Amigos altas

"Mas o capitalista, o empresário, corre riscos", dizem eles, "enquanto o trabalhador não arrisca nada!"

2020.11.29 19:20 AntonioMachado "Mas o capitalista, o empresário, corre riscos", dizem eles, "enquanto o trabalhador não arrisca nada!"

Isso não é verdade, porque [...] todas as desvantagens estão do lado do trabalhador.
O proprietário da empresa pode efectivamente conduzir mal seus negócios, pode ser eliminado fruto de um mau negócio, ou até mesmo ser vítima de uma crise comercial ou de uma catástrofe imprevista; numa palavra, pode arruinar-se. Isso é verdade. Mas ruína significa porventura, do ponto de vista burguês, ser reduzido ao mesmo nível de miséria daqueles que morrem de fome, ou que são forçados a entrar nas fileiras do comum trabalhadores? Isso acontece tão raramente, que podemos dizer que nunca acontece. É raro que o capitalista não retenha alguma riqueza apesar da aparência de ruína. Na verdade, hoje em dia todas as falências são mais ou menos fraudulentas. Mas, mesmo que nada fosse salvo pelo capitalista, tem sempre laços de família e relações sociais, que, com a ajuda das competências empresariais que aprendeu e passa aos filhos, permite que obtenha posições nas categorias mais altas de trabalho e gestão; ser funcionário público, ser executivo numa empresa comercial ou industrial, e acabar, embora dependente, com um rendimento mesmo assim superior ao que pagava aos seus ex-trabalhadores. Os riscos do trabalhador são infinitamente maiores. Afinal, se o estabelecimento em que ele trabalha for à falência, fica vários dias e às vezes várias semanas sem trabalhar... e para ele isso é mais do que ruína, é morte; porque come todos os dias o que ganha. A poupança dos trabalhadores são contos de fadas inventados por economistas burgueses [...] Este ridículo e odioso mito nunca acalmará a angústia do trabalhador. Ele conhece o custo de satisfazer dia a dia necessidades de sua grande família. Se ele tivesse poupanças, não mandaria seus pobres filhos, desde a idade de seis, para murcharem, enfraquecerem, e serem assassinados física e moralmente nas fábricas, onde são obrigados a trabalhar noite e dia numa jornada de trabalho de doze e quatorze horas. * Mesmo que o trabalhador eventualmente consiga fazer uma pequena economia, ela é rapidamente consumida pelos períodos inevitáveis do desemprego que muitas vezes interrompem cruelmente o seu trabalho, bem como pelos acidentes imprevistos e doenças que atingem sua família. Os acidentes e doenças que podem atingi-lo constituem um risco que torna todos os riscos do empregador nada em comparação: porque para o trabalhador doenças debilitantes podem destruir sua capacidade produtiva, sua força de trabalho. Acima de tudo, doença prolongada é a falência mais terrível, uma falência que significa para ele e seus filhos, fome e morte. [...] Então, a liberdade do trabalhador, tão exaltada pelos economistas, juristas e republicanos burgueses, é apenas uma liberdade teórica, carente de meios para a sua possível realização e, consequentemente, apenas uma liberdade fictícia, uma falsidade absoluta.
A verdade é que toda a vida do trabalhador é simplesmente uma sucessão contínua e desalentadora de períodos de servidão - voluntária do ponto de vista jurídico de vista, mas obrigatória no sentido económico - dividida por breves interlúdios momentâneos de liberdade acompanhada de fome; em outras palavras, é uma verdadeira escravidão.
Mikhail Bakunin em O Sistema Capitalista
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\* Não esquecer que o liberalismo conviveu perfeitamente bem, durante demasiado tempo, com o trabalho infantil e/ou com a jornada de trabalho de 12 ou mais horas, já para não falar com o colonialismo e escravatura, e que, se houve realmente algum progresso nestas questões foi sempre graças à mobilização das classes dominadas e às lutas da esquerda contra os interesses das classes dominantes e do liberalismo, frequentemente defendidos com violência. Assim, apesar dos riscos dos trabalhadores terem felizmente sido minorados desde que foi escrito, a essência do excerto mantém-se atual: o máximo que pode acontecer ao capitalista que se arruína fruto da competição... é regressar às fileiras dos trabalhadores e desempregados. Isto mostra claramente que o verdadeiro risco continua, e continuará sempre, do lado dos trabalhadores, por não deterem propriedade privada: para nós, ruína facilmente significa vida ou morte... por exemplo, ter de "escolher" entre pagar os medicamentos ou a renda da casa. Para o capitalista significa, na pior das hipóteses, ser 'reduzido' a trabalhador e ficar como nós!
De resto, o grande Rick Roderick propõe uma experiência poderosa se quisermos saber quem realmente arrisca mais, trabalhadores ou capitalistas, «uma forma simples de cortar muita da porcaria que geralmente ouvimos sobre análise de classe, ou de que “não há classes na América”»:
Eis um pequeno teste empírico para o público experimentar: Não trabalhes por oito anos.
Pára de trabalhar. E se coisas realmente más acontecerem à tua vida, então pertences à classe trabalhadora. Mas, se no final dos oito anos tudo estiver bem e elegante, se ainda tiveres uma casa e um carro e um bom lugar para morar e muitos amigos porreiros, então [és capitalista]. Caso contrário, pertences à classe trabalhadora. Se parares de trabalhar por tanto tempo e te deparares com sérios problemas na tua vida, então eras um trabalhador ... e pelos vistos não sabias disso. Este é um bom teste empírico, e eu desafio qualquer um a experimentá-lo.
Alguém que negue que existem duas classes fundamentais pode sempre fazer este teste, é uma maneira de descobrir se há classes ou não ... de realmente descobrir.
Rick Roderick em Hegel and Modern Life
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2020.11.29 01:00 aniballayoto Complejo de superioridad

Complejo de superioridad
¿Qué es el complejo de superioridad? Es el conjunto de valoraciones reales o imaginarias que hace suponer a una persona que es superior a los demás y por ello puede actuar con desprecio, arrogancia o indiferencia.
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Normalmente se considera que el complejo de superioridad busca esconder un complejo de inferioridad existente:
Una persona que siente vergüenza por sus debilidades, tratará de esconderlas y jugar un papel sobreactuado en la dirección opuesta. Por ejemplo, hay personas que están en una situación financiera mala, pero les duele tanto imaginar que sus amigos y compañeros de trabajo lo sepan que actúan como si fuesen millonarios, con vestimenta caras y buenos autos, aunque estén en un mar de deudas, su único afán es aparentar ser superior para cubrir una carencia.
El complejo de superioridad se evidencia en la forma en que las personas tratan a los demás:
Los individuos equilibrados, con valores positivos bien afianzados y una alta responsabilidad personal tratan a todas las personas por igual, no hacen distinciones pensando en títulos, posición económica, fama, rangos o intereses personales.
La gente con complejo de superioridad tratará con indiferencia, desprecio, arrogancia, irrespetuosa, etc. A los demás. Es fácil detectar a una persona que posee este complejo, es posible que busque ser el centro de atención en un lugar y para ello utilice diferentes tácticas: hablar en voz alta de sus ENORMES LOGROS PERSONALES, vestirse de forma extravagante para que los demás le miren, sobreactuar, etc.
El complejo de superioridad puede provocar que las personas se alejen de las relaciones sociales:
Las personas que se sienten superior a los demás les puede resultar difícil goza de buenas relaciones sociales, porque consideran que las personas no están a su altura y que para llevarse con “gente inferior” es mejor estar solo. Por supuesto que esa actitud es una gran limitante para el desarrollo personal y hay que corregirla.
Poseer el complejo de superioridad es un problema psicológico que necesita ser tratado, porque sin duda que puede traer consecuencias negativas a la vida de una persona. Gran parte del éxito depende de la capacidad que tengas de establecer buenas relaciones con las personas, si te comportas de forma arrogante puedes perder muchas OPORTUNIDADES (Programa de visualización para crear oportunidades usando el poder de tu imaginación) y en los casos extremos las puertas se te cerrarán por todos lados.
El complejo de superioridad versus el ejercicio de la autoridad:
Aprender a ejercer la autoridad no tiene ninguna relación con el complejo de superioridad. Por ejemplo, si eres el jefe del departamento de una empresa tienes que aprender a ejercer tu autoridad, para ello usarás el diálogo, planificación, respeto, brindar cierto nivel de autonomía y decisión por parte de los empleados, etc. Pero si al inicio dejas que las personas actúen a su libre albedrío, incluso cometiendo grandes errores y no haces nada para corregirlo, simplemente perderás el control.
Un buen líder se destaca por ejercer la autoridad con inteligencia, donde es capaz de motivar a su equipo, busca resaltar las cosas buenas y explotar las capacidades de las personas. El líder usa LA MOTIVACIÓN para dar un voto de confianza a su personal y decir: “yo confío en ustedes, harán un excelente trabajo”, “te elegí a ti, porque este cargo necesita una persona extraordinaria”, etc.
El líder ejerce una presión y autoridad basado en la exigencia y compromiso con los resultados, él mismo está tan enfocado que mueve una ENERGÍA MISTERIOSA (Descubre los grandes secretos de tu poder mental) para lograr que los demás se ajusten a sus expectativas.
El complejo de superioridad es diferente a tener una opinión favorable de sí mismo:
Para triunfar en cualquier objetivo que te propongas necesitas tener una opinión favorable de ti mismo, porque de lo contrario las puertas del fracaso te estarán esperando.
El programa de audios subliminales para ELEVAR LA AUTOESTIMA es muy efectivo para que puedas explotar tu enorme potencial personal, sin la necesidad de caer en el complejo de superioridad, estos mensajes te ayudarán a creer en ti mismo, lograr grandes propósitos y establecer relaciones positivas.
Imagina que quieres un ascenso en tu empresa, para ello deberás demostrar: responsabilidad, iniciativa, lealtad, liderazgo, eficiencia, etc. Para alcanzar esa posición es obligatorio la opinión favorable de ti mismo, donde puedas utilizar AFIRMACIONES PODEROSAS para decirte “yo soy un extraordinario empleado”, “yo soy el vendedor estrella de la empresa”, “yo soy un gran líder”, etc. Estas ideas son el fundamento para tu superación personal.
Pretender ser mejor o ser consciente de serlo tampoco implica complejo de superioridad:
Si durante 5 años consecutivos has sido el vendedor estrella de tu compañía, hay un hecho contundente “eres el mejor vendedor” y debes sentirte alegre por serlo. Entonces ser consciente que se tiene un mejor servicio que la competencia, la calidad de un producto es más alta o que tienes el perfil idóneo para desempeñar un puesto no debe confundirse con el complejo de superioridad.
Cuando hay buenos resultados se debe ser humilde y seguir trabajando para que cada día pueda mejorarse. El complejo de superioridad sería comportarse de manera soberbia y ver de menos a otros que tienen resultados más modestos.
Aunque sepas que eres bueno en algo, lo mejor es que otros hablen de ti:
Nadie puede obtener excelentes resultados sin ser consciente de ello. Por ejemplo, un jugador estrella de un equipo de fútbol ¿cómo no va a ser consciente que es un buen jugador? Es obvio que sí es consciente de ello. Solo que usa la prudencia y la humildad y deja que los demás hagan sus opiniones, mientas él se concentra en mantener su AUTOCONFIANZA y mejorar cada día.
Alejarte de las personas y ambientes que no te convienen no es complejo de superioridad:
Este es otro aspecto que muchas personas no comprenden, por ejemplo alguien pertenece a un grupo de amigos que han compartido por años en fiestas y mucha diversión, de pronto esa persona se da cuenta que en buena medida ha perdido gran parte de su tiempo y juventud, entonces comienza a concentrarse en sus sueños y va alejándose de sus amigos, porque desea otras experiencias y un fuerte CRECIMIENTO PERSONAL.
Cuando el nivel de expectativas en las mentes de las personas es marcadamente diferente, entonces la separación de las vidas ocurre. Por ejemplo, tus antiguos amigos solo están interesados en ir de fiesta todos los fines de semana, pero tú estás enfocado en construir un negocio exitoso, simplemente ya no te interesa la vida anterior, quieres nuevas experiencias.
Esa persona que ha decidido un cambio de vida, ya no quiere escuchar a personas negativas que solo pasan quejándose y no hacen nada por cambiar, entonces se va alejando no porque considere que sus antiguos amigos sean menos, simplemente los deseos son diferentes.
Cuando una persona ha realizado un trabajo fuerte sobre sí mismo y puede llegar al éxito, entonces una consecuencia normal es que todo cambie, el ambiente, las personas, los gustos, etc. Y eso en ningún momento implica complejo de superioridad, pero quienes no han trabajo para construir un mejor futuro lo verán de esa forma.
Tú nunca debes renunciar a TUS SUEÑOS solo por la opinión que otros puedan tener de ti. Estás en el pleno derecho de vivir un estilo de vida abundante en todo y alcanzar la autorrealización.
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2020.11.28 09:46 standthis tive um pesadelo agora e acordei todo suado, preciso dos meus remédios

