercado, el siervo lo compras con la tierra, como si fuera una simple mejora de inmueble que compras.)
Además, el señor feudal tenia vasallos, que eran otros señores feudales mas chicos, que juraban lealtad y obediencia al señor feudal mayor. ¿Vieron Game of Thrones? Los Mormont son vasallos de los Stark, por ejemplo.
Todo esto era un sistema de castas enorme, donde tenías a los que gobernaban, los que rezaban, los que peleaban y los que trabajaban. No había movilidad social.
Pero surgiría un grupo particular que no le cabía todo esto del estancamiento social. Los burgueses. El burgo era un puesto de avanzada militar del señor feudal, donde los campesinos se acercaban a vender sus manualidades y productos. La gente que se quedó a vivir en esa área, se la conocía como burgués.
Liberalismo clásico:
Creo que les explique bien como la revolución francesa fue una revolución burguesa, que llevo al mundo al lineamiento ideológico que tenemos hoy en día. El liberalismo nace primero como una filosofía fundada por empiristas, aristotélicos, contractualistas y utilitaristas, que resumen su pensamiento en que el hombre debe tener asegurado, por sobre todas las cosas: el derecho a la vida, la libertad y la propiedad privada. Con esto nace la idea de que somos todos iguales a la ley, y que el Estado existe principalmente para garantizar la igualdad y los derechos fundamentales del hombre.
“Libertad, Igualdad, Fraternidad”
Hablando en el aspecto político, proponen el republicanismo y laicismo. La iglesia no debe interferir en absolutamente nada en cuestiones del Estado, y no debe existir nadie con títulos de nobleza. Los hombres nacen iguales, solo lo que hagan en su vida los diferenciara de los otros. Todo esto se englobaría en su tiempo como “radicalismo”, ya que tales ideas, aun proviniendo de burgueses, eran ideas extremas para la época.
Ahora lo importante, el aspecto económico. Al igual que el socialismo, el liberalismo tendría su gran economista del cual todos les chuparían el culo cientos de años después de su muerte: Adam Smith.
Adam propone algo muy simple: La mano invisible: La economía es la ciencia de la escasez. Como los recursos son limitados, la gente vende aquellos productos limitados a un mayor precio que aquellos que son encontrados en grandes cantidades, o que son fáciles de producir. De esta manera, un auto va a salir más caro que una mochila, o el petróleo sale más barato en una nación que está asentada sobre un enorme pozo petrolero que en una nación que importa. Es decir, el exceso de oferta disminuye el valor.
Pero el precio se modifica también acorde a la cantidad de gente que lo demanda. El agua embotellada no es un lujo hasta que se rompe toda la infraestructura que lleva agua a las casas.
En resumen, la oferta y la demanda regulan la economía, los consumidores y los vendedores, y no se necesita al Estado para fijar los precios. Si yo vendo naranjas a $1.000 el kilo, la gente o va a comprarle a mis competidores, o simplemente va a comprar otro cítrico; entonces yo me veo obligado a bajarle el precio para poder seguir vendiendo. Esta fuerza del mercado que me obliga a tal cosa, se llama la mano invisible.
La única falla que advierte Adam Smith a este sistema son los monopolios. Si el único proveedor de combustible que hay en mi área es una empresa, esa empresa puede fijar el precio que se le antoje, ya que otra opción no me queda.
Otro economista que surgiría seria David Ricardo:
David se da cuenta que Gran Bretaña no tiene viñedos tan copados como los de Francia, y que Francia no tiene tantas minas de carbón como Gran Bretaña. ¿Qué propone con esto? Que Francia debería dedicarse a producir y vender vinos, y que Gran Bretaña se dedique a la industria del carbón, y que en vez de que cada Estado intente vencer las ventajas naturales y de infraestructura que tiene el otro Estado, simplemente importe y se dedique a lo que es bueno. Esto es el modelo de las ventajas comparativas, lo que sienta las bases del globalismo y el comercio internacional, como así también de la división internacional del trabajo: Unos países recolectan las materias primas, y otros los transforman en productos, generándose así una división entre países desarrollados y subdesarrollados. ¿Porque esto es así? Porque gano más plata vendiendo el producto que los recursos, se gana más vendiendo armas que hierro.