bom dia brasil, eu to mto sonolento ainda, vou escrever tudo o que eu lembroe tentar voltar a dormir. Foi um pesadelo muito estranho, eu já tive ele antes, eu estava dormindo em um acampamento algo do tipo com uns amigos e minha mãe estava na cama comigo, eu acordei de repente falando que tive um pesadelo, mas minha mãe estava com muito sono e não deu muita bola, mas fiquei chamando ela pra me acalmar, eu dizia que sonhei com um filme que falava sobre escravidão de 3 mulheres algo do tipo.
Continuei chamando ela até que ela ficou conversando comigo de olhos fechados e começou a conversar sobre esse filme, ela dizia que foi só um sonho e eu deveria me acalmar, ela pegou minha mão e começou a falar '' respira fundo! 1, 2, 3, Boom!! acalmou??? haha '' e eu achei isso muito bizarro, pq ela tava agindo muito estranho, mas ignorei, continuei conversando com ela. A de repente de novo ela me dizia que eu deveria formar uma palavra que estava escrita na parede pra eu poder acordar e acabar com o pesadelo, eu então percebi que estava sonhando com aquilo tbm, aquela conversa que eu tava tendo era um sonho e ela não era minha mãe. Eu acordei do nada (nossa eu to escrevendo isso e nada ta fazendo sentido né) e percebi que tudo aquilo foi um sonho, então eu fui tomar um banho pram e acalmar, eu fiz todo meu ritual de lavar a cabeça de uma forma, molhar meu corpo todo e etc ai fiquei pensando nesse sonho maluco e eu percebi que ainda estava sonhando, meu olhos estavam fechados e eu não conseguia falar, era como se eu estivesse tomando banho mas nao conseguia abrir meus olhos e falar em voz alta, eu comecei a entrar em desespero era como se fosse uma paralisia do sono, eu conseguia me mover, mas falar e abrir o olhos não. Comecei a achar que tinha algo no banheiro comigo e comecei a suar. Fui pro canto do banheiro e falei pra me acalmar eu pensei num cara do reddit aqui que disse uma técnica pra fazer quando perceber que está tendo uma paralisia do sono, eu fiquei movendo meus olhos pra esquerda e pra direita frenéticamente pra ver se eu acordava e tbm tentando mexer a ponta dos pés. FINALMENTE EU ACORDEI.
E agora to escrevendo isso. To todo suado e só pensando como sou desgostoso, ontem foi um dia ruim pra mim, estou sem tomar um dos meu remédios antidepressivos e essa segunda finalmente vou voltar na psiquiatra pra pedir de novo que ela me autorize tomar novamente. Estou biruta, vacilante e só fico me imaginando como sou fraco pra depender tanto de remédios pra ficar ''estável''.
Ontem eu pensei que em cortar meu pulso, não pra me matar, mas só pra aliviar esse oco que sinto dentro de mim. Me contentei com minhas pernas.
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2020.11.27 22:59 philzamorano Ser #Borderline

Ser #borderline (desde adentro) Mi nombre es Paula, tengo 25 años y soy Borderline. Durante muchos años no entendí como era capaz de sentirme tan mal, miraba para atrás y no había hecho nada importante, ni siquiera construir demasiados buenos recuerdos; hasta que hace 3 años me diagnosticaron #TLP.
Quisiera decir que mis días son alegres, positivos, con sus altibajos pero normales. Sin embargo tengo que admitir que la mayoría de los días la vida me aplasta. Me siento sola, incomprendida, desesperada, triste, hundida, desanimada, desmotivada, angustiada, desesperanzada, terriblemente ansiosa, con sensaciones de vacío, con dolor emocional y sin imaginar nada real para mi futuro. No hay día en que no me pregunte, ¿por qué me tuve que enfermar y cómo puede ser que no haya ninguna forma de curarme? Tengo que conformarme con saber que el mejor pronóstico es disminuir los síntomas a costa de mucha psicoterapia y psicofármacos. Creo que puedo llegar a ese punto de mejoría, pero el problema es que en las personas como yo el menor tropiezo significa caída.
Esta enfermedad causa una distorsión en los procesos críticos del pensamiento, provocando en quienes la padecemos sentimientos y reacciones fuera de lo normal, experimentando el mundo de una manera muy diferente a como lo experimentan los demás. A mi círculo íntimo (más que nada amigos) le cuesta comprender que tenga ciertas conductas; no porque tenga ganas de tenerlas, ya sea para manipular o porque me guste sufrir, sino porque me son imposibles de controlar sobretodo los primeros años de tratamiento. Me critican, me juzgan, me tratan de manipuladora, caprichosa y recibo comentarios del estilo "te acostumbraste a disfrutar del dolor”, “no queres salir de esta zona de confort que es la única que conoces y en la cual sabes moverte", "te victimizas", "ponele voluntad". A ellos les digo: puede ser que todo lo que dicen sea verdad, pero lo que no saben es que lejos de motivarme me hacen sentir sola e incomprendida.
Lucho de una forma negativa contra el miedo intenso a ser abandonada y la intolerancia a la soledad. Siento una fuerte sensación de vacío, conductas compulsivas con la comida y en ocasiones con el alcohol o las drogas, también crisis repetidas de ira inapropiada.
Estos síntomas ocultan gritos que no puedo exteriorizar de forma directa: "Uso distintas formas de manipulación para poder retenerte", "Tengo excesos de comida, alcohol o drogas como forma de llenar los vacíos interiores que siento, como forma de escapar a la realidad, o para llamar la atención", "En momentos de crisis... ¡Ayudame! No sé a quién recurrir, llegué a mi tope".
Si hablo de formas de manipulación es tanto el esfuerzo que hago para que no me abandonen, para no sentirme sola que soy capaz de utilizar cualquier recurso, aunque atente contra mi salud, para llamar la atención del otro y poder retenerlo. Como formas de manipulación utilizo frecuentemente las autolesiones y la sobreingesta de pastillas. Soy capaz de soportar relaciones completamente enfermizas y tóxicas que empeoran mi situación con tal de no quedarme sola. No importa si la persona se queda por obligación o si no hace nada para ayudarme, lo importante es que se quede.
Generalmente tiendo a pensar que necesito de algo o alguien para mejorar mi calidad de vida y poder salir adelante. Por ejemplo, hace unos meses insistí con que vivir sola era lo mejor para mí. Tener mi independencia, alejarme de los problemas familiares. Eso me iba a forzar a hacer las cosas por mí misma, a sostener un trabajo, a cocinarme, a lavar mi ropa, a limpiar la casa. Al cabo de dos meses no tenía trabajo que sostener porque renuncié, no tenía ropa para lavar porque no salía de la cama y no tenía cocina que limpiar porque pasé días sin comer. Bajé muchísimo de peso pero de una manera totalmente insana. Pasó que las situaciones cotidianas de la vida a mí no me afectan de la misma forma que a los demás. Cualquier persona sentiría tristeza pero sin alterar el ritmo normal de su vida. En cambio yo, me vuelvo irracional, no puedo pensar, pierdo el control sobre mi misma. Me invade un sentimiento de desesperación muy profundo y tomo pastillas compulsivamente, manejada por impulsos. Nunca busco suicidarme, simplemente no puedo dejar de tomarlas. En este caso me ingresan 2 días en clínica médica, acto seguido consigo una prolongada estadía en algún centro de salud mental. Reflexiono por unas semanas, me tranquilizo, me dan el alta. Vuelvo a ser una persona positiva, me pierdo en un mundo ideal y me pongo objetivos de ensueño imposibles de cumplir. Cuando me doy cuenta de que son irreales me desmoralizo, me deprimo. No salgo de la cama, no como; la secuencia se repite.
Otras veces, de un momento a otro una ira explosiva se apodera de mí. No me reconozco, esa no soy yo, algo me está controlando, a mí no me gusta la violencia. Pierdo la cabeza de nuevo. Me lastimo, ya sea golpeándome a mí misma o cortándome con cualquier objeto contundente, revoleo y rompo cosas.
Después de un rato quedo agotada, empiezo a tranquilizarme y toda esa explosión va disminuyendo. Recupero la razón y me lleno de culpa y remordimiento por el momento que le hice pasar a mi familia. Muchos me preguntan cómo puedo seguir como si nada hubiera pasado. No entienden que no se trató de un ataque de ira voluntario porque perdió mi equipo de fútbol. Mis ataques surgen sin previo aviso, de forma impulsiva y son imposibles de controlar. Es un fuego que me empieza a quemar en el estómago, nervios, desesperación, querer salir corriendo sin saber a dónde. Aquellos que no logran entender de qué son producto las reacciones, con justa razón se alejan. Deseo tanto sostener algunos vínculos que hago de todo para retenerlos. La manipulación, de nuevo, juega papeles importantísimos en este trastorno. La manipulación en una forma completamente negativa. Te quiero tanto que sin quererlo te saco de mi vida. Si yo que conozco mi enfermedad no soporto vivir conmigo misma, ¿por qué lo haría alguien que no la entiende?
Por estos motivos para un borderline las relaciones son muy difíciles. Caóticas, turbulentas, inestables. En momentos predomina una emoción positiva hacia alguien, pero al menor comentario o actitud sólo en cuestión de segundos todo se transforma en una imagen completamente negativa. Si me alagan por algo, según mi estado de ánimo me siento valorada, contenta y esperanzada. Por el contrario, puedo pensar "lo decís para que me sienta bien". Si me hacen una crítica, en mi mente se instala la idea de que no sirvo o no soy lo suficientemente buena. Acto seguido, abandono.
De a momentos creo tener una gran capacidad para ciertas cosas, estoy incentivada, emocionada. Trabajo para conseguirlas pero cuando estoy por lograrlo encuentro alguna excusa para abandonar. Me autoboicoteo. Son tan grandes la inseguridad y los miedos que me gobiernan que no puedo salir adelante. Siempre espero la aprobación de alguien más.
A veces, cuando me siento bien, creo haber encontrado la forma de controlar esta enfermedad. Creo que al fin puedo hacerme cargo de mi vida y de mis emociones. De todas formas, esa alegría siempre tiene un tinte de miedo a mí misma (que me fuerzo por sacar de mi cabeza) que me hace pensar ¿Cuándo será la próxima crisis? Y no me equivoco, después de unas semanas el ciclo de reinicia y vuelvo a caer.
Es terrible para mí vivir pensando que la gente que me rodea está conmigo o contra mí. Que son buenos o malos según el día que esté teniendo. Que mis estados de ánimo pueden fluctuar a cada minuto. Que en mi vida no existen los matices, únicamente los extremos. Que todo es blanco o negro. Puedo ser muy positiva o muy negativa y mis sentimientos sólo viven a flor de piel. Estoy tan cansada de que no se comprenda esta patología, que cuando me preguntan "¿cómo estás?", finjo una sonrisa y simulo estar muy bien. Pero llega un momento en que la crisis es tan obvia que explota en la cara de todos. "¿Por qué no pediste ayuda antes?". Lo hice, claro que lo hice. El problema es que menospreciaron mi angustia, no fueron capaces de entender lo que padece alguien como yo. Me hicieron sentir incomprendida. ¿Cómo recurrir a alguien que no sabe lo que estoy transitando?
Quisiera que todos aquellos que conocen a una persona borderline se interiorizaran en los síntomas de la enfermedad. No nos juzguen, no nos critiquen, no nos rechacen y no nos alejen. La mejor forma de ayudarnos es demostrarnos que entienden lo que vivimos cada día.
El TLP no se trata simplemente de "ponerle ganas" para salir adelante. No importa lo mucho que me esfuerce; cualquier comentario, crítica o situación pueden detonarme. Al fin y al cabo, SOY UNA BOMBA A PUNTO DE EXPLOTAR que lucha cada día para no ser vencida.
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2020.11.27 13:34 BlindEyeBill724 Seienden, Heidegger e as experiências da plenitude do Ser, um breve ensaio

Seienden, Heidegger e as experiências da plenitude do Ser

Assim Wolfam Eilenberger fala de Heidegger:
“Para Heidegger, a angústia é o exemplo de vivência de uma perda abrangente de sentido, que expõe - no vazio e na falta de vínculo resultantes - o olhar para o verdadeiro fundamento do Dasein em questão. E expõe de tal maneira que esse fundamento em si não comparece, não existe, não está dado ou assegurado por nada nem ninguém! No modo da angústia, o Dasein experiência a efetiva falta de chão e o possível caráter ordinário da própria existência de todos os entes [Seienden].”
Ainda que poste, e administre, uma página de apologética, creio que muito do que penso pode ser restringido ao âmbito da razão natural, desvenciliável, e não sou santo ou carola o bastante para postar somente sobre tópicos teológicos, ainda que o julgue fundamental¹. A própria ascensão da alma à compreensão natural (e me expresso dessa forma cônscio de que pode irritar e me contradizer) é útil à “apreensão” do divino, ademais. É claro que os limites da razão natural são discutíveis. Lendo esse trecho sobre Heidegger, não pude deixar de enxergar aí um exemplo de um niilismo tipicamente moderno (mais, o niilismo é, desde o princípio, um movimento tipicamente moderno), não digo para discutir, nem afirmo categoricamente “Heidegger = niilista” não conheço o suficiente de Heidegger para dizê-lo. O que me chamou a atenção é essa experiência que, creio, já senti e creio que muitos já sentiram, essa “perda de sentido” esse “fundamento em si” que “não comparece”, que “não está dado ou assegurado por nada nem ninguém”.
Essa experiência de ausência de sentido parece-me contrapor ao que considero fundamental à vida filosófica e espiritual, a saber, a experiência de plenitude do sentido, aqui, é certo, a primeira coisa que se pode arguir, creio, é que essa experiência de plenitude de sentido têm raízes na minha concepção religiosa, creio que não, pode ser argumentado que elas têm raízes fisiológicas, mas não religiosas, e digo o porquê, o porquê creio que se inserem dentro da razão natural. Sem entrar em detalhes, tive três experiências, num aperto de mão de um tio durante uma festa de aniversário na infância, numa espécie de paralisia do sono enquanto dormi ouvindo Beethoven e subitamente acordei, e na faculdade quando realizava exercícios de memorização de idéias e, na casa das duas dezenas, tive novamente essa impressão aguda, mais ainda, ao contar para minha mãe sobre as características dessas impressões e como me parecem fundamentais ela disse que sentiu algo parecido só depois dos cinquenta anos, enquanto lavava a louça em seu trabalho! Qualquer unidade ou relação entre esses eventos e a religião me parece extremamente frágil.
Tampouco digo que essa experiência é uma experiência do divino, meu tópico não é esse e eu não entraria de supetão numa discussão tão acirrada mesmo dentro da teologia. Havia sintetizado à um amigo filósofo da seguinte forma, na busca das características distintivas dessas experiências:
1-Na primeira experiência da infância se destaca a felicidade imensa, logo, a felicidade imensa faz parte da potencialidade sentimental do que chamo de experiência extraordinária;
2-Na experiência na faculdade, quando estava memorizando diversas ideias, o que se destacou foi uma experiência vívida de uma separação do ambiente, desde daquela época eu expressei o ocorrido como uma sensação de deslocação temporal, como se tivesse um tempo diferenciado, quero evitar essa expressão pois implica problemas muito grandes por ora, mas digamos que uma consciência aguda da interioridade seja a nota distintiva dessa segunda experiência;
3-Na terceira experiência, a da música ao acordar, pode-se alegar que foi uma espécie de paralisia do sono sem medo, o que se destacou aqui foi a percepção da beleza (no caso da música de Beethoven), e uma sensação de completude, porque não quis nem me mexer, mas fiz normalmente depois que passou.
A sensação de completude pode, se não me falha a memória, ser elencada como elemento unificador das três experiências, então, temos dois elementos, a “extraordinariedade”, dito de outro modo, a “inesquecibilidade” duas palavras que sequer existem mas cujo sentido é compreensível. Das três temos os seguintes elementos distintivos, a felicidade imensa, a consciência aguda da interioridade e a percepção da beleza. Essas experiências são o que eu chamo de experiências extraordinárias, mas podemos chamar de “experiências da plenitude do sentido” e me colocam num lado diametralmente oposto àquele de Heidegger (neste trecho) e dos niilistas.Essa experiência pode ser aproximada de outras quais também já foram registradas, peak experiences, experiência oceânica, etc, num contexto secular.
Se eu fosse partir de um common ground entre teístas e ateístas teria de atribuir ao homem a capacidade de projetar-se no real de tal forma que não só teria por si meios de enxergar de forma niilista o mundo devido ao seu vazio interior, mas teria meios de enxergar o mundo como portador de sentido por características igualmente imanentes (meramente psicológicas). Porém, como parto do pressuposto que o Ser é pleno de sentido, me mantenho na razão natural quando pontuo que, ao contrário, parece que Heidegger acabou sucumbindo à projeção de si no mundo enquanto a experiência de plenitude do Ser é, ela sim, originária, um ato intuitivo que vai no mesmo sentido de uma apreensão noética [da plenitude do Ser]. Ah! Quanta coisa se confunde neste tópico, por exemplo me parece que muita baboseira New Age é escrita se confundindo esse pontos, outros querem diluir as religiões nessas experiências selvagens de sentido, mas o fundamental é esta visão:
Como diz Einstein:
“A emoção mais bela que podemos experiência é a mística. Ela é a propagadora de toda verdadeira arte e ciência. Aquele para quem essa emoção é estranha ... está, por assim dizer, como morto. O que é impenetrável para nós existe realmente, manifestando-se como a mais alta sabedoria e a mais radiante beleza, que nossas entorpecidas aptidões podem compreender somente em suas formas mais primitivas – este conhecimento, está sensibilidade, está no centro da verdadeira religiosidade. Neste sentido, e unicamente nele, pertenço à classe dos homens devotamente religiosos. ”
Veja que, de fato, é uma experiência, experiência que não se pode reduzir à experimentos, imprevisíveis, vão da louça à Beethoven, uma paisagem, acredito que a vista de um besouro poderia causá-las, assim como um toque numa mulher amada pode causar uma ereção. O que eu proponho é uma filosofia que parte não da constatação do vazio, mas da plenitude do Ser, o que não é, exatamente, a mesma coisa que a religião necessariamente, ainda que eu o articule assim.
Na verdade, devo dizer é que estou somente, isso é, na forma qual compreendo, retornando às bases da filosofia clássica, essa experiência é, ou está próxima do thaumazein², o espanto, o assombro perante o ser que está na base da vida intelectual de amor à verdade [é seu princípio sempre operante, arkhe], parece-me que, aliás, tudo o que se tendeu a ver como pessimismo no pensamento antigo pode ser um equívoco neste ponto, Marco Aurélio, em suas meditações tidas como pessimistas, realizava ali exercícios filosóficos tradicionais que o mantinham centrado no que percebe ser um sentido, um Logos. Mesmo o ateísmo antigo, e creio que minhas futuras pesquisas me levarão à isso, não deságua no niilismo porque mantinha uma percepção do Logos, uma admiração pelo sentido que se mantinha no thaumazein, que ainda criam possível por sua percepção do real, tão diversa da moderna. O atomismo, o caos, realçava o milagre da existência, mas como proceder dessa forma hoje?
Existe, aqui, uma diferença fundamental. Existem trechos que exaltam a beleza do cosmos na literatura ateísta, acho que devo ter visto um em Carl Sagan, mas hoje temos uma experiência meramente estética sem fundamento metafísico, parece-nos meramente uma brincadeira sem conteúdo que, na hora do aperto dramático, desvanece de nossa consciência, pois seriam meros lampejos ilusórios de uma psique sem sentido possível, a modernidade não consegue reconhecer facilmente nenhum conteúdo objetivo às qualidades, à experiência consciência.
Mas eu erraria se dissesse que a experiência do vazio seja somente uma “projeção”, ela é sim equivocada em minha visão em suas projeções ontológicas sobre um suposto vazio do real, mas têm um fundamento. A experiência humana em sua totalidade vai de acordo com uma perspectiva (surpreendentemente) tomista³, e pode ser apreendida nessa tensão entre a experiência da dependência total e da vacuidade da criatura, ou seja, a experiência do vazio, de um lado, e uma experiência da plenitude do Ser, o thaumazein, do outro. Eis o que temos, o dia e a noite, que cada um se guie na tempestade. É claro, não é que toda a experiência do vazio se baseie na apreensão puramente real, nem que todos as experiências de plenitude sejam puras, podendo existir confusões, influências psicossomáticas diversas. A projeção de Heidegger só seria errada na medida em que fosse uma projeção de uma experiência parcial numa teoria concreta do Ser (na totalidade), ainda que, é desnecessário dizer, não seja fácil tratar do Ser em Heidegger num breve ensaio, e que não pretendo tratar de sua filosofia, mas somente refletir sobre um trecho em sua universalidade. De toda forma….
...Es freue e sich, Wer da atmet im rosigten Licht!
[Regozije-se aquele que aqui em cima respira, na rósea luz!
Schiller, Der Taucher .]”
__________
¹O leitor pode me compreender como um Walter Benjamin sem seu talento, digo, o Benjamin de 1919-1929, que vemos em Wolfam estava mais interessado com temas teológicos, isso é, vejam-me como um Walter Benjamin sem talento e sem interesse no marxismo, ah, se eu encontrasse uma mulher que me aproximasse, qual Benjamin, ao marxismo (falo de Asja Lacis)! Mas casei, a situação existencial passou. Que o connoisseur de Walter Benjamin perdoe meu tom brejeiro.
² Já que estamos falando em Heidegger, em https://filoinfo.net/node/163
"[...] os pensadores gregos, Platão e Aristóteles, chamaram a atenção para o fato de que a filosofia e o filosofar fazem parte de uma dimensão do homem, que designamos dis-posição (no sentido de uma tonalidade afetiva que nos harmoniza e nos convoca por um apelo).
Platão diz (Teeteto, 155 d): mala gar philosophou touto to pathos, to thaumazein, ou gar alle arkhe philosophias he haute. "É verdadeiramente de um filósofo este pathos — o espanto; pois não há outra origem imperante da filosofia que este."
O espanto é, enquanto pathos, a arkhe da filosofia. Devemos compreender, em seu pleno sentido, a palavra grega arkhe. Designa aquilo de onde algo surge. Mas este "de onde" não é deixado para trás no surgir; antes, a arkhe torna-se aquilo que é expresso pelo verbo arkhein, o que impera. O pathos do espanto não está simplesmente no começo da filosofia, como, por exemplo, o lavar das mãos precede a operação do cirurgião. O espanto carrega a filosofia e impera em seu interior.
Aristóteles diz o mesmo (Metafísica, 1, 2, 982 b 12 ss.): dia gar to thaumazein hoi anthropoi kai nyn kai proton erxanto philosophein. "Pelo espanto os homens chegam agora e chegaram antigamente à origem imperante do filosofar" (àquilo de onde nasce o filosofar e que constantemente determina sua marcha).
Seria muito superficial e, sobretudo, uma atitude mental pouco grega se quiséssemos pensar que Platão e Aristóteles apenas constatam que o espanto é a causa do filosofar. Se esta fosse a opinião deles, então diriam: um belo dia os homens se espantaram, a saber, sobre o ente e sobre o fato de ele ser e de que ele seja. Impelidos por este espanto, começaram eles a filosofar. Tão logo a filosofia se pôs em marcha, tornou-se o espanto supérfluo como impulso, desaparecendo por isso. Pôde desaparecer já que fora apenas um estímulo. Entretanto: o espanto é arkhe — ele perpassa qualquer passo da filosofia. O espanto é pathos. Traduzimos habitualmente pathos por paixão, turbilhão afetivo. Mas pathos remonta a paskhein, sofrer, aguentar, suportar, tolerar, deixar-se levar por, deixar-se con-vocar por. E ousado, como sempre em tais casos, traduzir pathos por dis-posição, palavra com que procuramos expressar uma tonalidade de humor que nos harmoniza e nos con-voca por um apelo. Devemos, todavia, ousar esta tradução porque só ela nos impede de representarmos pathos psicologicamente no sentido da modernidade. Somente se compreendermos pathos como dis-posição (dis-position) podemos também caracterizar melhor o thaumazein, o espanto. No espanto detemo-nos (être en arrêt). E como se retrocedêssemos diante do ente pelo fato de ser e de ser assim e não de outra maneira. O espanto também não se esgota neste retroceder diante do ser do ente, mas no próprio ato de retroceder e manter-se em suspenso é ao mesmo tempo atraído e como que fascinado por aquilo diante do que recua. Assim o espanto é a dis-posição na qual e para a qual o ser do ente se abre, O espanto é a dis-posição em meio à qual estava garantida para os filósofos gregos a correspondência ao ser do ente."
³Eis uma tradução do filósofo Josef Pieper feito pelo lendário professor da USP, Jean Lauand:
“O mundo está constituído de tal forma que quem o compreendesse a fundo poderia ser precipitado num abismo de tristeza: o próprio Verbo de Deus feito homem teve de padecer uma morte terrível e infamante. E no fim dos tempos, ocorrerá o domínio universal do mal. Tomás de Aquino ensina que o dom da ciência (que permite conhecer o que é este mundo) corresponde à bem-aventurança: “Bem-aventurados os que choram...”.
Quem pensa nisto (e o ser humano não precisa necessariamente de uma reflexão consciente para aperceber-se dessa realidade) pode muito bem verter lágrimas e cair na mais profunda depressão; depressão que, aliás, não tem porque ser considerada “infundada” ou “sem objeto”, uma vez que a criatura procede do nada. Mas a criatura é também – para além de qualquer medida concebível – tão intensamente mantida na existência pelo Amor de Deus que, quem considera este fundamento e sabe reconhecê-lo, pode facilmente ser invadido pela alegria (também aparentemente “infundada” e efetivamente não causada por nenhum motivo externo próximo e determinado). Uma alegria tão arrebatadora que, pura e simplesmente, extravasa a capacidade de recepção da alma. Como é que fica então o meio-termo, o “normal”? E por que meios é essa normalidade regulada? Talvez pelo estado fisiológico do aparelho hormonal das glândulas ou do sistema nervoso.”
E continua Lauand: “Assim, segundo Tomás, a criatura é dúplice em sua estrutura fundamental: por um lado, participa do Ser (e da verdade, da bondade, da beleza...) de Deus; mas, por outro lado, é treva, enquanto procede do nada. E essa estrutura dúplice projeta-se num apelo contraditório ao homem (também ele criatura...) em seu relacionamento com o mundo: daí a “normalidade” da “psicose maníaco depressiva existencial” ou, como se diz hoje, do transtorno bipolar.”
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2020.11.27 02:57 30197855J Mais um amigo reprovado na prova da primeira habilitação do Detran.