Toda esta retorica crea la idea del “Laissez faire”, o dejar hacer…. Dejar hacer a la economía todo. Este concepto encontraría muchas limitaciones innegables incluso para los mismos liberales. Para empezar, el Estado debe impedir la formación de monopolios, porque la economía puede dejar de ser libre si existen privados que se apoderan del mercado.
Otro problema que tendrá el liberalismo con la evolución del capitalismo, es que el liberalismo clásico tiene esta noción de que los privados son todos iguales, y que el contrato emana de la voluntad libre entre los mismos. Esta noción cambia con el surgimiento de nuevos paradigmas del consumismo. Me explico: Antes, el productor fabricaba para una persona en particular, hoy en día, el productor es un empresario que realiza muchas acciones comerciales a fin de proveer a un mercado casi ilimitado de demanda, y para realizar tal cosa, no negocia personalmente con cada uno de sus clientes, sino que tiene una posición superior a sus clientes, crea contratos de mera adhesion que los clientes no pueden modificar, y genera una desigualdad en el contrato. Surge la necesidad de regular esta situación a favor de los particulares, o mejor dicho, consumidores, que no poseen la posición económica ni el nivel de leverage en las negociaciones.
Liberalismo moderno o socioliberalismo:
La falta de regulación del liberalismo clásico será cuestionado con la crisis de Wall Street en 1929 por un tal Keynes. Keynes era un capitalista, pero era critico del sistema. Según Keynes, existen ciclos económicos.
https://www.gestiopolis.com/wp-content/uploads/2002/03/fases-del-ciclo-economico.jpg
El “dejar hacer” no sirve siempre, ya que hay veces en que la economía caerá, se ira todo a la mierda, y si el Estado no hace algo, nos vamos todos juntos a pique. La solución es invertir en infraestructura, darle trabajo a la gente, satisfacer algunas necesidades de la población general, y así alentar al consumo.
Surgirá, como una especie de matrimonio interideologico entre la socialdemocracia y el liberalismo, el socio liberalismo. (No nació el social liberalismo en este momento de la historia, pero es acá cuando le empezamos a dar pelota.
El social liberal sostiene que el Estado no debe interferir en la economía salvo para proveer la real libertad económica, como restringiendo la formación de los monopolios. También defendiendo los derechos y libertades que consideran inherentes a todos los seres humanos, y proponiendo un gasto moderado en vistas de promover el bienestar común de la sociedad.
En conclusión, es la rama progre del liberalismo, buscando generar la igualdad de oportunidades, pero no decidir por los ciudadanos. Promueven la democracia, tolerancia, libertad de comercio y justicia social.
Neoliberalismo:
Durante los 80, surge un movimiento liberal económico, aunque llevado por partidos conservadores (Thatcher del Partido Conservador y Ronald Reagan del Partido Republicano… y el Turco y Pinochet).
¿Como los conservadores son liberales? Como lo explique antes, una cosa es ser liberal en lo económico y otra en lo social, los que llevan a cabo esta ideología solían ser en un principio conservadores sociales y fiscales, pero liberales económicos.
Su base era la llamada Economía de Goteo:
Si reducimos el gasto, privatizamos todo, y reducimos también la presión impositiva, las tarifas y aranceles, y si ponemos legislación a favor de las empresas, los ricos y empresarios tendrán más dinero, y con ello harán más puestos de trabajo, lo que hará que se distribuya la riqueza entre la clase media y baja.
La idea de esta manera es que si reducimos la cantidad de dinero sustraído a la gente con los impuestos, pero incentivamos a las empresas a invertir y dar trabajo, al final el Estado recaudara mas. La analogía para explicarlo mejor era reducir la porción de la torta pero a la vez aumentar el tamaño de la torta.
Los máximos exponentes de esta ideología, además de los nombrados, son los economistas Hayek y Friedman, conocidos como la Escuela de Chicago.
EDIT: Para los neoliberales que me rompen las pelotas. Si, esta ideologia y la teoria del gotea, a pesar de ser catalogada por la oposicion, es reconocida por economistas ganadores de premios nobels de economia como Stiglitz y Krugman.
Existen también otros economistas que proponen la reducción de la intervención Estatal, y estos eran la Escuela Austriaca, cuya idea era que NADIE puede predecir la economía, a diferencia de lo que decía Keynes, ya que el ser humano es un ser muy impredecible, y por lo tanto, cualquier intento de los políticos de meter mano en la economía, solo lograra perjudicarnos a todos. ¿Quien podría haber predicho un boom del turismo en Puerto Rico debido a la canción “Despacito”?
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Esta clase de ideología tuvo tal impacto en el mundo que lograría mover la ventana de Overton para la derecha, lo que hizo que la izquierda mainstream tomara otra via para alcanzar la justicia social, lo que se le llamo la tercería vía (No confundir con tercera posición. Me he confundido personalmente cuando discuto de esto) Una postura de la centro izquierda, que se aproxima mas a la centro derecha, basándose en que las políticas sostenidas no deben ser hechas en base al idealismo o la emoción, sino con pragmatismo. Los demócratas que bancaban las medidas keynesianas y socialdemócratas, se volvieron nuevos demócratas, mucho más liberales económicamente y radicalmente centristas, al punto de ser acusados de ser lo mismo que la oposición conservadora en temas económicos: Bill y Hillary, como también Obama como los nuevos demócratas, y en el partido Laborista, los nuevos laboristas fueron Tony Blair y Gordon Brown.
Conservadurismo:
Este término depende mucho del contexto. ¿Que es lo que un conservador quiere conservar? La respuesta rápida es las tradiciones y valores morales, usualmente de origen religioso. Pero estas tradiciones no son las mismas que existían hace tres siglos atrás que ahora. En su momento ser conservador hacía referencia a los monarquistas, quienes querían mantener el status quo de la nobleza y el rey en su sitio. Esta tendencia fue llamada por la izquierda como "reaccionarios", es decir, la respuesta de las clases acomodadas a la revolución. (Igual ignoren este término para usos modernos, la izquierda lo usa hasta para desacreditar a otras corrientes de izquierda que no consideran leales a la verdadera revolución)
Como la ventana de Overton se corrió para “abajo” (liberal social), hoy hablamos de neoconservadurismo, que ya no esta en contra de la economía liberal, sino en contra del liberalismo social. Defienden la fe, sus principios morales, el rol de la familia, y obviamente a cosas como el aborto, la legalización de estupefacientes, las relaciones entre el mismo sexo, y demás cosas que se refieren a la esfera privada de las personas.
Tanto los conservadores como los liberales pueden ser conservadores fiscales, esto quiere decir que están a favor de un gasto publico reducido. Usualmente los conservadores no escatiman tantos recursos como los liberales en el bienestar general de la población, pero cuando si lo hacen, a esto se le llama Paternalismo Conservador, donde el Estado es un como un padre: ordena y mantiene a sus hijos.
Otra variante, y en contraposición al neoconservadurismo, es el paleoconservadurismo (paleo=antiguo). Dicha postura surge en Estados Unidos como reacción al intervencionismo militar, al colonialismo, la inmigración y el federalismo americano. ¿Porque se oponían en un principio? Bueno, Puerto Rico, Hawái, Las Filipinas y Cuba no era países blancos y cristianos… Y el federalismo fue la razón por la cual los Estados de la Unión no podían seguir teniendo esclavos, ya que desde Washington le dijeron a todos los Estados miembros de la confederación que negrear negros estaba mal. Es decir, no eran unitarios, sino confederados.
Esta imagen expresa con mucho detalle el sentimiento: http://www.americanyawp.com/text/wp-content/uploads/School-Begins1.jpg (vean los cartelitos)
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Democracia Cristiana:
No hace falta aclarar que son socialmente conservadores, aunque están mas abiertos al cambio de estructuras sociales. Obviamente se oponen a la separación de la Iglesia y el Estado.