Mais um amigo reprovado na prova da primeira habilitação do Detran. Cara, o que você está fazendo de errado não é a prova. É a bendita cara de coitadinho que você leva pra fazer a prova. Tu já chega todo arrumadinho e cheiroso parecendo um poodle que come ração com cenourinha ralada. Entra no carro e fala: - Bom dia a todos. AH VAI MORDER A BUNDA DO TEU PAI!!! VAI DA BOM DIA PARA O CARCEREIRO! Ninguém ali quer ser o amor da sua vida, nem seu próximo parceiro de dominó! Eles já saem de casa sedentos pela lagrima que cai do seu rosto. ELES SE ALIMENTAM DISSO, TU ME OUVIU??? ESTOU FALANDO DE MONSTROS QUE BEBEM LÁGRIMAS! Vai fazer a prova?? Bote a sua pior roupa, vista uma cara de maluco, assassino! RASPE A SOBRANCELHA! É isso mesmo. Ela vai crescer de graça depois, sem precisar pagar um Duda pra isso. Entra no carro e faça a seguinte oração em voz alta. " Deus, me ajude dessa vez. O senhor sabe o quanto estou me esforçando. Se me sacanearem dessa vez, eu perco a condicional, mas ninguém sai vivo daqui." Dê uma mordida bem forte no braço pra eles ficarem olhando a marca ate a prova acabar. É PRA DAR UMA DE MALUCO MESMO!
Eu duvido que dê errado!
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2020.11.26 19:40 luciodavila Hijo gay me besa y madre feminista me da la paliza de mi vida

Hola esta historia ya la subí pero la tuve que borrar por ciertas razones así que la vuelvo a subir y con una actualización
Hola soy nuevo en esto así que lamento las faltas ortográficas y quiero decirle que siempre e querido contar alguna historia ya que me encantan este tipo de historias pero no tenía ninguna hasta que recordé esta bueno el elenco de esta historia es el siguiente
Yo : ovio yo H 1,2,3 : hermanos que aunque H3 no tiene mucho protagonismo S M G : amigas de H2 AM : uno de mis mejores amigos P : mi Salvador y padre de mi amigo MD : madre con derecho HD : hijo con derecho MZ : moza o camarera
Cabe aclarar que soy una persona que no me gusta deberle nada a nadie ,no soy homofóbico y soy un poco otaku uno con gustos raros en lo que se trata de música ropa series amigos y me gusta jotear con mis amigos esto es importante para más adelante buno todo empezó en los 15 de H1 todos estaban bailando mi papá mi mama H3 y yo estaba sentado hablando con H1 ya que no me gusta bailar o tomar en eso me llama H2 para conocer a uno amigos de ella que eran S M G y por ultimo HD hablamos nos volvimos muy buenos amigos las semanas pasaron y empecé a salir a caminar por la mañana ya que ase tanto sol y aveces sentía que alguien me observaba no le presté atención ya que tenía una sudadera de un amarillo flúor así que resaltaba bastanteun día salgo pero no a caminar si no a desallunar a una biblioteca café donde compre un manga y después quería tomar un café con 2 tostados pero no me alcanzaba entonces lo pido y me traen el café un el mismo manga y los 2 tostados y le digo al mozo que no avia pedido eso y me dise.
MZ : lo se eso se lo manda su novio ya esta pagado no se preocupe Yo : novio? Peno no tengo novio y no soy gey MZ : O encerio YO : SI además es el que compre recién MZ : Lo siento pero no puede devolverlo si quiere le puedo cambiar el que compro por otro YO : de verdad entonces quiero el otro volumen
Después de cambiarlo la mosa se disculpa y me dise que ella estaba también leyendo esto y nos asemos amigos a la 3 dias después salimos con toda mi familia en eso mi hermana que es muy paranoica le dise a mi papá que siente como que alguien nos está observando y mi papá le dise que es su imaginación y yo le digo tambien, que últimamente sentía que me estaban observando y mi papá me creyo ya que yo no soy paranoico , el dia se acaba y nos vamos a casa al día siguiente M nos invita a un boliche a mi a H1 H2 y H3 yo les digo que no ya que yo no soy de bailar o tomar tragos como ya les dije pero ellos me dicen que no sea aburido y que de pasada íbamos a comer algo al final hacedi grave error me avía puesto todo guapo ya en el boliche nos encontramos con S M G Y HD nos saludamos como si nada y empezamos a habla en eso HD me dise que me acerque porque me quería decir algo después de que me acerca me agarra del cuello y me besa y no que fuera solo un poco fue con todo y lengua todos se quedaron viendo con cara de no mames H1 H2 H3 G M S y hasta el barman que era un amigo mio y como reflejo lo empujé y le digo que te pasa y luego me explica que me estuvo siguiendo desde lo 15 de H1 desde la distancia me observaba y que me amaba y un montón de estupideses como que ahora le pertenecía como si fuera un objeto y el era que me pagó los tostados y me dio el manga y el colmo de los colmos me dijo que H2 le avia dicho que era gay ,al parecer H2 pensó que era gay porque tengo más amigos hombres que mujeres y ya que veces con mis amigos joteamos después de eso me fui muy enojado me fui caminando ya que mi billetera la tenía H1 en eso me encuentro con unos amigo que estaban comiendo y le pregunto si me le puedo unir ya que tenía un montón de ambre ya le digo que me lo paguen que después se lo devuelvo y como buenos amigos me lo pagan mientras esperamos me preguntan que paso y que asia tan tarde en la noche (se me olvido decir que era en la noche) les cuento la historia y se ríen y empiezan a molestarme pero no me importaba ya que eran mis amigo nos traen la comida comemos y al terminar AM me dice AM : e bro querés que te lleve a tu cas o con los trabas YO : Vete a la mierda jajajajaj dale llévame si me voy caminado IVA a volver a que hora de la mañana AM : aparte tus viejos te ivana a matar YO : Cierto Me lleva a casa ,a la día siguiente me llama un número desconocido y me dice gritando
MD : Porque no quieres salir con mi hijo YO : Ee? Quien habla MD : Soy la madre HD porque no le das una oportunidad después que te dio todos esos regalos eres un mal agradecido YO : para primer no soy gey segundo que regalos habla MD : hablo del sándwich y el libro ese YO : yo no sé lo pedí el me lo dio por voluntad propia y a parte se lo quería devolver peronse abia ido MD : vamos eres joven tienes que experimentar
Yo na enojado
YO : mire bien vieja de mierda ya le dije que no saldré con su hijo así que no moleste y no me vuelva a llamar MD : Te vas a .....
La cortó antes de que termine sigo mi día me preparo para ir al la casa de AM para pagarle estaba llegando y AM me dice que me esperará fuera porque estaba comprando con P en eso aparecen un grupo de feminaziz formando por 3 mujerer con el pelo verde y corto una de ellas era tan gorda que prácticamente la podría usar como bola de demolición y las otras 2 dos que eran musculosas en eso la gorda grita
MD : es el ,es el que rechazo a mi hijo por ser gey es un maldito homofóbico a el
intento correr pero las 2 chicas que eran súper águilas me agarran me tiran y me dan la paliza de mi vida ,ni mi vieja con su chancla me avi dado tan duro ,me dieron patadas en todas partes me golpearon com piedras con un palo si no fuera porque AM no uviera aparecido con P que era policía me abrían matado P llama 3 compañero mas para pararlas después de que me dejaron de golpear me desmayo ,despierto mas tarde en el hospital con 2 costillas rotas el ojo morado e hinchado y el brazo izquierdo y la pierna derecha enjesadasy las primeras personas que veo son mi mama papá H1 H2 H3 luego de una hora llega AM y P , P me dise que las señora gorda era la madre de HD luego HD le contó a MD que yo lo avia rechazado después que le avía colgado iso un plan para hacerme pagar la MD le contó a sus amigas que eran feminaziz lo que paso en el boliche quisieron tomar justicia y al parecer una de ellas vivía cerca y le avisó al las otras donde estaba después de decirme eso todos se van para que pueda descansar me duermo y de repente me despierta HD y me dise
HD : ya sabes lo pasara si no me dices que si YO : vete a la mierda
Me da otro beso pero yo no puedo evitarlo porque tenía el brazo enjesado y el otro me dolía mucho pero grasias a dios llega H1 y AM y al ver lo que pasaba AM le da un puñetazo en la cara y H1 llama a seguridad y se lo llevan AM para tranquilizarme me dise todo va a estar bien bro y me trae un jugo después MD Y HD son metidos presos por intento de asesinato extorsión y acoso sexual un mes después me dan de alta y me visitan S M G para ver como estoy y se disculpan casi llorando porque ellas planearon todo para que HD se confesara pero que nunca imaginaron que pasaría algo asi y que esperaran que yo no las odiara las perdone ya que estaba seguro que sus intenciones no eran malas y eso es todo bueno espero que les haya gustado si alguien quiere subirla a su canal de YouTube como FILO , PANA REDIT o DIOS REDIT dejen el link o enlace del video
Actualización: me acabo de encontrar con la misma señora que ase un año casi me mata estaba con un hombre más o menos gordito me vio y me reconoció y me empezó a coretiar pero no duró mucho ya que apareció un policía y me choque con el después me dijo que me calmara le dije lo que estaba sucediendo la gorda se da cuenta del policía y intenta escapar pero el peso y el cansancio no la ayudo a escapar ,la agarran y se la llevaron de nuevo luego el hombre con el que estaba me agaro del hombro y me dise
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2020.11.26 05:26 Present-Reputation70 Devaneio excessivo (maladaptive daydreaming)