Pero económicamente, tienen interés por el bienestar y los derechos de los ciudadanos, basándose en las concepciones caritativas de las enseñanzas de Jesucristo. Podríamos decir que es una socialdemocracia o un liberalismo religioso.
No piensen en democracia cristiana al partido republicano estadounidense, sino en Angela Merkel, Aylwin (presidente de Chile después de Pinochet) y el Papa Francisco.
De la democracia cristiana surgiría el ordoliberalismo en Alemania, quienes entienden que el mercado no puede proveer todo, y hay cosas en las que es mejor que el Estado se encargue. Sera el trabajo del Estado administrar cuestiones macroeconómicas, como la estabilidad monetaria y la política fiscal, sentar un ambiente propicio para la actividad económica, fomentando la legalidad y libre competencia, y ayudando desarrollo social, invirtiendo en cosas como la educación, salud y capacitación laboral, pero siempre dejando todo lo demás a las fuerzas del mercado, y haciendo responsable al ciudadano de su situación.
Además de la democracia cristiana, existe una filosofía social-económica (no política) propuesta por el papa Leon XIII llamada distributivismo. Sosteniendo una propiedad privada lo mas ampliamente esparcida, y donde exista una consolidación de gremios que se ocupen y tengan la propiedad de aquello referente a su oficio. Es decir, los granjeros serian dueños de sus granjas y maquinarias, los mineros de las cantinas y herramientas, y así.
Libertarianismo/Libertarismo
Es un término que abarca otros conceptos. Contiene diversas variantes, como el neoliberalismo propuesto por Reagan (Este neoliberalismo conservador es llamado tambien Libertarianismo Conservador)
Su filosofía suele estar basada en las ideas económicas de Friedman y Hayek, y en los pensamientos del objetivismo de Ayn Rand. Es como el neoliberalismo, pero definitivamente con una mirada liberal social, focalizándose en la libertad de los individuos miembros de la sociedad, en lo inherente de la propiedad privada, el derecho a las ganancias recibidas por el trabajador y empresario, y el principio de no agresión.
El principio de no agresión es básicamente “no joder si no jode a nadie”, o mas específicamente, si no atenta contra el individuo o su propiedad privada. En base a esto debe estar organizado el sistema legal.
El minarquismo es la versión más light, que sostiene que debe existir un Estado para reforzar este principio, por medio de fuerzas de seguridad. También debe proveer algunos servicios mínimos como el poder judicial y el ejército, y dejando absolutamente todo lo demás al mercado.
El Anarco Capitalismo es lo más extremo, supone el reemplazo del Estado por privados. Tienen como filosofía no solo el principio de no agresión, sino el de voluntarismo, que dice que las acciones de las personas solo deben ser voluntarias, sin ningún tipo de presión o violencia, y siempre respetando la libertad y la propiedad privada de los individuos.
Ahora la parte más divertida de escribir que todos esperaban: :D (jk)
La Tercera posición:
Ni socialistas ni capitalistas: Nazis! Fascistas! Peronistas!
No hay mucho que explicar, simplemente es una postura tomada por algunos partidos para establecer su posición frente a la Unión Soviética y el liberalismo económico.
Fascismo:
Su autor fue Mussolini. El nombre fascismo proviene de las fasces, que eran unas armas que usaban los romanos, consistía en la unión de varias varas con una hoja de hacha en un extremo.
Originalmente era el emblema de poder militar de los reyes etruscos, adoptado igualmente por los monarcas romanos, que pervivió durante la república y parte del imperio. Tradicionalmente, significa poder, por el haz de varas, «la unión hace la fuerza», puesto que es más fácil quebrar una vara sola que quebrar un haz y por el hacha, la justicia implacable sobre la vida y la muerte.
Desde los comienzos de la República romana, los fasces eran transportados al hombro por un número variable de lictores, fasces lictoriae, que acompañaban a los magistrados curules como símbolo de la autoridad de su imperium y su capacidad para ejercer la justicia, como poder de coerción y castigo (el haz de varas para la flagelación y el hacha para la pena de muerte). Sin embargo, después de las leyes de las Doce Tablas, ningún magistrado romano podía ejecutar sumariamente a un ciudadano romano.
Dentro del pomerium, el límite sagrado de Roma, los fasces no podían llevar el hacha, indicando que dentro de la ciudad los magistrados curules tenían derecho de castigar, pero no de ejecutar. Tan sólo al dictador le estaba permitida la inserción del hacha.
El rey de la Antigua Roma llevaba fasces. El cargo de rey no era hereditario, aunque sí vitalicio. El rey llevaba un manto púrpura, cetro de marfil y corona de oro y era precedido en las calles por doce auxiliares o lictores que llevaban los fasces o varas entrelazadas de las que salía una hoja de hacha, como símbolo de su autoridad.
El fascismo comprende que ni la democracia ni la monarquía sirven, ya que uno es un concurso de popularidad y la otra es plenamente nepotismo. Así que esta ideología propone un líder fuerte que tenga su poder en base al mérito, y no al nombre o a los votos. Por eso mismo se oponen a los partidos políticos y a la oposición, argumentando que hacerlo, solo crea desunión nacional. Sostienen los fascistas, que un ciudadano no necesita otro partido, porque el no es un extranjero al poder, sino parte fundamental del mismo.
Como parece obvio, el fascismo es enteramente nacionalista, proponiendo la autonomía económica, viendo de manera negativa el comercio internacional (salvo en aquellas situaciones en las que un Estado no pueda producir ya que no cuenta con los recursos para hacerlo). En lo ideal, cada nación debe ser autosuficiente.
Su sistema económico es el corporativismo, el cual se trata de manejar la sociedad como un conjunto orgánico, siendo cada parte fundamental para el funcionamiento. Las empresas son representadas ante el poder político, y pueden aconsejar y proponer cosas al líder, pero este último es quien tiene la última palabra.
La variante alemana y racista, fundamentada en la eugenesia es el Nacional Socialismo liderado por Hitler, Mussolini por su parte no le daba bola a la raza, sino a los conceptos de unión nacional por medio de la cultura.
Y finalmente, la variante española seria el falangismo de Franco, llamado nacionalsindicalismo, que a todo esto le agregaba el componente religioso católico, aunque manteniendo la separación de la Iglesia con el Estado.
Nacional Socialismo? Nacional Sindicalismo? Acaso esto no es una ideología de izquierda?
No. No buscaban acabar con el capitalismo en si, solo lograr una economía proteccionista, y se basaban en la existencia de las empresas como pilar social y económico. Tanto Mussolini, como Hitler y Franco eran anti marxistas, no proponían darle a los trabajadores los medios de producción. No tienen como meta la igualdad de clases, sino que fomentan la jerarquía social vertical, y buscan mantener el status de la clase gobernante sobre la gobernada, en una especie de rol paternal.
Otra variante regional es el Integralismo brasilero, mas similar al fascismo italiano que el nazismo, ya que propone la unión de toda la gente, sea de la raza o religión que sean.
Finalmente los argentinos tuvimos al Peronismo.
Pero Subo! El General Peron era democrático y socialista!
Sure...
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2017.08.10 00:56 burtzev r/worldanarchism's Noticias anarquistas en español

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2017.03.07 12:52 startupPT [Ajuda] Conseguem-me aconselhar se há melhor país para abrir empresa que em Portugal?

Vou necessitar de abrir uma empresa para iniciar a minha actividade comercial (uma startup) na área da energia e começar a escoar clientes já on-hold.
No entanto, e como me foi explicado em vários locais, abrir uma empresa cá em Portugal é muito caro, ao ponto de para nós ser uma chacina completa pois não temos liquidez para tal.

Apoios em Portugal

Mas existem tantos programas de apoio em Portugal, esta Silicon Valley Europeia. Como é que vocês não conseguiram? Devem ser muito maus que ninguém investe em vocês!