Gente, faz pouco mais de 1 ano que eu descobri que tenho isso, e mais de 10 anos vivendo esse problema. Porém só fui prestar atenção no incômodo que era depois que as coisas começaram a ficar dificeis na parte profissional da minha vida, tipo escola. Eu vi que perdia muito tempo devaneando e isso estava atrapalhando o meu desempenho, eu ficava até de madrugada, as vezes sem dormir no dia de alguma prova, estudando todo o conteúdo que não havia me dedicado meses antes.
Quando entrei no ensino médio eu estava focada, tendo esses devaneios, que começaram a me prejudicar, mas não da forma como agora. Tenho pesadelos sempre, já havia procurado a psicóloga da escola pra resolver a parte acadêmica e não adiantou... A real é que eu tô cada vez mais fraca, cada vez mais dependente de devanear, é como se fosse uma droga, porque literalmente, sem nenhuma substância química (Fora as reações naturais que já ocorrem no nosso organismo é claro), eu vou para outra dimensão e tudo é um gatilho: música, filme, série... não consigo ver nem ouvir nada sem ser pausadamente. Eu paro no meio, só para fugir, de TUDO, DE NOVO.
Enquanto eu devaneio pareço um zumbi no meu quarto, no auge da euforia pulo até na cama, gesticulo como nos sonhos, é muito estranho...
Eu me imagino sendo outra pessoa, uma versão melhor de mim, adulta, com outro corpo, outro rosto, outro cabelo, mais madura, bem sucedida, com um marido gato. Geralmente as caracteristicas físicas das pessoas envolvidas, são gente famosa, só que eu acabo colocando outro nome nelas... btw, é como se eu fosse um narrador onisciente desse mundo paralelo, eu sou TODOS os personagens... inclusive meu filho, eu sonho que ele seja um menino famoso, cantor, guitarrista, bonito, etc., no caso, por exemplo, ele tem o físico de um cara que tinha visto no Subway nas vésperas de Natal de 2013. Nessa época acho que ele tinha uns 18 e eu uma criança, eu tava com meu irmão e os amigos dele, e esse carinha tirou uma foto nossa na mesa. Acho que ele era riquinho tb. Até a fisionomia de um amigo dele tá nos meus pensamentos tb. Só sei que ele era lindo: olhos verdes, cabelo castanho claro, óculos alargador, e camiseta branca. O amigo dele era negro, tinha aquele brinco de "diamante", pique alexandre Pires do pagode, e usava boné. Enfim... ver rostos de adolescentes famosinhos no Instagram me deixou um pouco doente também, pq todos que eu sigam tambem estão nos meus sonhos, ou eles desempenham o papel de algum filho meu, ou são amigos do meu filho, anyways... só que depende de cada fase da minha vida, ou então cada mês, eu mudo as pessoas, o marido, os filhos, os amigos, etc.
Eu escuto muita musica internacional desde pequena, meu inglês seria muito melhor se desde aquela época eu tentasse aprender o vocabulário ao invés de só devanear. Mas uns tempos atrás, passei a dar mais atenção à isso. Desde os meus 11 anos que colocava num caderninho uma rotina de estudos com inglês, mas nunca consegui concretizar, os devaneios me mataram por dentro, gastaram o bem mais precioso que eu tinha: tempo. Porém, agora eu tô feliz porque tô aprendendo mais, conseguindo ler, entender as coisas... em alguns episódios quando era mais nova, lembrava de devanear em um apartamento, em outro país, usando roupas chiques, no trabalho, mexendo no computador, viagens de férias... talvez esse seja meu propósito.
No começo do ano eu havia viajado para a casa dos meus avós, eu fiquei bem lá com os meus primos, devaneava só antes de dormir. E meu celular tava quebrado, então não conseguia mexer nele direito, fora que a internet lá era uma merd*. Então, chegando em casa, quando acabou essas ferias, eu fiz um mapa mental do que eu queria conquistar esse ano: seria um ano bom de estudos, eu queria aumentar meu contato com deus e tudo mais...
Nos primeiros meses estava seguindo esses projetos, a maioria deles, mesmo com os devaneios, e depois da pandemia não consegui mais, porque não tinha ccompromissos envolvendo outros ambientes, ficar em casa me dá gatilhos para agravar esse meu problema psicológico, escutando música alta o dia todo, dispersa, e por ora, perdendo tardes dormindo e madrugadas acordada, fazendo o tempo escorrer como água... nisso está acabando o ano, e eu literalmente não fiz nada de útil além de dormir. Uma única coisa eu consegui: pesquisei algo que talvez possa ser uma ocupação pra minha vida, algo que eu queria como carreira. Mas esses devaneios não me deixam prosseguir, realizar, aproveitar a jornada.
Eu tô ficando louca, doente mental, nunca pensei que diria isso, quando eu caio na realidade me vem um desejo súbito de chorar, de desespero, de sair correndo, de fugir. Se eu pudesse colocar uma trilha sonora agora, colocaria "tempo perdido" de Legião Urbana, e "Tell Them" do James Blake.
Eu tô exausta, preciso de Deus pra seguir, preciso abraçar a realidade, só isso. TÁ FODA VIVER AQUI NA MINHA MENTE, eu não desejo isso à ninguém.
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2020.11.25 22:06 Victor15150 Eu perdi a vontade de viver

Desde já, peço desculpas pelo textão. Não sei se realmente há uma necessidade para estar vivo. Eu (16H) não tenho significância, é basicamente isso. Quando criança, ia muito bem na escola, a famosa "criança prodígio", mas com a adolescência eu me tornei só mais um, uma média de 10 foi para 7, 8. Costumava jogar xadrez, ganhei alguns campeonatos, mas no fim desisti disso e nem sei muito bem o porquê. Meus pais são separados, desde a infância eu soube que não conseguia preencher o vazio que havia neles, sempre se doaram muito para mim e deixaram a própria vida de lado, coisa que eu não queria que tivessem feito, pois agora há uma pressão para que eu tenha algum sucesso e o esforço deles não tenha sido em vão. Alguns anos atrás eu retomei o hábito da leitura, isso me fez muito bem por um tempo, eu comparava o quanto os outros liam por mês (entre 4-8 livros) e eu conseguia ler bem mais (uns 12), mas aí sempre depois de uns 2 meses eu me afundava numa tristeza e desgosto com os livros e acabava abandonando tudo, lendo "pouco" no ano. Com uns 12 anos eu me descobri um viciado em música (neste momento estou ouvindo Five Years, do Bowie), todo dia são umas 10 horas só ouvindo música, isso me fez pensar muito sobre seguir uma carreira nessa área, mas eu sou um completo desastre nisso, sempre tive problemas com coordenação motora, para qualquer coisa, e para tocar um instrumento não foi muito diferente. Minha voz é horrível, o fôlego não se mantém, enfim, dá tudo errado. Com 14 anos eu comecei a ter problemas de auto estima, a sensação de não ter alguma habilidade, ver um potencial desperdiçado, todas essas coisas realmente me quebraram. Mas o pior é em relação a aparência, porque essa eu sei que não há como mudar, eu sou baixo, um olho abre mais do que o outro, cabelo feio, rosto estranho, enfim, poderia listar vários problemas aqui. Nessa idade eu comecei a ir em consultas psicológicas, fui diagnosticado com depressão e logo comecei a tomar uma medicação leve, mas sempre que eu apresentava melhoras, duas semanas depois estava pior que antes. Este ano chegou a quarentena, tentei fazer muitas coisas, aprender mais sobre música, ler mais, mas tudo deu errado, simplesmente não consigo. Também foi nesse momento que me apaixonei por cinema, a ideia de atuar, roteirizar, dirigir, tudo isso me deixou encantado, porém eu não me vejo tendo futuro nessa área. Chegando até este momento, eu não faço mais terapia (tive "alta", mesmo nunca tendo me sentido pior), me tornei um lixo na escola, desisti do EAD, não tenho nenhuma característica ou habilidade que me destaque, me sinto sufocado numa casa em que meu pai e minha avó são extremamente populares na cidade e em seus empregos, sendo muito extrovertidos, enquanto sou totalmente o oposto, não atendendo as expectativas. Sinto que não tenho mais amigos, apenas conhecidos, não tenho mais prazer pela vida num geral, fazem três semanas que não sei mais o que é dormir, não sinto o gosto da comida, vivo com dor de cabeça, minha perna treme ao ponto de doer e não consigo fazer parar, estou "perdendo a vitalidade". É basicamente isso, eu sinto que vou só ser um fracasso em meio ao sucesso dos outros e por mais que ache que não vá me matar (ao menos não nas condições atuais), não acho que protegeria minha vida com o mesmo afinco que alguém feliz faria. Eu sei o que tenho que fazer para mudar, para melhorar, mas simplesmente não consigo mais ter forças para isso.
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2020.11.25 05:35 akiravitoria Pensando na quarentena que poderia ter vivido

No começo da quarentena eu era bonita, saudável, extremamente gata e até que feliz. Tava ostentando um celular novo FODA que eu tinha ganhado e tava amando, tava em casa tocando altas músicas no violão e fazendo uns negócio foda, ouvindo e conhecendo um monte de música irada e tinha meu amigo na palma da minha mão ali pra gente ligar um pro outro qualquer hora que a gente quisesse pra se divertir papeando ou jogando alguma coisa, essa quarentena podia ter sido massa, mas sabe pra mim qual foi a resposta pro início de uma pandemia mundial no meu país onde eu ficaria confinada em casa? "Nossa, e se ao invés d'eu fazer essas coisas todas eu começasse a usar o Twitter umas oito horas por dia?", obviamente eu não comecei assim né, eu comecei a usar tipo mais pra fazer coisa engraçadinha e legal e uau nossa que divertido pra caralho, mas aí eu descobri que NOSSA DA PRA SE RELACIONAR E FAZER AMIZADES NO TWITTER QUE FODA NOSSA e então daí foi só ladeira abaixo. Sinceramente eu tenho quase um ano inteiro de história pra contar e não tô nem um pouco afim mas indo direto ao ponto, por causa dessa minha decisão incrível de ao invés de me dedicar a coisas foda mesmo que iam me fazer bem e ter me dedicado a uma rede social mórbida igual aquela eu tô: feia, gorda, doente, com uma relação familiar péssima, com aquele celular foda quebrado e tendo que usar um ruim pra caralho (sim o Twitter teve TOTAL influência nesse ocorrido e não, eu não quero explicar como), e com depressão profunda e agora tendo que OBRIGATORIAMENTE sair do twitter de um jeito muito trágico, triste, amargo e brutal, pois me envolvi em um monte de briga, um monte de coisa terrível e eu não devo mais ficar lá de forma alguma, tanto pelo meu bem, quanto pelo fato de terem pessoas que me odeiam tanto que o simples fato d'eu frequentar o mesmo site que elas já as perturba e por tabela perturba um grupo tangente de pessoas, esse site injeta veneno em mim toda vez que eu entro nele, e não me cabe ficar mais lá de forma alguma, lá durante quase um ano foi minha segunda vida mas CHEGA NÉ PESSOAL? Talvez por um mês e meio tenha sido bem divertido, mas agora não é nada mais além de algo que me causa uma tristeza profunda e que me marcou uma cicatriz que vai ficar aqui comigo até meu último suspiro, e o pior, é que pra aqueles que me conheceram ou eu vou simplesmente ser esquecida pra todo sempre ou vou deixar um legado de dor e miséria onde pra tais pessoas vai ser simplesmente impossível ter qualquer lembrança positiva sobre mim. Essa minha saída do twitter tá sendo igual aqueles finais de filme onde os protagonistas conseguem alcançar seus objetivos e na teoria deu tudo certo, mas o jeito como as coisas deram certo foram tão terríveis e trágicas que apesar de tudo ter acabado "bem", tu termina o filme com um gosto amargo na boca, se sentindo devastado e pensando que realmente eles conseguiram, mas valeu a pena? O que mais me incomoda é isso de como eu vou ser lembrada pelas pessoas que me conheceram lá, e olha não quero dar muito detalhe mas NÃO É BOA, tipo NEM UM POUCO, e essa é a marca que eu deixei na Internet, é por essas coisas terríveis que não representam nem 20% de quem eu sou que vão me lembrar, nem só por coisas que eu fiz e que tão diretamente ligadas à mim mas coisas relacionadas, tipo o dia que eu fui vítima de um pedófilo lá, muita gente vai lembrar disso. Eu tive uma chance, uma única chance de marcar a vida de pessoas que moram do outro lado do país com esse poder ilimitado de comunicação que a Internet me dá, tinha a faca e o queijo na mão, eu poderia ter deixado uma boa marca na vida das pessoas, e definitivamente deixei o completo oposto. O que me alegra e me conforta é que eu sou bem jovem ainda, tenho a vida inteira pela frente e acho que em tipo 3 anos ou menos absolutamente nada disso vai afetar meu cotidiano exceto mentalmente. Agora o que tá sendo meu atual pensamento enquanto eu escrevo isso, caralho, olha a quarentena que eu podia ter tido, puta merda cara eu podia ter aproveitado disso pra começar a me relacionar com minha família, a viver em união, em me conectar com coisas boas, essa pandemia apesar de ser algo horrível me deu a chance de fazer o ano mais pacífico da minha vida, e foi totalmente o contrário, isso aqui foi um inferno, um real inferno, me sinto tão estupida por tudo isso, tão mal, tão idiota, e mesmo saindo agora do twitter pra viver a vida IGUAL UMA PESSOA NORMAL eu sinto que esse sentimento de "caralho eu sou burra" vai demorar pra sair.
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2020.11.23 02:58 apmscabia Preciso de ajuda. Agradeço a quem ajudar. To perdida