Já participámos em vários programas de apoio a startups, e a coisa resume-se da seguinte maneira:
  • 2020's, quadros comunitários, QRENs e primos: Numa palavra: Tachos. Estes programas vendem-se como apoios para PMEs e novos negócios. Na prática só ganham os consórcios e empresas, quase que fictícias, de alguns amigos dos amigos. Perdemos imenso tempo a tentar obter apoio nestes tipos de programas. Não vale a pena, fujam, só gastam tempo e dinheiro. É uma máfia, quem diz o contrário é porque tá metido nesse esquema.
  • Mini-apoios que nunca chegam a ver a luz do dia: Participámos em vários pequenos apoios que dão prémios tipo bolsas durante um ano (de valores como 700€ para uma ou duas pessoas de um projecto). Uma metade: não ganhámos nenhum, e nunca se chegou a ouvir de um vencedor nem quais os critérios de selecção. Noutros, ainda hoje estão para anunciar os vencedores e/ou foram cancelados, e os fundos que o 2020 meteu nesse programa que íam para startups, sabe Deus onde param agora. Para não falar naqueles que são uma armadilha que só vos querem roubar as ideias através do business plan.
  • Concursos de privados: Concursos de bancos, entidades privadas etc. Onde temos de perder dias inteiros a fazer um business plan todo jeitoso, pitches, e todo esse circo à la shark tank que agora é moda. Só para receber críticas de uns parvalhões de uns juris que nada percebem do que estão a falar, e que gritam pela falta de inovação do projecto. Mas depois ganha o projecto mais banal e que em poucos meses nunca mais se ouve falar dele porque ou a equipa se desmembrou, ou não havia mercado, ou outra cena qualquer. Acrescento mais que, quem ganha estes concursos, agarrado ao prémio vem um contracto para a vida com a empresa que organizou esse concurso que i) ou tenta roubar o projecto por via desse contrato, ou ii) tenta transformar-se num sócio maioritário, tomando por completo as rédeas do projecto onde o objectivo é depois transformar uma startup, num departamento da empresa organizadora (EDP, all eyes on you...).
  • Business angels, VCs, etc: Mais um contexto onde temos de fazer business plans e cantar o fado em palco. Para depois virem uns seres arrogantes como se do shark tank se tratrasse, dizer que vós sois uns merdas e isso nunca vai resultar. Mas se resultar talvez algum dia invistam aqueles 10€ em nós a troco de 500% da empresa mais um rim do CEO. Isto para dizer que, se forem por esta via, não procurem VCs nem angels cá em Portugal, é só gente falida e com a mania. Não percam esse tempo! Vejam programas de apoio em países como a Noruega ou Alemanha, se tiverem esse tempo e dinheiro para dar.
  • Concursos com barreiras à entrada gigantes, para filtrar logo uma carrada de concorrentes e ver se sobra algum dinheirinho para os boys: Vou dar o exemplo mais recente que tive, este concurso do IEFP o EJA, que fechou ontem dia 6 de Março. O concurso do nem-nem. O concurso teve abertura dia 20 de Dez de 2016 e fechou ontem, dando aproximadamente 2 meses para de adquirir toda a imensa papelada que eles pedem. Isto gera uma barreira que exclui logo à partida pelo menos metade dos empreendedores em Portugal. Passo a dar alguns exemplos:
    • Tanto documento?: Quer dizer, quando é para vir sacar dinheiro, só com a matrícula chegam à minha morada e sabem logo quem sou. Nestes concursos, como é para "oferecer" dinheiro, tenho só de preencher o meu nome, morada, e BI em 3 formulários diferentes da mesma entidade (não estou a exagerar, tive mesmo de preencher 3 vezes a mesma informação, no site deles em formulários diferentes, um para o registo de utilizador, outro para o do IEFP e outro para o projecto empreendedor. Os formulários eram iguais só mudava o "design"). Mas pronto, este é ainda o menor dos males, mas serve de indicador de como as coisas funcionam.