Minha infância
Fui uma criança arteira, embora aplicada nos estudos. Ao contrário do que possa parecer, não era exatamente dada aos livros, nem esforçada. Adorava uma brincadeira e, por algumas vezes, confesso que driblei os cuidados da nonna e fugi para a rua enquanto tirava seu sagrado cochilo da tarde. Nas férias escolares, tinha o privilégio de poder sentar na calçada até anoitecer para conversar com meus amigos. Meus avós colocavam as cadeiras fora do quintal para papear com os vizinhos, enquanto a brincadeira rolava solta. Doces tempos. Quantas vezes larguei a partida de bolinhas de gude para correr ao encontro da mamãe, que chegava exausta do trabalho. Professora de um supletivo a noite, vinha com uma sacola carregada de provas e trabalhos para corrigir. Era uma alegria tamanha vê-la chegar que até hoje - velha, saudosa e com os cabelos brancos - sonho com o ruído dos seus passos curtos e com o calor do seu beijo em meu rosto. Pequena Grande Mulher foi a minha velha: Criou sozinha a única filha, segurou as pontas da separação, trabalhou feito um mouro e soube lidar com uma alma conturbada como a minha. Com 1,55m de altura, dona Regina foi e até hoje é o maior amor da minha vida. Sempre será.
Venho de uma família humilde. Meu avô materno era operário e, nas raras horas vagas, trabalhava como marceneiro. Estudei em escola pública durante toda a minha vida e até hoje moro no subúrbio, vendendo a paz para os carros de som e a garotada festando em frente ao portão do prédio. Pensando em termos de qualidade de vida, creio que dificilmente eu seria tão feliz se morasse na Zona Sul. Fui uma criança na mais ampla acepção do termo: Subi em árvores, andei de carrinho de rolimã, soltei pipa, joguei bola com os meninos e coloquei várias vezes os meus chinelos havaianas para servir de traves no gol. Como sempre fui alta, era escalada goleira ou zagueira. Mas gostava mesmo era de atuar como atacante, fazer gol de cabeça e gritar "Palmeeeeeiraaaas". Essa era minha maior alegria. Como fui feliz naqueles tempos!
A simplicidade sempre foi a tônica da minha vida. A abundância, aqueles tempos, era de afeto, de criatividade para driblar as dificuldades, de força. A fartura, de abraços, de compreensão, de respeito. Fui uma criança inquieta, porém feliz. Sou uma mulher de meia-idade cheia de boas lembranças e grata por todas elas. Grata a minha mãe e aos meus avós por me ensinarem que o melhor da vida independe de bens materiais. Não fui mãe, mas passaria os mesmos valores aos meus filhos se os tivesse. Quisera eu retornar trinta e cinco ou quarenta anos atrás e reviver minha infância. A melhor parte seria, sem dúvida, a alegria e sensação de conforto ao ver a minha mãe voltar para casa e me perder em seu abraço.
Edit: Ouvindo I need u, dos Beatles, que foi a música dos meus pais... Sempre gostei do George e da sensibilidade dele ao compôr músicas como esta.
Edit2: Obrigada a(o) mano(a) que deu o award de ursinho. Gratidão e beijoca, abraços
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2020.11.22 14:30 juanMC06 Death Stranding - Necesito un savegame.

Buenas, tuve un problema con la última update de Windows 10 y perdí las partidas guardadas del juego.
Alguno/a tiene una partida en el comienzo del capítulo 3??? O finalizando el 2? Me da alta paja volver a jugar de vuelta eso.
Estoy usando la V 1.02 facilitada por los amigos de CPY.. guiño guiño...
Gracias!
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2020.11.22 05:35 GapulDeeJay ¿Sabés algo de la fiesta clandestina en Middle Fiskville y Rundberg?

¡Alta joda, amigo!

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Toque timbre varias veces, varios fines de semana y no me dejaron entrar. (¿Capaz que por el bigote?)

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Si sabés algo, ¿me podés mandar un PM o contestar a este post?

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Quiero saber si hace falta el mejor disc jockey set de italo-disco que hayan escuchado en todas sus putas vidas.

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2020.11.22 05:28 Matias2673 MADRE CON DERECHO : quiere asesinarme ah mi y a mi familia por ser Wiccanos

Hola , para empezar , yo y mi familia vivimos en una familia de Curanderos y Brujas , aunque yo y mis padres nos dedicamos al curanderismo , Nosotros viviamos en Salem , pero cuando visitamos a Nuestros abuelos en México nos encontramos a lo que se le dice una Fanática religiosa .
Elenco :
Yo : yo
FR / MD : La madre Religiosa
H1 : Hijo Bueno . Mayor
H2 : Hijo Bueno 2 . Ateo
H3 : Hijo Malo . Fanático Religioso
Abuela : mi Abuela
M : Mi Madre
P : Mi Padre
Historia :
Yo estaba en Salem con mi Gatito Negro mientras mi Padre llegaba y luego...
P : Hijo , Recuerda que tenemos que viajar a la noche , es que vamos a ver a tus abuelos , Los recuerdas
Yo : Claro que sí , Ya empaque
Nosotros 3 ( incluyendo mi gato ) nos fuimos al día siguiente ah México , ahí vimos el entorno y vimos a nuestros abuelos , Nosotros hicimos la lectura de cartas en la casa de los Abuelos y nos Saco La Emperatriz , pero al revés , Nosotros después de la lectura les pusimos sal y luego nos Fuimos al Parque , Ahí yo leía Un Libro , Era uno de H.P Lovecraft , pero luego vino H1
H1 : Hola Amigo , Quieres Jugar
Yo : Si Muchas Gracias
Luego nos dispusimos ah Jugar a La Mancha , pero luego Llegó H3
H3 : Hermano , que haces con el
H1 : Estamos jugando
H3 : No te hacerques a el , es Un Brujo , Oye brujito , si sabes lo que te conviene NO MALDIGAS A MI FAMILIA .
Luego el me Pegó , como 2 Veces , pero Yo me defendí empujándolo , Luego vino FR y las cosas Iván de Mal en Peor ...
FR : OYE BRUJO DEJA A MI QUERUBÍN
Yo : Sra yo...
FR : CALLA O TE QUEMARÉ VIVO COMO TUS MONSTRUOS
Luego mi Abuela llega como si supiera lo que pasa y luego ella hablo pacientemente a FR , pero ya habian pasado 3 minutos y la Madre se enojaba mucho que tiraba a mi Abuelita , ella sin pensar saca unos cerillos y quema un poquito el vestido de mi abuela , ella corría , pero la madre leía en voz alta la biblia , pero H2 llega
H2 : Madre , otra de tus estupideces
FR : Calla niño , yo sé que es por el señor
H1 : Lo que haces está Mal
Pero luego mi abuelita se salva del fuego y saca ella le tira una piedra a la madre y ella tiro otro cerillo y esta vez no quemó ah mi abuela , si no que ella misma causaba un incendio , luego sin querer quemó su biblia y luego corría del fuego , pero yo la atrapé , ella intentaba liberarse , pero H3 me Mordió en el pie , pero mi Gato salto hacia H3 y le dió una gran mordida que el chico escapó , pero la madre Fue Arrestada , Por Intento de Homicidio , casi Incendiar todo el parque . Ella estará por 3 Años , Sus hijos se quedaron con su padre .
Hoy en día no tengo ningun problema , nisiquiera la volvi ah ver , pero ah H1 y H2 los sigo viendo , y estoy feliz de llamarlos amigos
Final de la Historia :
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2020.11.21 20:58 AREX92411 Maestra con derecho hace lo imposible para que repruebe p3

Elenco
Yo: huy, a este tipo lo odio
MD:maestra con derecho con el alma mas oscura que su piel
A1:amigo 1
RG:resto del grupo
Llego el dia del primer examen (del cual no nos dio una fecha como tal) de la materia de MD(formacion civica y etica) que valia un 60%, con todos los demas examenes ese mismo dia, y la ultima semana llena de tareas ridiculamente largas, entro al salon y MD dice:
MD:oye tu, el examen sera dificil, y no creo que hayas estudiado suficiente, es posible que repruebes, pero no te sientas mal
Yo:el examen sera dificil? Y quien lo decidio?, que no estudie lo suficiente? Y quien lo decidio? Que reprobare? Y quien lo decidio? Yo soy el que decide... ok esto no paso pero hubiera sido epico
Entro al aula, y nos dicta un examen de 20 preguntas, super rapido, a un nivel de vos clasificado como susurrar, y apenas abriendo la boca, cada que alguien pedia que repitiera la pregunta empeoraba aun mas, los del lado izquierdo del aula contrabanderon las preguntas que no entendieron, mala suerte para los de mi lado
Durante todo el examen MD estuvo viendome tanto que, dejenme decirles, si las miradas mataran ustedes no podrian leer esta historia, me presto tanta atencion que vio a A1 copiando, LITERALMENTE ESTABA AL LADO MIO Y NI YO ME DI CUENTA,
MD: A1 QUE CREES QUE HACES
A1:maestra, no hay otra forma de aprobar este examen sin copiar, hasta parece que lo hizo para que reprobaramos
MD: Y QUE?, NO ES EXCUSA
al final A1 termino reprobando, admito que esta accion me decepciono por parte de el, aunque eso en realidad le bajo los animos a todo el grupo
RG:* murmuros * entonces para que lo hacemos esto?. mierda, de verdad nos odia. Supongo que se acabo
MD:haber, no se desanimen, el examen lo hice para que no malinterpreten nada como la ulti-
Yo:termine
MD:eh... QUE?
Yo no me rendi, una semana entera cobrando favores, y pidiendo libros durante el descanso y sin dormir, con tal de aprobar el examen al final, 1/4 del grupo reprobo, los demas sacaban 6 y 7, aun asi recuerdo bien ese momento
MD:ricardo tienes 5, megan tienes 7 felicidades la mas alta que eh dado hoy, Arex(mi usuario de reditt) tienes 10... QUE?
CONTINUARA...
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2020.11.21 19:31 SpaceshipFive Sobre contar para os amigo e eles não acreditarem em você...

Um mês atrás - mais ou menos - aqui nesse sub eu falei um pouco sobre como a bissexualidade pode ser confusa. Estou trabalhando cada vez mais no meu autoconhecimento e também autoconfiança. Nas duas últimas semanas encontrei com um grupo de amigos - depois de mais de 8 meses sem se ver e acabei falando como ao longo dessa quarentena me descobri bissexual.
Teve um silêncio constrangedor, uma pausa longa, meus 4 amigos trocaram olhares e eu pude perceber na hora que eles não acreditavam em mim. Automaticamente me senti a pessoa mais estúpida por ter falado isso em voz alta, é claro que para eles é algo estranho, eu sempre fui o estereótipo de garota heteronormativa, só namorei caras, nunca demonstrei interesse em garotas, além de todo um lance com a questão da aparência (no sentido de que eu "não pareço ser uma pessoa LGBT").
É muito ruim perceber que a primeira reação de pessoas que são próximas de você é duvidar de quem você é, mas ao mesmo tempo em que me senti mal por ter falado publicamente que sou bissexual, eu me senti tão bem (?). Passei anos sem me entender, sentindo coisas que eu não sabia definir, agora compreendo que gosto de ambos o sexos, então, danem-se os outros, desde que eu esteja bem comigo mesma.
Claro que o primeiro comentário foi "mas você já transou com uma garota?" e, sinceramente, transar com alguém do mesmo sexo é a coisa que menos importa. Ninguém questiona um cara hétero e virgem sobre a orientação sexual dele, mas basta você dizer que é LGBTQIA+ e as pessoas vão jogar essa pergunta na sua cara.
A ironia: esses meus amigos também fazem parte da comunidade LGBTQIA+... Não vou negar que esperava um pouco de compreensão da parte deles, mas agora que entendi que isso não vai rolar, não vou criar expectativas quanto a isso. Apesar deles terem ficado meio esquisitos com a notícia tenho pessoas que me apoiam, decidi não tocar mais no assunto com eles por que não preciso ficar me reafirmando pra ninguém ;)
É isso. Stay awesome Gotham.
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2020.11.20 04:38 Shinji77R Primera vez con rola/primera fiestita?