    • Os sites têm erros, que são provavelmente deliberados: Vejam este exemplo. Ao preencher o formulário, quando carregava no botão validar ele dizia "tudo ok, tudo válido", mas depois ao carregar "Continuar" ele dava um erro a dizer que tinha colocado dados inválidos. Interagir com estes sites é como conduzir um carro com os pés. Vejam screenshots do erro que me consumiu algumas horas até perceber o que estava mal quando comecei a fazer debug ao source-code do site: Ao validar (http://prnt.sc/eh1t0p), ao tentar continuar (http://prntscr.com/eh1ton).
    • A divulgação a sério só começa poucos dias antes do prazo acabar: A primeira vez que ouvi falar deste concurso foi há muito pouco tempo antes de terminar o prazo de encerramento, pelo que não consegui entregar toda a papelada que eles pedem, porque essa mesma papelada demora semanas a ser emitida! Apareceu nalguns jornais online um ou outro artigo a falar deste concurso, mas a divulgação a sério, como passar na TV, aconteceu há coisa de 4 dias atrás. Obviamente que muito empreendedor interessado não conseguiu inscrever-se a tempo. Para não falar que há documentos que nem os 2 meses (de Dezembro até ontem) era possível obter por causa da carga borucrática associada.
    • A carga de documentos é enorme! A agilidade do processo é mínima: É como digo, quando é para nos sacar dinheiro, até pela matrícula apenas lá vão, quando é para "dar", é isto que pedem:
      • Bilhete de Identidade (ok, compreensível, mas já o inseri umas 3 vezes noutros formulários do mesmo site)
      • Nº de Contribuinte (ok, compreensível, mas já o inseri umas 3 vezes noutros formulários do mesmo site)
      • Declaração de Junta de Freguesia comprovativa da área de residência (oi? porquê? e porque é que isto é crítico ao ponto de não me deixar submeter a candidatura para uma fase de pré-selecção?)
      • Certificado de habilitações (Compreensível. Mas a obtenção deste documento é lenta e cara, por isso pergunto porque é que isto é crítico ao ponto de não me deixar submeter a candidatura para uma fase de pré-selecção?)
      • Declaração não-dívida à Segurança Social (Esta informação não é de fácil acesso por eles, quer eu dê autorização pelo site quer não? Ao menos este acaba por ser o documento mais fácil de inserir se o dizerem online)
      • Declaração não-dívida à Autoridade Tributária (O mesmo que disse acima)
      • Comprovativo do Centro de Emprego relativo à situação face ao emprego (O quê?! Mas isto não é o IEFP? Isto é literalmente pedir a eles um documento que lhes vou entregar logo a seguir. Mais uma vez, este documento é um entrave para a candidatura que impediu muita gente de se candidatar)

A dura realidade das B2B

Mas se já têm clientes a pagar, não percebo qual é a cena. Eles pagam e vocês abrem empresa. Facil, curto e grosso!
Não é bem assim. O nosso mercado target é B2B, geralmente até B2B2B, ou seja o ciclo de uma venda ronda entre os 6 meses e 1 ano e pouco, dada a burocracia e a duração de cada projecto. Estamos numa fase em que nos basta por uns quantos projectos destes a rodar e a empresa torna-se auto-sustentável. O problema é sobreviver e suportar os nossos custos durante esse tempo.
Até este momento que estamos agora estivemos a desenvolver o produto (que é relativamente complexo, não é como a maioria das startups da "moda" que é só uma app mobile e tá feito). Para desenvolver o produto esgotámos quase toda a nossa liquidez, pelo que abrir empresa vai-nos obrigar a contrair um empréstimo ao banco provavelmente. O que é triste, porque um empreendedor corre o risco de perder todos os bens pessoais e ficar com dívidas o resto da vida se a coisa não funcionar. Isto por sua vez desmotiva muitos potenciais empreendedores. É como jogar à roleta russa, literalmente. Para não falar que enquanto sou empreendedor, para todos os efeitos sou um nem-nem desempregado e aos olhos do estado um Zé ninguém que não faz puto da vida e nem desconta.