Todos los/las que fuimos a alguna fiesta de música electrónica como las de BNP, la Estación o la Fábrica tenemos la anécdota especial de nuestra primer noche tomando una rolita y viviendo la manija. En mi caso fue ArtBat en la Estación. Oct-19. Un viaje de ida a la empatía , manija y amor. Alta nostalgia pensando a mi entrada en ese mundo, mil amigos/as nuevos y consolidando la relación con mi pareja
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2020.11.19 22:50 joaohonesto Eu não sou uma boa pessoa, eu apenas finjo que sou para ser aceito socialmente

Tava pensando isso esses dias, e conclui algo horrível: eu não sou uma boa pessoa, eu só repito o que os outros dizem para ser aceito socialmente e não sofrer sanções sociais dos meus pares (colegas de trabalho, amigos, conhecidos da faculdade, etc).
Eu não faço parte de nenhuma minoria racial, étnica ou sexual. Todo mundo ao meu redor defende progressismo social, que racismo é errado, que ser homofóbico é errado. E eu concordo, falo a mesma coisa.
A questão é: eu só defendo essas coisas porque quem está ao meu redor fala isso também, e caso eu me posicionasse de forma contrária, seria punido rapidamente e perderia as coisas que eu tenho (meu emprego, meu grupo de amigos, minha esposa, etc).
Se eu me mudasse lá pro interiorzão e todos meus amigos, meu chefe e meus colegas de trabalho fossem homofóbicos e racistas, em 15 dias eu também estaria fazendo comentários machistas e sendo escroto para não sofrer sanções sociais lá. Se minha esposa fosse homofóbica e me achasse viadinho por defender os gays, eu com certeza iria fazer piada com gay só pra aumentar minhas chances de transar a noite.
Em outras palavras, o que eu quero dizer é que eu cheguei a conclusão que eu não sou um herói que luta contra o sistema. Eu sou um bunda-mole que só quer ter uma vida pessoal tranquila e tem medo de perder o que tem; para tanto, eu sigo o que todo mundo ao redor fala apenas para não ser punido ou perseguido.
Como eu vivo numa metrópole urbana e em ambientes de classe média-alta, eu sou progressista. Se eu morasse no interiorzão e meus conhecidos fossem racistas, eu também seria. Se eu vivesse na época do nazismo, entregaria meu vizinho judeu pra não correr risco de ser preso pelo regime e, depois, ainda ia ficar feliz da vida em receber uma medalha do Terceiro Reich por ter salvado os arianos da ameaça judaica. Se vivesse na época da escravidão, eu não iria ajudar um escravo a fugir pq teria medo de ser preso, e se aparecesse uma oportunidade pra eu ganhar dinheiro escrevendo um livro defendendo a moralidade da escravidão, eu escreveria.
Eu percebi que já faço isso o tempo todo.
Quando visito meu avô, eu dou risada e acho graça qdo ele fala alguma coisa inapropriada ou racista. Se eu ouvisse a mesma coisa no meu círculo social usual, eu ficaria horrorizado e reclamaria em voz alta.
Quando eu encontro uns amigos antigos da época de escola e eles ficam falando merda machista, eu entro no assunto e invento umas coisas que eu não fiz só pra não ser excluído do grupo; falo que fui no puteiro (nunca fui), que vi a foto da bunda da menina X (nem sei quem é), etc. Mas eu nunca falaria isso no meu círculo social normal.
Quando estou na faculdade, eu defendo coisas ultra-progressistas que eu não concordo de verdade (como linguagem inclusiva usando o "X") e falo que voto no PSOL e no PT. Quando estou com meus pais, eu digo que votei no Meirelles. Na casa dos meus avós, no Bolsonaro. Pra minha esposa, na Marina Silva (ela adora meio ambiente). Mas a verdade é que eu nem votei, eu anulei tudo pq não sabia em quem votar.
Em casa eu sou super ecológico, uso coisa reciclável, quando aparece notícia na TV sobre a amazônia e o pantanal eu falo "Nossa, que absurdo, esse governo né", pq minha esposa gosta disso. Meu emprego é impactado por proteção ambiental e lá ninguém é eco-friendly, então lá eu tbem falo que td isso é bobagem, que os hippies ficam abraçando árvore e atrapalhando a gente ganhar dinheiro, etc.
No final das contas, eu não me importo de verdade com nada dessas coisas (política, racismo, religião, sexualidade). Só qro ter meu emprego lá, voltar pra casa cedo, e me divertir com meus hobbies.
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2020.11.19 19:35 Sad_Satisfaction_465 UM GRANDE TEXTO. AJUDE CASO LEIA, NÃO AGUENTO MAIS!

Bom sou uma pessoa qualquer que conheceu uma garota é namorou 2 anos com ela. Bem o fato que agora ela simplesmente me deixou, e tô tentando buscar alguma explicação. Bem eu vou contar toda história mesmo é assim venho pedir pra não só julgar por alguns atos mais também me ajudar.
Bem, eu tinha 19 anos, minha avó faleceu eu fiquei sem rumo na vida pois era ela minha base. Assim com um pouco de envolvimento com drogas ( maconha ) eu comecei a sair com um amigo que também fumava, então era toda madrugada de rolê. ( Devo ressaltar que moro em uma cidade litorânea então muitas pessoas de alta renda moram aqui,). Em um certo dia saímos de rolê, e esse meu amigo tem uma família de boa influência na cidade sendo ela de classe alta, então fomos na praia de madrugada e acabamos encontrando a irmã dele. Ela estava com uma amiga e mais dois amigos. Bem, fomos de encontro e conversamos lá um tempo, aconteceram algumas coisas nesse meio tempo mais nada muito interessante. Conversei muito com essa amiga da irmã do meu amigo, ela tava ficando com outro menino no dia então foi um papo super saudável. Assim fomos embora, e falei com meu amigo que tinha me amarrado nela kk, bem eu mandei msg na mesma madrugada e ela me respondeu, ( até pq o menino lá era um babaca) kkk, bem na época eu tinha uma Shineray, chamei ela pra sair e já sabe né. Depois daí começamos a se ver todo final de semana, nada sério mais era bom.
Então um certo dia, ela mandou msg falando que não dava mais, que não queria mais, então eu aceitei, tipo tudo bem, fiquei mal mais como não era nada sério de boa. Assim sai com um amigo 2 dias depois, e conheçi uma garota, mais não era uma pessoa pra ficar ao lado. Acabamos ficando e assim continuamos. Bem uma semana depois eu vi a mina que tinha me dispensado no storys, então magoou o coração, mandei msg e ela acabou falando que tava sentindo falta, assim a gente se viu e voltámos a ficar. Bem então agora eu estava ficando com duas pessoas, maaass. As duas também estavam ficando cm outras pessoas por fora, a menina que namorei não me falava mais eu sabia por fora, já a outra me falava pq no final ninguém tinha nada sério, então isso tanto faz.
Bem, eu queria algo mais com a primeira garota, era tudo que eu mais queria mesmo, ela era foda até então, e uma pessoa simplesmente legal de conhecer. Então eu fiquei alguns meses pedindo pra namorar com ela, ela negava, no caso por está dividida em ficar CMG ou com a outra pessoa que ela ficava. Bem como eu ficava cm aquela outra menina também não esquentei muito. Assim nesse meio tempo as duas descobriram que eu ficava com uma e com outra. Bem na minha cabeça tanto faz, eu só queria a menina que tinha conhecido na praia porquê querendo ou não quando a gente tava junto era bom pra krl.
E um dia ela aceitou. Então parei de ficar com a outra menina, e ficamos de boa. Bom assim começou a turbulência.
A gente começou a namorar, no dia 17, meu aniversário era dia 21, eu ia fazer 20, achei que ia passar o dia com ela, mais no final acabou que passei meu aniversário sem ninguém., Bem rolou que fizeram festa pra mim, mais a outra grt estava, bem eu fui pra não desapontar ninguém então ela ficou com raiva porque tinha a outra menina, mais eu nem tava ficando cm ela mais então tava de boa pra mim. Brigamos e resolvemos isso, bom aí veio uma fase estranha, brigamos um pouco sobre atitudes, e nunca pareceu que eu ia conseguir me adaptar aos padrões dela. Bem sei que devo ser eu sempre mais eu queria mesmo ter ela por perto. Eu amava aquela garota, não ia ter sentido ficar sem ela. Continuamos em meio isso tudo, cm 2 meses de namoro foi aniversário de um amigo meu, justamente no dia do aniversário da mãe dela, bem, ela não me convidou pra ir, quando foi a noite meu amigo me chamou eu fui, e lá estava a mina que eu eu ficava, bem, assim veio minha falha, fiquei com a garota, dei um beijo nela e ficou por isso mesmo. Sim eu tinha traido a garota eu eu mais gostava, a garota mais importante pra mim. Eu me senti muito pra baixo depois, me arrependi, mais me calei. ( Sobre isso, lembrando que ela não me chamou pro aniversário da mãe, não chamou o próprio namorado, que afinal não sabia de nada, e pra completar ela chamou o ex ficante, pq ele era amigo da família e amigo dela, bem isso fui saber só depois, mais seguimos...)
Errei, e guardei pra mim, me distanciei de tudo e todos é pensei muito no que eu tinha feito, sabia que era muito errado, sabia que se eu falasse ela não ia me perdoa. Assim foram passando os meses, e cada dia que eu acordava tinha que conquista ela dnv, digo de um jeito que ela ficasse CMG, ela falava que não tinha segurança, por causa do que tinha rolado antes da gente namorar, sendo que ela tbm ficava com outras pessoas. o foda que nessas brigas ela me humilhava muito, me tratava como lixo, e sempre estive correndo atrás. Ela disse eu não me importava, mais eu sou uma pessoa desligada pra dar as coisas, ou fazer surpresa, e meu jeito, em compensação nunca faltou nada, e sempre fiz de tudo. Bem nossa relação era grande, de intimidade gigante, ficávamos o dia inteiro junto fazendo as coisas um pro outro. Mais sempre o que fodia era essa coisa de não confiar em mim, até então eu não tinha falado o que eu tinha feito então ela não sabia. Bom eu fiz algo que na minha cabeça ia dá certo, masss,.
EU FALEI A VERDADE. Tipo eu falei o que tinha feito, eu falei que queria que ela confiasse em mim, pq eu tinha planos com ela, é tudo, a gente já tinha 8 meses de namoro então eu já tava mais focado no que queria.
Ela terminou comigo, obviamente. Fiquei 3 dias direto chorando, e CORTEI minha coxa escrevendo "LIXO", realmente eu fiquei super abalado, e desgraçadamente mal. Pedi e implorei ela pra não terminar comigo. E no 3 dia ela aceitou, tava no início da pandemia então a gente não tava se vendo. ( Sobre a gente se ver, o padrasto dela não gostava de mim então era meio difícil quando ele estava em casa pois a casa era dele, então só conseguia ver ela quando ele não estava assim eu ficava só a mãe dela que sempre foi de boa, então era assim, sempre lutamos pra nós ver ). Na pandemia ele estava, pelo menos no início era bem grave então ele ficou sem viajar pra trabalhar, assim depois de 1 mês mais ou menos consegui ver ela, no posto, foi pouco tempo, passou dias e ela conseguiu fugir pra ficar CMG fizemos isso 2 finais de semana. Bem após a mãe dela viajou pra uma cidade do Brasil, e o padrasto ficava na obra então passei o mês de julho desse ano todo na casa dela, com ela. Nesse mesmo mês foi meu aniversário de 21, e foi um dos melhores. Bem esse mês passou, nós conversamos bastante sobre as coisas que tinham acontecido, é até então tava tudo bem.
A mãe dela voltou e logo que chegou ela me disse que queria ir pra cidade que a mãe tinha ido, ver os irmãos e a família. Eu falei tudo bem, okay poxa, é no outro dia ela comprou a passagem e foi, sem muito tempo pra me ver, e se despedir de mim. Eu fiquei super mal, muito mesmo, pois mesmo falando pra ela ir, não achei que ia ser assim, do nada, ela ia voltar só depois de 30 dias, e tinha me falado que ia ser 12, bem 25 dias lá, ela terminou comigo, e eu aqui não pude fazer nada, ela não me atende mais, não me responde mais, não liga mais se tivemos ou não algo. ( Bom quero explica que foi muita coisa que a gente viveu, querendo ou não, sempre um fortaleceu o outro, sempre um ajudou o outro, sempre foi um pelo outro. Mass.,) Bom ela terminou, eu pedi pra não fazer isso, pq tínhamos conversado, é ela falou que queria um tempo, bem nesse tempo me isolei, trabalhei, e estudei. Semanas atrás vi foto dela segurando a mão de outra pessoa, e mandei msg, ela disse que tava conhecendo. E assim acabou tudo que eu tinha de feliz. ( Lembrando que ela vai voltar dia 18 de janeiro, e não sei o que fazer )
Bom eu não sei como explicar a partir desse momento mais, eu amo realmente dms ela, faria realmente qualquer coisa, ela me disse que foi, terminou, não sentiu falta é foi isso. Eu tô me sentindo vazio já tem um tempo, eu n consigo fazer nada e as vezes eu não consigo comer, bem eu posso ter errado mais não sou babaca, eu cresci bastante, nada mais tá fazendo sentido. Sei que vai tem milhares de pessoas no mundo, melhores ou piores mais essa menina realmente é uma pessoa incrível na minha forma de ver, mesmo ela fazendo isso agora, simplesmente tenho me sentindo abandonado, não quero muito contato com as pessoas, exclui as redes sociais, é eu faço música mais nem isso tem me deixado bem. Já tem umas semanas, e não é medo que isso não passe, e sim todo sentimento de não ter ela mais pra me abraçar ou pra ficar falando besteira comigo. Tô na merda galera, não quero me permitir esqueçer como se tudo fosse nada, não dá. Prefiro ficar assim.
Ass: #olixodalife
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2020.11.19 12:23 Woodpecker_Think Las inseguridades no me dejan seguir adelante y disfrutar de ahora que todo está más o menos bien

Afortunadamente, con bajas y altas, puedo decir que mi estado de ánimo está mucho mejor que antes, sin embargo algo que no ha cambiado es que soy muy inseguro, siento que en el fondo todo el mundo me odia, sigo sobrepensando las cosas tratando de encontrar una razón estupida por la cuál desconfiar de los demás. Se que no le voy a caer bien a todos ni mucho menos seré amigo de todos y aún así me pongo triste cuando veo que mi grupo tiene mini grupos donde solo están amigos, es obvio que no voy a estar ahí, no ha habido una relación tan grande con la mayoría, solo somos compañeros de clase, y aún así esa clase de cosas me ponen triste . Han sentido algo similar? Cómo han salido de eso?
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2020.11.19 10:45 chinapooh010 Tenho problemas com play 2

Bicho, uma coisa que eu admito é que eu acho é que o play 2 foi um dos melhores, se não o melhor console que já existiu, mas parece que ele me odeia.
Para eu dar contexto para isso, vou explicar desde meus 6-7 eu estava no começo do fundamental 1, minha família não era totalmente pobre, mas tinha muita dificuldade financeira na época, minha mãe trabalhava de diarista, minha tia trabalhava em cantina de escola, meu pai mecânico e meu tio era...bem, para falar a real eu não lembro direito o que ele trampava naquela época, mas enfim, a primeira vista parece que isso daria uma renda estável para a família, tirando o fato que além dos 4 e eu, ainda tinha minhas duas primas, meu avô e minha avó que não tinham aposentadoria.
E o pior, meu pai quase não botava dinheiro em casa, ele sempre tava com alguma roupa de marca e sempre gastava dinheiro em festas com amigos, o mesmo tampava das 8am até 9pm, mas tinha vezes que eu não via ele até o fim de semana.
Na escola eu não tinha praticamente nenhum amigo, só um que era do prézinho, porém a gente se distanciou pelo tempo, e nessa época o ps3 já estava nas lojas a um bom tempo, mas como era Brasil, ele só ficou popular aqui quando o Yudi e a Pricila começaram a dar ele no Bom dia e cia, e a maioria das pessoas da minha sala tinham um ps2 ou ps3, e eu sempre sobrava nas conversas, meus brinquedos mais tops eram aqueles dinossauros sortidos que vendem em lojas Ching Ling.
Pulamos para alguns meses para frente e um dia, meu pai entra no meu quarto com uma sacola branca com a logo das Casas Bahias, isso é algo que eu lembro como se fosse ontem, ele me deu a caixa com o videogame e eu fiquei muito feliz por finalmente poder ter o que conversar de verdade com meus "amigos"(ps:eu mentia que tinha um videogame para não me sentir mais excluído), depois de instalar o videogame, testamos o jogo e foi de boa, era um jogo de dança aleatório que nunca lembrei o nome e nunca achei nada sobre ele, tudo estava uma maravilha, até que meu pai testa uns jogos que ele comprou na freira e vê que não funcionava por o meu play não estar desbloqueado, com isso, ele levou o mesmo para desbloquear.
Passou cerca de 2-3 meses pro cara desbloquear e quando minha perguntou o que aconteceu com o videogame(que ainda estava sendo parcelado por ela), ele disse que o cara passou a perna nele e roubo o videogame.
Passou mais alguns meses e descobri que minha mãe estava grávida, fiquei feliz por deixar de ser filho único, porém o que era para ser um momento feliz e animado, foi um dos piores momentos da minha vida, vamos por partes.
Lembram de uma notícia de 2008-9 de um menino que foi atropelado e que foi uma puta comoção? Bem, ele era um amigo meu da minha rua, por "sorte" eu era muito novo quando éramos amigos então não lembrava tanto dele para poder sentir uma dor tão grande, depois meu avô fumante foi internado e ficou vários meses internado no hospital, até que o mesmo veio a falecer no final de 2009, isso foi alguns meses antes do meu irmão nascer, sendo assim ele nunca teve a oportunidade de conhecer seu neto mais novo, algum tempo antes de meu irmão nascer, descobri que meu pai e minha mãe se separaram e ele foi morar em outra casa, isso me deixou em choque por um tempo(hoje vejo que essa foi a melhor decisão que minha mãe já tomou).A essa altura você deve se perguntar onde está o play 2 nessa história? Eu te explico
Alguns meses depois, eu fui ver meu pai na nova casa "dele", lá eram duas ou três famílias, não lembro direito, mas enfim, lá conheci um menino praticamente da minha idade, ele era filho da outra família de lá(eu não quero julgar ninguém, mas aquilo parecia uma casa de traficante a entrada era uma casa de classe média baixa, mas nos fundos o local parecia ser de classe média alta), esse menino tinha um play 2 e nós ficávamos jogando nele de boa, até que um dia ele disse:"sabe? Esse videogame, foi seu pai que me deu.".Pqp, isso me quebrou legal, um videogame desbloqueado, idêntico ao meu, como não notei, antes? Eu manti isso como um segredo para mim mesmo, até que um dia eu perguntei pro meu pai se ele que deu esse videogame praquele menino, e ele disse:"cê é loco fi? De onde você acha que eu ia tirar dinheiro para isso?", e em nenhum momento ele olhou para mim nessa conversa.
Depois do tempo percebi que meu pai era um verdadeiro arrombado, não só por isso, mas por várias outras coisas que ele fez com minha mãe e comigo, vários anos depois, eu já não confiava mais nele, até que algum tempo antes do natal ele disse que daria um play 2 para eu e meu irmão, e nesse momento eu decidi tentar confiar nele mais uma vez, passou Natal, Ano Novo, o aniversário do meu irmão e até mesmo Páscoa, e nada de play 2 ou qualquer explicação, até um dia que eu fui perguntar disso para ele, e o mesmo disse:"ah! A mulher que eu tava negociando, tá demorando para entregar o play 2".Caramba, o cara não consegue nem falar que ele não conseguiu ou pedir desculpas, pelo a amor de Deus.Nesse momento nunca mais confiei nele na vida e continuo sem confiar, porque se a vida da minha mãe e a do meu irmão dependesse dele, eu estaria vivendo na rua ou morto.
Extra:algum tempo depois, meu tio comprou um play 2 usado com um amigo dele, para revender, isso foi alguns dias antes do meu aniversário, aí eu pensei "porra meu tio vai dar o presente que meu pai tirou de mim", quebrei a cara kkkkk, mas certeza que ele fez sem maldade, já que nele eu realmente eu posso contar.
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2020.11.18 21:03 coldshadowbr COMO SE PREPARAR QUANDO VOCÊ TEM POUCO DINHEIRO

Preparar é muito mais do que simplesmente comprar coisas e empilhá-las no armário. O tempo que você gasta no preparo sem compras também é muito importante. É muito mais fácil pensar nas coisas agora quando você está calmo e bem alimentado do que tentar descobri-las quando você está sob estresse. Esta não é a hora de sentar e fazer streaming da Netflix ou fazer palavras cruzadas. Há muito trabalho a ser feito antes de chegarmos ao ponto em que não podemos fazer mais nada.
As chances são altas de que você não será expulso de sua casa por intrusos; e a menos que você more em um lugar que possa ser atingido por desastres naturais realmente terríveis (furacões, tornados, tsunamis, etc.), é uma aposta bastante segura fazer que você possa estar em casa quando uma emergência acontecer . Francamente, o lar é o lugar mais seguro para se estar, a menos que haja uma ameaça direta de qualquer maneira - as coisas estão onde você as coloca, você tem acesso a muito mais bens e suprimentos do que pode carregar com você - há tantas vantagens de modo que, se for uma opção, eu recomendaria ficar em casa numa situação de emergência do que sair dela..
Com relação a compra de lanterna, mochila, equipamento, etc , não faça isso . Não se você não tiver dinheiro sobrando.
É muito importante, se você tiver muito pouco ou nenhum dinheiro extra a cada mês, que esse dinheiro não vá para alimentos e equipamentos caros de sobrevivência.
Se você tivesse algum dinheiro extra disponível, o ideal é comprar alimentos de longa duração como arroz, feijão e os itens básico de uma preparação.
Tem um jardim? Comece a plantar laranjeiras, limoeiros, bananeiras - tudo e qualquer coisa que dê frutas ou vegetais de sua preferência, de preferência. Eles crescerão por si só, com pouca ou nenhuma atenção de você. Isso pode custar um pouco, ou pode custar nada (se você tem amigos que estão dispostos a permitir que você tire partes de suas plantas ou mudas), mas uma coisa é certa - no longo prazo, você terá comida de graça, e você continuará a conseguir essa comida de graça mesmo depois de uma situação de emergência. A horta e árvores frutíferas também devem ser capaz de ajudar a reduzir seu gasto com alimentos e ao longo do tempo, especialmente se você começar a fazer geleias e picles com o excesso de frutas e vegetais, o que o ajudará a economizar para outras preparações no futuro.
Como se preparar sem comprar mais coisas:
Aqui estão algumas coisas que você pode fazer para se preparar. Faça uma lista e comece.
1 - Encha todos os seus recipientes com água. Uma garrafa cheia de água ocupa o mesmo espaço que uma garrafa vazia. Vá até sua casa e encha todos os recipientes que puder com água.
2 - Organize seus suprimentos. Se você comprou um monte de coisas em um frenesi - e vamos ser honestos, muitos de nós compramos - você pode tê-los empilhados em uma pilha precária em alguma área da casa. Aproveite o tempo para organizar sua comida. Você pode fazer isso de maneiras diferentes - organize os ingredientes para as refeições, organize todos os vegetais em uma área, todos os grãos em outra área ... não importa como você decida fazer isso, a organização o ajudará a ver o que você tem em mãos.
3 - Faça um cardápio. Enquanto você organiza seu estoque de alimentos, crie alguns planos de refeições com base nos suprimentos que você possui.
4 - Organize os itens de primeiros socorros e suprimentos médicos. Junte todos os itens de primeiros socorros, medicamentos, remédios controlados e suprimentos médicos para ver o que tem. Pense em como você pode improvisar qualquer coisa que esteja perdendo.
5 - Organize outros suprimentos. Eu mantenho meus suprimentos em kits. Tenho um kit de queda de energia com velas, isqueiros, lanternas, baterias, carregadores solares etc. Tenho um kit pandemia que criei em 2014 com máscaras, luvas, e outras coisas específicas para um pandemia. Eu uso grandes caixas plásticas para esses kits, mas você pode usar qualquer coisa: caixas de papelão, até mesmo o espaço em uma prateleira.
6 - Faça uma verificação de segurança doméstica. Saia e dê um passeio ao redor da sua casa. Há coisas que precisam ser resolvidas para tornar sua casa mais segura? Você precisa aparar alguns arbustos para manter a área sob as janelas visível? Você deve proteger as janelas do andar de baixo para que não possam ser abertas facilmente do lado de fora? Você pode colocar uma trava no portão do quintal? A sua garagem precisa de uma fechadura? Concentre-se nas pequenas tarefas que você pode estar adiando para tornar sua casa mais segura.
7 - Faça um plano de segurança familiar. Os membros de sua família saberiam o que fazer no caso de uma invasão domiciliar? Caso contrário, você precisa fazer um plano. Os membros vulneráveis ​​da família precisam sair do caminho, e os membros da família que estão em confronto com os criminosos precisam saber quem está fazendo o quê, para não atrapalharem uns aos outros. Coloque armas potenciais em áreas estratégicas em pontos estratégicos da casa.
8 - Crie um plano de água de longo prazo. Onde você poderia adquirir água se não saísse mais das torneiras? Identifique os lugares onde você pode obter água - riachos, lagoas, rios, lagos e até mesmo fontes, se você estiver na cidade. Se não houver nada parecido, descubra como você poderia armazenar a água da chuva com mais eficiência. Certifique-se de ter uma maneira de purificar essa água.
9 - Dê uma olhada no seu orçamento. Existem coisas que você pode cortar agora para ajudar a se preparar melhor para uma crise financeira de longo prazo? Reduza despesas desnecessárias agora. Anote tudo que você gasta no seu dia. Ligue para seu banco para obter uma taxa melhor. Cancele algumas assinaturas (tv a cabo, netflix, amazon prime, etc). Encontre um plano melhor para o seu celular.
10 - Passe algum tempo aprendendo. Se você está em quarentena, aproveite ao máximo seu tempo aprendendo novas habilidades e adquirindo conhecimentos. Aprenda a fazer coisas, consertar coisas, cultivar plantas e reserve algum tempo para encontrar soluções à moda antiga. Este é um ótimo momento para aprender algumas novas habilidades. Leia alguns desses livros em sua pilha de leitura e confira os vídeos de instruções no YouTube.
11 - Limpe a casa e lave a roupa. Isso pode não soar como uma preparação, mas no caso improvável de a energia ser interrompida, seria realmente ruim começar com uma casa que precisa ser limpa e uma pilha muito alta de roupa suja.
12 - Avalie sua vizinhança. Se você ainda puder dar uma caminhada (sem entrar em contato direto com outras pessoas), dê um passeio pela vizinhança imediata. Identifique recursos, como riachos ou árvores frutíferas próximas. Pense em quais vizinhos têm maior probabilidade de ser aliados e quais você acha que podem ser problemáticos. Não é algo que você precise fazer agora mas é importante coletar informações.
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