Custo de abrir uma empresa em Portugal

Portanto, resumindo e concluindo, as barreiras cá em Portugal têm sido imensas. E cada vez vejo mais gente a queixar-se do mesmo mas sem nada a mudar por parte do governo. Abrir empresa é talvez o que mais nos prejudica. Não temos qualquer apoio financeiro, mas pior que isso, o estado vem-nos cobrar forte e feio a criação de uma sociedade.
Pior ainda, conheço casos de empresas que tiveram clientes que não pagaram a factura que foi emitida (onde nessa factura temos, como sociedade, de pagar o IVA prontificadamente). E saiu mais barato abrir insolvência por iliquidez, que ir a tribunal com esses clientes, embora teoricamente o processo seja de caras que estaria ganho. Mas os custos judiciais são tão elevados, que se uma startup já nem liquidez tem para sobreviver, vai lá agora pagar os custos de levar o processo a tribunal. Ah, um destes casos o cliente que não pagou foi o próprio estado, e isso matou a empresa. A ironia.
Portanto na prática o Estado Português só cá está para nos chular. Não nos dá apoios, não nos dá garantias, e é o pior cliente que a maioria das empresas pode ter. Mas quando é para cobrar, é na hora, e vão lá só através de informação residual (perdoem-me estar a repetir tanto o exemplo da matricula ser suficiente para eles chegarem até nós quando é para nos sacar dinheiro, mas é um exemplo muito caricato no mínimo...)
Posto isto, os custos MÍNIMOS de abrir uma sociedade/empresa, normalmente uma sociedade por quotas se forem mais que um sócio, são os seguintes:
  • Criar a empresa fica À volta dos 300€-400€, se usarem o empresa na hora, se quiserem personalizar o nome da firma pagam ainda uns 80€ por cada 3 tentativas de nome que fazem. Uma merda devia ser gratuito e na prática resultar numa simples pesquisa a uma base de dados com todos os nomes já reservados.
  • Se quiserem registar uma marca são mais 300€, cada uma.
  • Depois para fechar contratos, vão precisar de advogados, se não mesmo até para criar a sociedade entre os vários sócios. Se arranjarem um advogado fixe, conseguem para aí 100€/h com ele. Não tentem sequer fazer um contrato comercial sem um advogado. A sério, não tentem, nem que tenham de ir mendigar para a rua esses 100€. É o maior erro que fazem, tentar fazer um contrato comercial sem apoio jurídico!
  • Depois temos o custo do TOC 200€ por mês geralmente, mesmo que não tenham receitas. Siga.
  • Se quiserem fazer descontos, vão ter de pagar pelo menos um salário (hopefully o mínimo) na empresa, seja ao CEO ou a outro colaborador. Daí advêm descontos para a segurança e relacionados. Contem com 500€-600€ mínimo.
  • Por fim, dos custos fixos, que em nada são custos operacionais (compra de matéria prima, escritório, etc.), temos o nosso amigo PEC, que são uns 1000€ por ano, e só estão isentes dele no primeiro ano fiscal de actividade.
Resumindo, a não ser que já tenham um produto feito a render dinheiro, não façam empresas a não ser que sejam masoquistas. Mas para negócios B2B com um ciclo de vendas longo, mas onde já tens de ser empresa para fechar contratos comerciais, já tás lixado.

Haverá alternativas na Europa?

Posto isto, perdoem-me o tamanho deste OP, mas estas coisas têm de vir a público. Sei que vou levar na tromba de muitos de vocês, porque empreendedores e quês e "eu andei no Ultramar por isso não te queixes", e o benfica a quatro, ou aquele erro ortográfico tirou-me toda a credibilidade, etc.. Mas sei também que muitos outros se vão identificar com estes factos que aqui escrevi. E espero também poder facilitar a vida a quem está nesta mesma situação a não perder tanto tempo como eu perdi a tentar procurar ajudas e apoios cá em Portugal.
Só tenho uma questão: Uma vez que tenho de abrir empresa, compensa faze-lo cá em Portugal? Haverá países mais baratos para o fazer? Como seria se abrisse na Holanda, ou na Alemanha? Ou em Barbados? Alguém com experiência pode dar umas dicas?
Obrigado,
Um Português Empreendedor, mas nem-nem
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